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Mostrando postagens com o rótulo Greves

Livro: Armen A. Alchian, William R. Allen - Universal Economics - Capítulos 40 e 41

                                                                                                                                       Livro: Armen A. Alchian, William R. Allen - Universal Economics Pgs. 689-706 " CAPÍTULO 40 : "COALIZÕES TRABALHO-MERCADO " 488 -  EUA: A porcentagem da força de trabalho em sindicatos pairava em torno de 5% antes da década de 1930, mas depois do Wagner Act em 1935, subiu para cerca de 30% na década de 1950. Desde então, caiu de forma relativamente constante para menos de 12%. (...)  Funcionários do governo têm uma taxa de sindicalização de quase 40%, e...

Livro: C. Goodhart e M. Pradhan - The Great Demographic Reversal - Capítulo 8

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                                                                                                                  Livro: Charles Goodhart e Manoj Pradhan - The Great Demographic Reversal Pgs. 132-143 " CAPÍTULO 8 : "A  curva  de  Phillips " 124 - Quando o desemprego é baixo, a procura de mão-de-obra é elevada em relação à oferta disponível e os salários aumentam mais rapidamente. Quando o desemprego é muito mais elevado, a oferta supera a procura e os salários/preços podem começar a cair. 125 - Por que a primeira (e "errada") curva era um "L"? (Os preços/salários só começavam a aumentar depois que praticamente todo mundo empregável estives...

Livro: Alan Greenspan - Capitalismo na América - Capítulo 10

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                                                                                                          Livro: Alan Greenspan - Capitalismo na América Pgs. 344-387 " CAPÍTULO 10 : "A ERA DO OTIMISMO " 333 - A primeira grande "conquista" de Reagan, trazida por seu fã Greenspan, foi a quebra do poder dos sindicatos. Combateu greves nacionais. Exemplifica com a dos trabalhadores do controle de tráfego aéreo em 1981. Reagan deu um ultimato aos grevistas: voltar ao trabalho dentro de 48 horas ou perder o emprego . Ao fim, o público acabou ficando ao lado do presidente, vendo o caos gerado. 334 - Greenspan coloca, porém, que as greves e a filiação sindical já vinham caindo desde antes e que o contexto era de ampliação das ter...

Livro: Alan Greenspan - Capitalismo na América - Capítulo 6

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                                                                                                      Livro: Alan Greenspan - Capitalismo na América Pgs. 201-232 " CAPÍTULO 6 : "O NEGÓCIO DA AMÉRICA SÃO OS NEGÓCIOS " 194 - EUA e o pós-Wilson: Harding jogava pôquer uma vez por semana com amigos, nem todos modelos de cidadania, e golfe duas vezes, aperfeiçoando sua habilidade de acertar bolas no terreno da Casa Branca para seu Airedale Terrier, Laddie Boy, ir pegar. Coolidge se orgulhava de nunca trabalhar mais do que quatro horas por dia e nunca dormir menos de onze horas por noite. “Seu dia ideal”, brincou H. L. Mencken, “é aquele em que absolutamente nada acontece”. Eram homens que queriam e conseguiram governo pequeno e redução d...

Livro: Alan Greenspan - Capitalismo na América - Capítulo 5

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                                                                                                     Livro:  Greenspan, Alan; Wooldridge, Adrian. Capitalismo na América: Uma história Pgs. 162-200 " CAPÍTULO 5 : "A REVOLTA CONTRA O LAISSEZ-FAIRE " 155 - O ano da indignação contra o padrão-ouro é 1896. A história americana foi pontuada por grandes discursos: o de Lincoln em Gettysburg, o discurso de posse de John Kennedy, o discurso “Eu tenho um sonho”, de Martin Luther King Jr. O discurso da “Cruz de Ouro” de William Jennings Bryan foi mais um . (...) a oposição ao padrão ouro vinha crescendo havia anos, com fazendeiros reclamando da deflação, e os “silverites” (defensores da adição do padrão prata, muitos deles proprietários de min...