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Econ - Koshiba sobre Alec Nove - Mercado reinventado - O socialismo (é) possível (1990)

Koshiba sobre Alec Nove - Mercado reinventado - O socialismo (é) possível (1990) : 341 - Os livros de “Nove” sobre “o socialismo possível” são anteriores a perestroika parece. Traz a seguinte crítica à esquerda: O stalinismo e regimes equivalentes continuam sendo considerados "degenerações" burocráticas do socialismo e não uma das possibilidades inerentes ao modelo idealizado pelo próprio Marx. Porém é cada vez mais visível que o conceito de socialismo não é unívoco. 342 - Afirma que Nove, em seu livro, crê que a planificação central é a base da ditadura. O despotismo econômico gera o stalinista. Daí que critique que a mera equação “ abolição da propriedade privada dos meios de produção e a substituição do mercado pela planificação integral e centralizada da economia + democracia política = socialismo democrático ”. 343 - Uma sociedade com seus "planificadores proletários", acertando "tudo numa discussão amigavelmente democrática", é puro devaneio. Par...

Econ - Kirzner - Empreendorismo

Kirzner - Empreendorismo : 328 - Não é um texto de Kirzner, mas sobre seu conceito de empreendedorismo. O autor é um tal James Patrick Gunning, que escreveu livro sobre economia austríaca. Associa tudo à aprendizagem espontânea. À medida que Crusoé gradualmente se torna consciente de sua chamada visão empreendedora, ele aprende. Ele não pode ser dito que planejou seu aprendizado. Portanto, é subconsciente. 329 - Seria algo da natureza humana (pra variar): Kirzner chama o estado de espírito que permite que o aprendizado espontâneo ocorra de alerta. (...) Os indivíduos diferem em seu estado de alerta. Se dois indivíduos têm experiências idênticas de construção de barcos, um pode aprender enquanto o outro não. 330 - Depois de ser reconhecido, um palpite não é mais subconsciente. Assim, também não é mais um aspecto do empreendedorismo de Kirzner . (Pode-se fazer a analogia disso com a história da “hipótese” e da “tese” e depois “lei”?) Palpite de algo que aumentaria a própria satisfaçã...

Econ - Kirzner - Conhecimento e Planejamento Central

Kirzner - Conhecimento e Planejamento Central : 314 - Capítulo 9 do livro “The Meaning Of The Market Process” de Israel Kirzner. 315 - O “problema do conhecimento” aparece aqui como dispersão dos dados. Isso faria com que situações de troca mutuamente benéfica não ocorressem por ignorância pura com relação a tais dados. 316 - Resumo da questão que ele coloca: o s defensores da “versão competitiva” acreditam que podem planejar um mercado em equilíbrio geral (onde todos os preços equivalem a custos de produção) e fazer a população se ajustar a tal plano considerado ótimo. Mas como poderia um planejador central, lidando com zilhões de dados de uma economia, arquitetar tal sistema, se mesmo um planejador individual, lidando com zilhões de dados a menos, é afetado pela ignorância dos dados relevantes para a melhor formulação de seu plano? 317 - O problema do cálculo, em Hayek, não é criar uma forma geral de planejar a produção mais eficiente possível. Seu raciocínio é radicalmente opos...

Econ - Textos Variados LIX

 (continuação...) 306 - Carson não acredita que os gestores do topo ou capitalistas financeiros tenham o nível de informação suficiente para planejar de forma eficiente seu empreendimento. Em tese, as subdivisões das empresas serviriam a esse melhor controle através do sistema contábil de “partidas dobradas”. Porém, ele discorda. “ Um grande problema com o modelo de Mises de planejamento central empreendedor de partidas dobradas é o seguinte: são normalmente as restrições irracionais impostas por alguém do topo que resultam em tinta vermelha nos níveis mais baixos. ” 307 - Afirma que parte do trabalho dos gestores é enganar o mercado acionário e de capitais (e a pressão que esses fazem):  As práticas de organização de “fome” e “ordenha” que Jackall tanto explorou – adiar custos de manutenção necessários, deixar o equipamento e a planta apodrecerem, e coisas do tipo, para inflar o balancete trimestral – resultam dessa própria pressão, tão irracional quanto as pressões que os ge...

