Postagens

Mostrando postagens com o rótulo Impulso

Manoel Pires e Carolina Resende - O impulso de multiplicador fiscal...

Imagem
       Texto -  Manoel Pires e Carolina Resende - O impulso de multiplicador fiscal implementação e evidência para o Brasil 1 - Por vezes, ignora-se que cada tipo de despesa possui um multiplicador específico . 2 - ...Ou seja, vai à raiz da coisa!: ... é possível verificar que o tamanho do multiplicador fiscal é afetado pela composição da política fiscal. Assim, explica como é possível conciliar a possibilidade de que os multiplicadores, no agregado, sejam pequenos apesar de serem elevados em determinados tipos de despesa, como o investimento público. Esse resultado realça a importância da composição da política fiscal no desenho das políticas econômicas e mostra que multiplicadores fiscais baixos não são sinônimos de ineficácia de política fiscal, mas de uma política que foi mal formulada ou implementada . 3 - O resultado primário estrutural leva em conta a receita potencial do governo. Ou seja, o nível de arrecadação consistente com o pleno emprego das forças...

Filosofia - Textos Diversos XXV - Freud - Textos Selecionados

  Freud - Textos Selecionados : 402 - Nem tudo é razão. Temos impulsos. Talvez tudo isto não tivesse nada de novo em si. Mas Freud mostrou que essas necessidades básicas podiam vir à tona disfarçadas e tão modificadas que não seríamos capazes de reconhecer sua origem. 403 - Fazia uma arqueologia da alma para escavar o passado. 404 - O bebê é puro “id”. Aí vem o princípio da realidade (ou seja, à necessidade de encontrar objetos que possam satisfazer ao id sem transgredir as exigências do superego ) e com ele o ego. Passamos a reprimir nossos desejos. O superego é a repressão que vem de fora. Repressão aos desejos (isso é feio) gera neuroses e pode virar uma histeria. O autor cita o exemplo da mulher que tinha uma irmã e se apaixonou pelo cunhado. Assim que a irmã morreu pensou que agora era livre pra casar com ele. Viu o quanto isso era horrível e reprimiu até esquecer que houve isso. 405 - Não podemos ter presente em nossa consciência, o tempo todo, todas as experiências que...

Filosofia - Textos Diversos IX - David Hume e a Questão Básica da Crítica da Razão Prática

  David Hume e a Questão Básica da Crítica da Razão Prática, por Eduardo Chaves : 188 - Se… ações são boas, porém, somente como meios para um certo fim, e as máximas que as dirigem não devem ser chamadas de leis, pois são somente preceitos práticos e razoáveis ". 189 - Para Kant, o dever precede e determina a bondade de uma ação. Já a ética de Hume é o contrário e, por isso, ele não vê como algo racional. O bem é sempre instrumental ou relativo. Porém, o “correto” não (para Kant). 190 - Bonitas naturalis tem a ver com o bem que busca a felicidade e harmonia. Contudo, há, além da bonitas naturalis, um bem que é ainda mais elevado: o bem moral, a bonitas moralis, que é o bem absoluto, ou o bem que não leva em consideração desejos ou inclinações, o bem que não é instrumental a algum outro tipo de propósito, mas é intrinsicamente bom. A razão que a visa não tem a ver com meios ou instrumentos. Ou seja, é a razão pura. Daí o imperativo categórico. 191 - Hume diz que há os que ...