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Livro: João Bernardo - Economia dos Conflitos Sociais - Capítulo 7 (PARTE "B")

                                                                                  Livro: João Bernardo - Economia dos Conflitos Sociais (...)  Pgs. 371-399 " CAPÍTULO 7 : "Economia dos processos revolucionários " 284 - Mais um exagero? Vamos ver o desenvolvimento da tese. Coloca que são tipo os ciclos de Kondratiev.  Considero que a assimilação das instituições degeneradas, surgidas nas formas autônomas de luta, ritma o que denomino ciclos longos da mais-valia relativa . 285 - ... A fase de ascensão de formas autônomas de luta marca o início de um ciclo longo de mais-valia relativa . (...)  Quanto mais solidamente a fase de assimilação parece estar implantada, mais começam, porém, a difundir-se novos tipos de luta autônoma, cuja recuperação é inviável no in...

Livro: Ha-Joon Chang - Economia: Modo de Usar - Capítulo 7

                                                         Livro: Ha-Joon Chang - Economia: Modo de Usar Pgs. 195-222 " CAPÍTULO 7 : "Como cresce o seu jardim? -  O MUNDO DA PRODUÇÃO " 151 - Guiné Equatorial. Um país pequeno de 700 mil pessoas. É o país mais rico da África, com um PIB per capita de 20703 dólares, com dados de 2010. Nos últimos vinte anos tem sido uma das economias com crescimento mais acelerado do mundo. Entre 1995 e 2010 seu PIB per capita cresceu 18,6% ao ano — mais que o dobro da taxa da China, a estrela internacional do crescimento, que cresceu “apenas” 9,1% ao ano. (ou era em 2010. No ranking do FMI de 2022, Botswana está na frente). 152 - ...Milagre econômico? Que nada!  Nada mudou na economia do país exceto a descoberta de uma grande reserva petrolífera em 1996 . (...)  Em 1995, o PIB per capita da Gui...

Econ - Fordismo, Toyotismo e Volvismo

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  Fordismo, Toyotismo e Volvismo : 345 - Texto meio antigo. 1992. Saiu numa revista de administração de empresas. Começa citando A nous la liberté. Filme de 1931 de René Clair. Parece bom. Embora o cara tenha spoilado. 346 - Metas. Organização e instruções claras e eficientes. Controlar e detalhar. Taylor. 347 - O problema é que isso gera um baixo grau de envolvimento e capacidade crítica. 348 - Coloca que Ford, mais do que a linha contínua de montagem, inovou com a simplicidade de montagem e intercambialidade das partes. Serve até para as máquinas, que passaram a estar em sequência lógica e fazer uma tarefa por vez. O trabalhador mal sabia que tarefa era a que o vizinho do lado executava. O operário nem tinha como ter perspectiva de carreira. 349 - Afirma que a falha de Ford - a centralização de todas as decisões -, nos anos 30, foi corrigida pela GM, que criou uma forma melhor de controlar companhias gigantescas, criando departamentos - marketing, finanças - e variedade de p...

Econ - Eleutério Prado - Marx e a Experiência Socialista

  Eleutério Prado - Marx e a Experiência Socialista : 266 - “ Já na sociedade futura, as necessidades de consumo são determinadas ex-ante em relação à produção; passa-se assim de um sistema baseado na “produção pela produção” para um sistema fundado na “produção para o consumo ”. 267 - O tal problema do cálculo econômico: “ Mas não seria possível obter os preços matematicamente, a partir dos dados do problema, ou seja, a partir do conhecimento das preferências dos consumidores, das técnicas de produção existentes e dos volumes de recursos primários, trabalho e terra, disponíveis? “ 268 - Hayek respondia que, para isso, o sistema de equações seria utopicamente imenso e, pior, sempre em mutação (em tempo real).  Oskar Lange aceitou os termos do debate proposto pelos liberais, argumentado que seria possível construir uma réplica algorítmica e centralizada do mercado.  Propôs um  processo de tatônement, supostamente semelhante ao do mercado . (tateando) …  dado um c...