Econ - Textos Variados LVIII

Kate Connelly e Esme Choonara - A Planificação Socialista Pode Funcionar : 299 - Cita as ineficiências do capitalismo. Gastos de tempo e dinheiro com publicidade. Superprodução (exemplifica com as moradias abandonadas dos EUA 2008). Produção de armamentos. Competição na área de saúde em vez de cooperação, etc. Cita também a destruição ecológica. (O consumo improdutivo que demanda serviços prestados por trabalhadores para ricos bestas/ostentação poderia ser outro exemplo). 300 - Acreditam também que vários níveis de gestão e burocracia se tornarão desnecessários e serão abolidos. 301 - A planificação de Stalin não era socialista, era baseada na competição econômica em nível mundial. 302 - Controle de baixo para cima. Mandatos revogáveis, quando estritamente necessários e etc. Também significa que as decisões podem ser mudadas caso se observe que existem melhores maneiras de fazer as coisas ou se surgem novas prioridades.   Kevin Carson - Cálculo Econômico na Sociedade Corpor...

Econ - Kalecki - Três Caminhos Para o Pleno Emprego II

(continuação...) 282 - … E se não sobe a produtividade no contexto acima? Aí só há mais três possíveis saídas, combinadas ou não, contra a inflação: a) a redução de investimento; b) redução do consumo dos não-assalariados e c) desemprego. Enfim, essa relação aumento dos salários e inflação depende bastante das demais variáveis. 283 - Afirma que a subida de juros da dívida pública resulta em meras redistribuições internas, não sendo tão nociva, assim, portanto, quanto à externa. (Isso seria um bom argumento se os ricos não mandassem bilhões ou mais em divisas para paraísos fiscais ou mesmo investimentos ou gastos no exterior todo ano. Desequilíbrio nas contas externas está sempre aí. Isso sem falar da possibilidade de aumento do consumo interno improdutivo numa economia muito financeirizada. Ademais, uns 10% ou mais da dívida interna é comprada por estrangeiros) 284 - Um argumento correto que dá é o de que a renda nacional pode crescer acima do juros tornando esse financiamento uma benç...

Econ - Kalecki - Três Caminhos Para o Pleno Emprego I

Kalecki - Três Caminhos Para o Pleno Emprego : 275 - a) “déficit” governamental com investimentos e subsídios; b) Estímulo ao setor privado (como analisado no texto acima/anterior); c) redistribuição de renda das classes de mais alta para as de mais baixa renda (maior propensão marginal ao consumo). 276 - A diferença entre gasto governamental advindo de imposto extra e o mesmo gasto advindo de empréstimos (por isso chamei de déficit, acima): Este dispêndio é financiado por empréstimos, e desta forma não implica a redução do investimento privado (desde que a taxa de juros seja mantida constante) nem do consumo não-subsidiado, e cria, portanto, demanda efetiva adicional. (...) Deve-se notar que o aumento das rendas provoca, depois de algum tempo, uma elevação da receita tributária, de modo que o déficit orçamentário final é menor do que o incremento das despesas governamentais. (Se não houver retração do investimento privado, sim, Kalecki. Se esse não confiar que o investimento ou s...

