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Econ - Maurício Chalfin Coutinho - Incursões Marxistas (Economia Brasil)

  Anotações Sobre “ Economia Pura ” (Antigos V).   Pura entre aspas .     Obs.: Estes textos da pasta NÃO estão organizados por ordem de data. Ordem alfabética.   Maurício Chalfin Coutinho - Incursões Marxistas (Economia Brasil) : 1 – Defende que a economia política marxista não exerceu um impacto decisivo no pensamento econômico brasileiro . Cita Guido Mantega como autor que discorda sobre não haver essa influência. CEPAL é que comandou a parada e os “marxistas” teorizavam de acordo com os objetivos pragmáticos da orientação política, defende. A subordinação ao desenvolvimentismo revela também a pequena criatividade do marxismo brasileiro. 2 - Os trabalhos de Sergio Silva (1976), João Manuel Cardoso de Mello (1985) e Ignácio Rangel (2000) são três bons exemplos do que aqui se denomina de estudos de desenvolvimento econômico influenciados pelo marxismo. A temática destes trabalhos é a da industrialização; no caso de Rangel, trata-se de ensaios sobre as...

Lula e PT - Textos Diversos VI - Jorge Almeida - Análise de Conjuntura do Governo Lula

  Jorge Almeida - Análise de Conjuntura do Governo Lula: 87 - Menciona a decepção da esquerda com a austeridade de 2003. Entre outros fatores, houve o corte de 14 bilhões do orçamento da União . 88 - Pior momento da popularidade de Lula: 13 e 14. Dez. 2005: Positivo - 28; Regular - 41; Negativo - 29 . 89 - Há uma certa tolerância à situação econômica no primeiro ano de governo: Em dezembro de 2003 (Sensus), 32% consideram que sua renda mensal diminuiu e apenas 12% que aumentou (para 52%, permaneceu igual). (Talvez também por isso Bolsonaro só agora esteja derretendo). A pesquisa de opinião teve vários pontos em que opinaram como “piorou” ou “manteve como está”. 90 - Porém, o principal responsável pelo desemprego, em agosto de 2003, ainda era FHC, sendo considerado responsável exclusivo por 40%, enquanto a responsabilização exclusiva de Lula era de apenas 9%. 91 - Lula em 2004: Lula era “simpático” (86%), “humilde” (85%), “moderno” (71%), “inteligente” (65%) e “democrático...

Marxistas - Textos Diversos LIX - Las Razones Del Neodesarrollismo (Marini, Resposta a FHC)

  Marini - Las Razones Del Neodesarrollismo (Resposta a FHC) : 931 - Em espanhol, mas vamos lá… Afirma que nunca defendeu que o capitalismo aqui ia estancar e sim que haveria crise, a qual podia ser superada pelo próprio desenvolvimento capitalista. Enfim, acusa os brasileiros de terem criado um espantalho nesse ponto (sei não…) 932 - Diz que Celso Furtado e o CEPAL é quem acreditavam que era “independência ou estancamento”. 933 - (Não sei se é o fato do texto está em espanhol, mas não estou entendendo algumas acusações de “distorcimento” que ele faz contra a dupla brasileira). 934 - (Não entendo 100% das frases. Nem a pau. Isso complica, pela complexidade do assunto). 935 - Defende que se o preço de um produto industrializado de país desenvolvido se mantém a despeito de redução do seu valor - tempo socialmente necessário para produzí-lo -, haverá transferência de valor do país importador desse produto para o exportador… (Por que o preço se manteria?) 936 - Critica o “sociolo...

Marxistas - Textos Diversos XXXII - As Desventuras da Dialética da Dependência (FHC e Serra)

 (continuação...) 490 - No caso das exportações, FHC e Serra trouxeram amplos dados que mostraram o oposto (!) do que Marini pretendia provar. O saldo da balança comercial foi razoavelmente negativo no período. As exportações cresceram, porém as importações também. E mesmo que se considere apenas o crescimento das exportações, o que seria errado, explicariam apenas ⅛ do crescimento do PIB. |E a exportação de manufaturados explicariam apenas ⅓ desses ⅛. Ou seja, 1/24 avos do crescimento do PIB. 491 - Portanto, que subimperialismo é esse exatamente? 492 - Ademas, a produção industrial triplicou, mas apenas cerca de 3% disso se deveu aos produtos feitos para exportação.... 493 - Em verdade, quem explicou ⅔ (Aí sim um valor relevante!) do crescimento do PIB de 65 a 75 foi o consumo privado! A elevação de renda da classe média alta e o financiamento do consumo proporcionaram isso. 494 - O emprego industrial e a produção manufatureira cresceram enormemente, também ao contrário do que Mar...

Marxistas - Textos Diversos XXXI - As Desventuras da Dialética da Dependência (FHC e Serra)

  FHC e Serra - As Desventuras da Dialética da Dependência (Crítica a Marini) : 472 - Janeiro de 78. Estavam no CEBRAP. Ainda eram “socialistas”. 473 - Coloca que inicialmente boa parte da esquerda esperou a etapa “burguesa” da revolução brasileira. Quando viu que a burguesia nacional optou pela ordem a arriscar governar com as massas, a esquerda - ou boa parte - colocou que agora era socialismo ou estagnação das forças produtivas. (E, pra falar a verdade, nem eu, nem Serra, nem FHC, sabemos porque falavam em “estagnação”, já que o PIB continuava a crescer). 474 - A CEPAL (Prebisch e Singer) considerava que a troca desigual entre os países centrais e periféricos só tinha a piorar, afinal, é mais fácil ter ganho de produtividade na produção secundária do que na primária (agricultura), que evolui de forma mais lenta (ou pelo menos evoluia, naquela época). 475 - … Isso se dava (não entendi se “também” ou “exclusivamente”), segundo Prebisch, porque a indústria dos países centrais ...