Postagens

Mostrando postagens com o rótulo Decisões

Livro: Kahneman - Rápido e Devagar - Duas Formas de Pensar - Capítulos 33, 34 e 35

Imagem
                                                                         Livro: David  Kahneman - Rápido e Devagar - Duas Formas de Pensar (2011) Pgs. 248-254 " CAPÍTULO 33 : "REVERSÕES " 401 -  A discrepância entre a avaliação isolada e a avaliação conjunta do cenário do assalto pertence a uma família ampla de reversões de julgamento e escolha. As primeiras reversões de preferência foram descobertas no início dos anos 1970, e muitas reversões de outros tipos foram relatadas ao longo dos anos . O exemplo inicial compara dano moral por ter sido assaltado em loja que ia sempre ou numa loja em que teve que ir outro dia porque a de sempre estava fechada. "Se ao menos ele tivesse ido na sua loja de sempre, coitado". O "emocional" faz com que receba mais nesse segundo caso. Se a análise for isolada da...

Livro: Kahneman - Rápido e Devagar - Duas Formas de Pensar - Capítulos 23 e 24

Imagem
                                                                       Livro: David  Kahneman - Rápido e Devagar - Duas Formas de Pensar (2011) Pgs. 173-179 " CAPÍTULO 23 : "A VISÃO DE FORA " 271 - Conseguiu convencer o Ministério da Educação de Israel a incluir "tomada de decisão" no currículo e montou equipe pra escrever livro.  Tudo que podíamos enxergar era um plano razoável que devia produzir um livro em cerca de dois anos, conflitando com estatísticas que indicavam que outras equipes haviam fracassado ou levado um tempo absurdamente longo para completar sua missão . (...)  As estatísticas que Seymour forneceu foram tratadas como taxas-base normalmente são — você toma nota e prontamente põe de lado. (...)  Após alguns minutos de discussão sem rumo, respiramos fundo e seguimos em frente...

Livro: Kahneman - Rápido e Devagar - Duas Formas de Pensar - Capítulos 17, 18 e 19

Imagem
                                                                     Livro: David  Kahneman - Rápido e Devagar - Duas Formas de Pensar (2011) Pgs. 125-131 " CAPÍTULO 17 : "REGRESSÃO À MÉDIA " 196 -  Importante princípio de treinamento de habilidade: recompensas por desempenho aperfeiçoado funcionam melhor do que punição por erros. Essa proposição é apoiada por grande evidência de pesquisa com pombos, ratos, humanos e outros animais . Por que então o instrutor, indignado, disse que via uma manobra melhor logo após "punir" (reclamar veementemente) uma ruim e via outra manobra pior logo após "elogiar" a manobra boa? Não seria o contrário então?!  O que ele havia observado é conhecido como regressão à média, que nesse caso se devia a flutuações aleatórias na qualidade do desempenho . (...)  O instru...

Livro: Kahneman - Rápido e Devagar - Duas Formas de Pensar - Capítulos 3 e 4

Imagem
                                                                 Livro: David  Kahneman - Rápido e Devagar - Duas Formas de Pensar (2011) Pgs. 32-39 " CAPÍTULO 3 : "O CONTROLADOR PREGUIÇOSO " 38 -  Normalmente é fácil e de fato bastante agradável andar e pensar ao mesmo tempo, mas em casos extremos essas atividades parecem competir pelos recursos limitados do Sistema 2 . (...)  Por minha experiência, sou capaz de pensar enquanto caminho, mas não consigo empreender um esforço mental que imponha uma carga pesada sobre a memória de curto prazo .   39 - ... Embora eu não tenha conduzido um estudo sistemático, desconfio que a comutação frequente de tarefas e a aceleração do trabalho mental não sejam intrinsecamente prazerosos, e que as pessoas os evitam na medida do possível. É assim que a lei do menor es...

Livro: Kahneman - Rápido e Devagar - Duas Formas de Pensar - Introdução e Capítulos 1 e 2

Imagem
                                                                Livro: David  Kahneman - Rápido e Devagar - Duas Formas de Pensar (2011) Pgs. 1-17 " INTRODUÇÃO " 1 - Queriam - ele e Amos Tversky - testar se as crianças eram boas estatísticas intuitivas. Notaram que mesmo professores de estatísticas não eram, porém.  A certa altura descobrimos, para nosso imenso deleite, que tínhamos ideias tolas idênticas acerca das futuras profissões de diversas crianças muito pequenas que ambos conhecíamos. Podíamos identificar o advogado argumentativo de 3 anos de idade, o professor nerd, a psicoterapeuta compreensiva e levemente intrusiva. Claro que essas previsões eram absurdas, mas mesmo assim nós as achávamos atraentes. Também estava claro que nossas intuições eram governadas pela semelhança de cada criança com o estereótipo cult...