Econ - Kalecki - Os Aspectos Políticos do Pleno Emprego

Kalecki - Os Aspectos Políticos do Pleno Emprego : 268 - Texto de 1944. 269 - Em um sistema de laissez faire o nível do emprego depende, em grande parte, do assim chamado estado de confiança. Se este se deteriora, o investimento privado declina, do que resulta uma queda do produto e do emprego (tanto diretamente como através do efeito secundário que a queda das rendas exerce sobre o consumo e o investimento). Isso dá aos capitalistas um poderoso controle indireto sobre a política governamental: tudo que possa abalar o estado de confiança deve ser cuidadosamente evitado, porque causaria uma crise econômica. Mas, uma vez que o Governo aprenda o truque de aumentar o emprego por meio de suas próprias despesas, esse poderoso mecanismo de controle perde sua eficácia. Daí que os déficits orçamentários necessários para efetuar a intervenção governamental passam a ser encarados como perigosos. A função social da doutrina da “finança sadia” é fazer com que o nível de emprego dependa do “estad...

Econ - Textos Variados LVII

  José Inácio - A Contribuição Involuntária de Friedman (Defesa do Padrão Ouro)l : 251 - Texto nada argumenta. Keynes simplesmente errou quando criticou a superprodução como sendo a causa da grande depressão de 1929 (também errou quando foi a favor da criação do FMI. O Fundo Monetário Internacional não era pra ser, mas se tornou um mecanismo imperialista, é tanto que o próprio Friedman defendeu a sua abolição). 252 - Afirma que usam Friedman de maneira errada e causam crises por fazerem políticas monetárias. Não se pode controlar a oferta de moeda assim! Políticos maus! Resumo do texto. Deturparam Friedman.   Joseph Salerno - Entendendo a Argentina (Indicação de Rothbard) : 253 - Entrevista de maio de 2002. Crise comendo já. Salerno: é o FMI o responsável pelo desastre que aconteceu na Argentina. Apoiou a dolarização em 1991 parecendo ter prometido que ia salvar qualquer merda que acontecesse. Resultado: influxo de capitais estrangeiros para a Argentina, induzidos pela pe...

Econ - Jorge Chami Batista - II PND (Parte 2)

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 (continuação...) 244 - A ideia, assim, para romper esse estrangulamento externo, era fazer mais uma mudança estrutural na economia brasileira, buscando nova rodada de substituição de importações e, ainda, ampliar a capacidade de exportar. Assim:  Essa estratégia, ao exigir investimentos volumosos e em grande parte de longo prazo de maturação, implicava que o ajustamento externo dar-se-ia de forma gradual . Colher o equilíbrio lá na frente. Retorno de longo prazo. Assumiram os riscos das taxas flutuantes de juros nos financiamentos e de mudanças nos “preços relativos” mundiais. 245 - II PND: Hidroelétricas e maior direcionamento de verbas ao setor ferroviário em vez do rodoviário pretendiam (e conseguiram) uma boa redução da importância do petróleo na matriz energética brasileira (acho que o outro texto fala de uma queda de 43 para 33%, salvo engano). Já as ferrovias continuaram pouco utilizadas. Nem toda obra foi finalizada. 246 - Alguns resultados (realmente atingidos) da mu...

Econ - Jorge Chami Batista - II PND (Parte 1)

  Jorge Chami Batista - II PND : 241 - Texto de 1986. Afirma que o “milagre econômico” contou também com expansão do comércio mundial e das próprias economias (milagres em diversos países); elevação dos preços dos produtos primários e “tremenda liquidez” do sistema monetário internacional. 242 - A produção doméstica de bens de capital até crescia notavelmente (22% ao ano), mas a economia pedia mais, logo, as importações também cresceram numa proporção até ligeiramente maior. 243 - Havia o diagnóstico de “ hiato de divisas ”. Ou seja, a plena utilização dos recursos montados aqui exigia a entrada líquida de capital externo (dólar para importar, creio), ou seja, o déficit em conta corrente. Ao que entendi, não exportávamos o suficiente para compensar essa necessidade. Sem o financiamento externo (endividamento) haveria queda da taxa de poupança (já que ficaria apenas a “interna”, que já era significativa no período, mas não dava conta de tudo) e aumento da capacidade ociosa porta...

