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Mostrando postagens com o rótulo Mercantilismo

Livro: Ha-Joon Chang - Economia: Modo de Usar - Capítulo 4 (PARTE "A")

                                                    Livro: Ha-Joon Chang - Economia: Modo de Usar Pgs. 85-107 " CAPÍTULO 4 : "Que desabrochem cem flores - COMO “FAZER” ECONOMIA " 67 - Um capítulo de História das Ideias em Economia, digamos assim. Autores de escola X ou Y não necessariamente "fecham com elas" em tudo.  Um exemplo ainda mais complicado é Frank Knight, um economista do início do século XX, que lecionou na Universidade de Chicago. Ele é em geral visto como um economista austríaco (não, não por causa de sua nacionalidade — ele era norte-americano), mas tinha muita influência dos institucionalistas, e algumas de suas ideias têm contato com as teses dos keynesianos e dos behavioristas. 68 - Gostei da ideia de botar uma frase-resumo pra cada escola:  A escola clássica: Resumo: O mercado mantém todos os produtores em alerta por mei...

Livro: Celso Furtado - Formação Econômica do Brasil (2003) - Prefácio e Capítulos 1 a 3

                                       Livro: Celso Furtado - Formação Econômica do Brasil (2003) Pgs. 1-18 " Prefácio e Introdução " 1 - Formação Econômica do Brasil / Celso Furtado. 32ª ed. — São Paulo - Companhia Editora Nacional, 2003. — (Biblioteca Universitária. Série 2) - 1ª impressão . 2 - Plínio de Arruda Sampaio fez o prefácio.  A reflexão de Furtado sobre subdesenvolvimento parte da constatação de que as premissas históricas que viabilizam o desenvolvimento não estão presentes nas economias subdesenvolvidas. A situação periférica e a reprodução de grandes assimetrias sociais criam bloqueios à inovação e à difusão do progresso técnico que inviabilizam a endogeneização do movimento de transformação capitalista . A desigualdade impulsionaria o subdesenvolvimento. 3 - ... Escrito na virada da década de cinquenta , no calor das lutas sociais que culminariam com a campanha pelas...

Livro: Leda Paulani e Marcio Braga - A Nova Contabilidade Social - Capítulos 6 e 7

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                   Livro: Leda Paulani e Marcio Braga - A Nova Contabilidade Social Pgs. 199-214 " CAPÍTULO 6 : "A MOEDA: IMPORTÂNCIA E FUNÇÕES " 127 - Diferenciam economia do escambo, na qual já há excedente e alguma troca, de economia monetária, intermediada pela moeda. Esta última elimina a necessidade de coincidência de desejos que há no escambo. 128 -  Se um bem qualquer não for unidade de conta, ele poderá ocasionalmente funcionar como meio de troca, mas não será moeda . Quando é unidade de conta, o bem tem o mesmo valor monetário/preço pra todo mundo. Não há valoração subjetiva, digamos assim. Ninguém vai trocar/comprar uma nota de dez reais qualquer por onze reais.  129 - Moedas não precisam ser usadas imediatamente. A moeda permite-nos alocar nossas transações no tempo de acordo com nossas conveniências, e e nesse sentido que ela funciona como reserva de valor. Há outros bens são reservas de valor até melhor...

Livro: John Galbraith - O Pensamento Econômico em Perspectiva - Capítulo 4

                                                                                                                                                                 Livro: John Galbraith - O Pensamento Econômico em Perspectiva Pgs. 29-41 " CAPÍTULO 4 : "Os mercadores e o Estado " 22 - Alexander Gray sobre o mercantilismo que tomou conta da Idade Moderna: “ O mercantilismo foi tudo menos um 'sistema'; foi primordialmente um produto das mentes de estadistas, de altos funcionários públicos, e de líderes financeiros e comerciais da época ”. 23 - Muda o cotidiano. As cidades crescem. Navios traziam...

