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Livro: João Bernardo - Economia dos Conflitos Sociais - Capítulo 1 (PARTE "A")

                                                                          Livro: João Bernardo - Economia dos Conflitos Sociais Pgs. 22-46 " CAPÍTULO 1 : "Mais-valia " 11 -  A estrutura do modelo da mais-valia é a de uma relação social, entendida como movimento de tensão entre dois pólos. 12 - Capital variável: Karl Marx deixou esta problemática absolutamente clara na própria terminologia que criou. Para ele, o capital variável é variável precisamente porque é a única fração do capital que dá lugar à criação de novo valor, variando por aí de dimensão a massa do capital total . E o valor que só se conserva após o ato é o capital constante. 13 - Trabalho assalariado e expropriação da classe trabalhadora:  Assalaria-se a força de trabalho e, portanto, se retira dela a capacidade de co...

Gustavo Machado - A Revolução Russa é a negação de ‘O Capital’ de Marx

Gustavo Machado - A Revolução Russa é a negação de ‘O Capital’ de Marx : 22 - É uma pergunta, já que a revolução foi vitoriosa justamente num país europeu atrasado.. 23 - Poucos meses depois da publicação do Manifesto o levante de junho de 1848 na França mostrara que o proletariado poderia se colocar em luta em função de seus próprios interesses, antes de marchar necessariamente a reboque de outras classes sociais. 24 - Impacto pelo mundo: Como ilustração do impacto avassalador da Revolução Russa basta rememorar que, em meados de 1921, o III Congresso da Internacional Comunista, criada sob o influxo da revolução bolchevique, reuniu 605 delegados, de 103 organizações que representavam 52 países de todos os continentes. Parte expressiva desses partidos já possuíam dezenas de milhares de membros. Ver: (BROUÉ, 2007, p.288-299) . 25 - Marx inclusive esculhambava a diplomacia russa e o czar pelo seu papel tradicionalmente contrarrevolucionário. Seu juízo sobre a Rússia é tão severo que...

Filosofia - Textos Diversos LXVI

  Pragmatismo : 464 - Uma tese   como pragmatismo de William James defende que quaisquer que sejam as teses o seu método consiste em perguntar que efeitos práticos decorrem de quaisquer delas . (Nisso ele está certo). 465 - Associa muito a utilidade que a questão pode ter na prática cotidiana. Aí vale alguma especulação. 466 - Explica muito pouco.   Raul Landin Filho - Descartes e o Destino da Revolução Racionalista : 467 - Filosofia como árvore cujo tronco é a física; as raízes a metafísica; e os ramos e galhos são as ciências. O projeto cartesiano a coloca, portanto, como fundamento unificador dos saberes. Deve-se saber que algo é verdadeiro, deve-se ter um ponto seguro. Filosofia entra/entraria aí. 468 - Descartes, no seu ato radical de duvidar de tudo, inclusive se a própria razão não poderia nos enganar (acho que aqui que entra aquela história de poder ter sido implantada por um gênio maligno), só consegue chegar a uma certeza inicial: Eu penso. Só o at...