Econ - Textos Variados LVI

Jesus Huerta de Soto - O Teorema da Impossibilidade do Socialismo: 229 - É um trecho do livro "Escola Austríaca - Mercado e criatividade empresarial" de Jesús Huerta de Soto . Defende que valor é subjetivo e só mercado pode calcular preços. 230 - Aqui pareceu parece diferente de Hayek: É, portanto, completamente incorrecto pensar que a análise de Mises se referia à impossibilidade do socialismo desde o ponto de vista do modelo formal de equilíbrio ou “lógica pura da escolha”, como muitos e prestigiados autores neoclássicos, incapazes de distinguir entre “teoria” e análise do equilíbrio, equivocadamente acreditaram. (Não explicou muito). 231 - Mises parece indicar que o socialismo só seria possível num equilíbrio estacionário ou algo assim, só que não existiria na prática. Ele diz: No entanto, esta possibilidade tem apenas um carácter conceptual, dado que o estado de equilíbrio é impossível de atingir na vida real onde a informação económica está em constante alteração, pe...

Econ - Jennifer Hermann - Auge e Declínio do Modelo de Crescimento Com Endividamento - o II PND (Parte 4)

 (continuação...) 221 - Simonsen queria um ajuste recessivo, para além do cambial, já em meados de 79, logo após o segundo choque. A resistência foi grande a isso e ele renunciou. Assumiu Delfim. 222 - O texto coloca que o biênio 79-80 só foi de forte crescimento em razão do “crescimento inercial” dos investimentos realizados até então. II PND e tal. 223 - A inflação de 79 e o aumento do preço do petróleo corroeram a primeira maxidesvalorização logo. Então ela não resolveu muita coisa no balanço de pagamentos. Reservas continuaram sangrando muito no biênio. 224 - … O ajuste recessivo em 1981 era finalmente inevitável. Reduzir a demanda interna para gerar excedente exportável. Juros altos também visavam atrair capital para fechar as contas da balança de pagamentos. Porém, com os “juros Volcker”, as reservas continuaram sangrando. Era uma espécie de tempestade perfeita. Veio o primeiro acordo com o FMI, para repor reservas. 225 - Mais contração no M1 e crédito e mais desvalorização (...

Econ - Jennifer Hermann - Auge e Declínio do Modelo de Crescimento Com Endividamento - o II PND (Parte 3)

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 (continuação...) 217 - “Detalhe” de outros textos:  O endividamento subiu de 15,7% do PIB em 1964 para 54% do PIB quando os militares deixaram o poder, em 1984 . Cresceu muito em todos, mas Geisel explodiu. …  O estoque da dívida passou de US$ 13,7 bilhões no início de 1974 para US$ 52,2 bilhões, em 1978, ou quase quadruplicou! A formação de reservas através de mais endividamento manteve bem mais baixa a dívida líquida, que passou de US$ 7,3 bilhões para US$ 13,2 bilhões, ou o dobro do valor de 1973 . (...)  A relação dívida externa/PIB passou de 17% em 1973 para 26% em 1978, ou um crescimento médio de 21% . Pode parecer “não-absurdo” porque o PIB estava inflado de forma insustentável. Quando Figueiredo teve que estourar a bolha, PIB caiu e dívida continuou subindo com os juros Volcker. Proporção bateu 54%.  No governo Figueiredo, sob a regência do ministro Ernane Galvêas, a dívida externa cresceu em media 11,9% ao ano, em contraste com os 23,2% ao ano do gover...