Livro: Alfred Marshall - Princípios de Economia Vol. I - Capítulos 2, 3, 4, "5", "6" e "7"

                                          Livro:  Alfred Marshall - Princípios de Economia Vol. I (Os Economistas) (1890) Pgs. 85-96 " CAPÍTULO 2 : "A Substância da Economia " 18 - Algumas afirmações parecem românticas?  A verdade é que as melhores energias dos mais hábeis inventores e organizadores de métodos e instrumentos aperfeiçoados são mais estimuladas por uma nobre emulação do que pelo amor ao dinheiro em si . 19 - Isto aqui tem a ver com o valor-de-uso e a questão das preferências:  Os prazeres que duas pessoas sentem com o uso do fumo, por exemplo, não podem ser diretamente comparados; nem mesmo a sensação que uma pessoa experimenta, com isso, em diferentes ocasiões. Mas se encontramos uma pessoa em dúvida sobre se deve gastar uns poucos centavos em um charuto, numa xícara de chá ou em tomar uma condução em vez de andar a pé, então podemos, comumente, dizer q...

Livro: Hunt, E. K. - Historia do Pensamento Econômico - Capítulo 2

        Livro: Hunt, E. K. - Historia do Pensamento Econômico Pgs. 55-77 " CAPÍTULO 2 : "Ideias Econômicas Anteriores a Adam  Smith " 51 - Nesse período, o capital industrial ainda era bastante insignificante e pouco visível, enquanto o capital comercial era difundido e significativo . Primeiros Escritos Mercantilistas sobre Valor e Lucro 52 - Colocam que este capítulo se baseia bastante num livro de Meek. 53 - Barbon trazia um resumo do tópico "mercantilismo e valor" para os primeiros mercantilistas: a) preço é o valor; b) não teria como saber o valor "ex ante": É impossível, para o mercador, ao comprar suas mercadorias, saber por quanto as venderá: seu valor depende da diferença entre a ocasião e a quantidade. (...) o preço depende de tantas  circunstâncias, que é impossível sabê-lo ; c) o valor tem a ver com o uso e a escassez. 54 - Já se fazia claras relações baseadas na lei da oferta e demanda. 55 - Na verdade, Hunt colocará que o lucro, na época...

Econ - Textos Variados XXXI (CCE)

Cristina - Securitização dos Bancos, Razões Históricas, Econômicas e Políticas : 61 - Diferença entre bancos e outras companhias: captam recursos através de depósitos, enquanto as outras captam através de títulos. 62 - Creio que aqui está falando dos debêntures: Assim elas lançaram os commercial papers. Estes títulos foram bem-sucedidos e se expandiram, de forma que hoje as grandes empresas preferem tomar no mercado de capitais a tomar nos mercados de crédito. Dessa forma, a securitização implica na desintermediação financeira, isto é, a instituição financeira não exerce mais o papel de intermediária de crédito. 63 - Os bancos usufruem da vantagem competitiva de estarem aptos a serem os mais eficientes na administração de riscos para operar no mercado de capitais (mesmo sendo necessário informação pública). (...) Nos mercados privados há baixa transparência das informações relativas à empresa demandante de recursos. Os bancos possuem informações das empresas/clientes “seja porque a...

Marxistas - Textos Diversos C - A Polêmica Sobre a Ausência de Proletariado e a Estratégia (Arcary)

  Valerio Arcary - A Polêmica Sobre a Ausência de Proletariado e a Estratégia : 1657 - Afirma que a falta de lideranças proletárias, no Fórum Social Mundial, de um país que viveu nos anos 80 um ascenso operário é sintomático. Intelectuais e ditos socialistas parecem crer que o operariado foi “assimilado” pela sociedade de consumo, afirma Arcary. Depois de 68, também houve isso. Os revolucionários seriam os jovens e estudantes. Ou mesmo funcionários altamente especializados. Ou massas camponesas pobres. 1658 - A interpretação que dá à passagem ao capitalismo um caráter de transição suave (advinda da coexistência de práticas mercantis e capitalistas no período pós-feudal) ignora, para o autor, as seguintes revoluções: a revolução nacional dos Países Baixos contra a Espanha no séc.XVI, a revolução do parlamento contra os Stuarts na Inglaterra do XVII e a revolução francesa no XVIII . 1659 - Bem interessante esta parte histórica aqui: A extensão e generalização das relações merca...