Econ - Debate de Economistas Brasileiros Sobre Fim do Socialismo (1990) II

 (continuação...) 131 - Coloca que a análise não deve almejar a autonomia do indivíduo no processo de trabalho e enfatiza a cooperação social e subordinação dela decorrente segundo ela:  A subordinação técnica e hierárquica continua. Aqui como em qualquer sociedade complexa imaginável. A idéia de quem quiser caçar caça é um completo absurdo. Isso de dizer que não vamos abrir mão da autonomia dos indivíduos não leva a nada. (...) vocês não vão imaginar que a gente vá regressar a uma sociedade primitiva em que quem quiser caçar caça, quem quiser pescar pesca. A complexidade da divisão social do trabalho é crescente e será crescente.  Daí vai defender inclusive um “mínimo de hierarquia”. Mais à frente: “ Eu considero que não há nenhuma sociedade, a partir do desenvolvimento tecnológico, em que a autonomia no processo de trabalho seja viável. Vou dar um exemplo. No Japão, as multinacionais e as grandes corporações organizam o processo de trabalho justamente sem autoritarismo ...

Econ - Benedito Rodrigues de Moraes Neto - Século XX e a Teoria Marxista do Processo de Trabalho

  Benedito Rodrigues de Moraes Neto - Século XX e a Teoria Marxista do Processo de Trabalho : 411 - A humanidade e as primeiras manufaturas. O texto diferencia “skills” de “conhecimento”. Skills são adquiridos individualmente e envolvem a combinação de aprendizagem abstrata, aptidão e experiência. 412 - Maquinaria e seu processo de transformação do homem em apêndice da máquina é saudado por Ure na época de Marx: “Regozijo-me ao ver que a ciência promete agora resgatar este ramo da indústria (indústria da lã) dos caprichos do trabalho manual e colocá-lo, como aos demais, sob o domínio do mecanismo automático.” 413 - Trata-se de colocar o processo de trabalho sob o domínio do capital . 414 - “ Tudo o que Marx anuncia em relação às características especificamente capitalistas do processo de trabalho (parcelamento de tarefas, incorporação do saber técnico no maquinismo, caráter despótico da direção), o realiza Taylor, ou mais exatamente, lhe dá uma extensão que até então não havia...

Econ - Ricardo - Curva de Phillips Aceleracionista, Conflito Distributivo e Inflação (CCE) I

Ricardo - Curva de Phillips Aceleracionista, Conflito Distributivo e Inflação : 204 - A macroeconomia do novo consenso (Blinder(1997)), pode ser representada por três equações: uma curva IS, uma regra de Taylor (função resposta do Banco Central via taxa de juros para colocar a inflação na meta) e uma curva de Phillips aceleracionista, como resume Lavoie et alli (2006). (...) Utilizando este modelo, muitos economistas nos E.U.A. previam no fim da década de 90 uma forte aceleração da inflação quando a taxa de desemprego estava caindo, mas o que se observou (ver gráfico 1) foi que a inflação e o desemprego caíram juntos. 205 - Alguns autores (Serrano(1986), Ros(1989), Lara (2008)) mostram que a inflação, quando entendida apenas como inercial, apresenta problemas. Um modelo mais geral para entender a inflação deve levar em conta uma inércia parcial (mecanismos formais e informais de indexação) e a existência de conflito distributivo. O conflito, por sua vez, é visto não só do ponto de v...

Maurício Tragtenberg - Textos Diversos II - A Teoria Geral da Administração é Uma Ideologia

A Teoria Geral da Administração é Uma Ideologia : 317 - Texto de 1971. Na verdade, acho que é um capítulo do famoso livro “Ideologia e Burocracia”. O modo de produção asiático foi mencionado por Mills e Montesquieu. Só depois que Marx sistematizou. São áreas com grande extensão desértica que pedem, necessariamente, maior organização da produção em razão da necessidade de irrigação. Surge a burocracia, com supervisão e monopólio do poder político. 318 - Na China uma classe letrada de funcionários faziam o plano de controle das águas a ser executado pela classe de cultivadores passivos e ignaros. Surgem governos e líderes teocráticos. 319 - A própria Rússia, sob influência dos mongóis em 1200 e algo, passam por tal autoritarismo. Vale lembrar que Genghis Khan possuía um conselheiro chinês. 320 - A tecnoburocracia dirige coletivamente os meios de produção na URSS. 321 - As bonificações - pelo atingimento das metas - faziam com que os salários dos diretores das empresas pudesse ser b...