Econ - Jennifer Hermann - Auge e Declínio do Modelo de Crescimento Com Endividamento - o II PND (Parte 2)

(continuação...) 211 - Afirma que os primeiros anos do milagre, até 1971, se aproveitaram da recuperação da capacidade ociosa existente. Coloca, porém, que os anos seguintes foram por expansão da demanda agregada incentivando os investimentos privados. Assim, em 1974, muitos desses investimentos estavam “no meio” da história. Uma forte desaceleração econômica poderia ser um desastre, por isso os empresários demandaram a continuidade do crescimento. 212 - Geisel assumiu em 74, mesmo ano da derrota da Arena no parlamento, o que fortalecia sua tese de que o governo tinha que se tornar moderado no autoritarismo, a fim de não continuar inflamando a oposição - MDB e elites locais. Queriam se unir aos empresários, em oposição à “ala dura” e às esquerdas. Não era hora de ortodoxia econômica portanto. 213 - Mario Henrique Simonsen estava de olho na inflação que bateu 46% em 76. A política monetária e fiscal passou a ser contencionista. Ainda assim, o crédito continuava a se expandir. A inflação...

Econ - Jennifer Hermann - Auge e Declínio do Modelo de Crescimento Com Endividamento - o II PND (Parte 1)

  Jennifer Hermann - Auge e Declínio do Modelo de Crescimento Com Endividamento - o II PND : 203 - Com o milagre, cresceu a indústria de bens de consumo duráveis, o que ampliava, porém, a dependência externa em relação a de bens de capital. Importações crescem portanto. 204 - Também aumentou a necessidade de petróleo. Importávamos 60% dele e passamos a importar 81%. 205 - Ao mesmo tempo, o aumento da dívida externa exigia superávits comerciais para pagar, sob pena de aumento do mesmo e um ciclo vicioso. 206 - Ficamos sujeitos a uma demanda externa que tinha que permanecer em crescimento. Também à liquidez internacional e, por fim, a uma política cambial adequada. Se faltam esses ingredientes, só resta a saída indigesta da desvalorização cambial e/ou freio das importações e, portanto, do crescimento. 207 - Os choques do petróleo e os juros de Reagan matariam tudo. 208 - O primeiro choque tornou o balanço de conta corrente bem deficitário. A “saída” para isso foi se aproveitar ...

Econ - Textos Variados LV

  (...)   Imprensa e Neoliberalismo no Brasil (1995-1998) - Análise da Revista Veja : 133 - É um projeto de pesquisa. Muito senso comum, porém. Talvez algumas contribuições: Um novo setor da burguesia brasileira que tem a sua ascensão diretamente relacionada com a política neoliberal, é a nova burguesia de serviços. Este setor opera nas áreas de educação, saúde e mais recentemente na previdência privada. A burguesia de serviços é diretamente beneficiária do desmanche da área social do Estado, isto é, da redução dos gastos e dos direitos sociais. Como todas as frações burguesas no interior do bloco no poder, além do imperialismo, exercem uma forte pressão sobre o Estado para que reduza os gastos sociais, a nova burguesia de serviços se beneficia da ação conjunta de todas as frações de classe 134 - Gramsci fala que o governo moderno necessita do “consenso” dos governados. Apresenta citação nesse sentido mais à frente. “Outra” questão: A sociedade civil é aqui entendida como ...

Econ - IPEA - Fantástico Trabalho Sobre Queda da Desigualdade no Brasil II

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 (continuação...) 184 -  Por fim, observa-se na Tabela 4 que a participação do governo central brasileiro na arrecadação total, em torno de 66%, não difere significativamente das de outras federações como os Estados Unidos (61%), Alemanha (66%) e Argentina (62%). Quanto a este aspecto, é notável o caso do Canadá, onde o governo central arrecada apenas 50% do total dos recursos de origem tributária. 185 - Capacidade tributária - esforço tributário - é importante na comparação. Exemplo:  Espera-se que países onde o Estado tem grande participação na provisão de bens privados que apresentam forte externalidade positiva, como educação e saúde, tenham maior capacidade tributária, porque tal provisão substitui a aquisição desses bens no mercado, liberando recursos que se destinariam ao consumo privado. Da mesma forma, a provisão de previdência social pública é um substituto da poupança privada e, como tal, amplia os recursos da sociedade que podem ser postos à disposição do Esta...