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Livro: Kupfer e Hasenclever - Economia Industrial (2013) - Capítulos 19, 20 e 21

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                                                              Livro: David Kupfer e   Lia Hasenclever  - Economia Industrial (2013) Pgs. 263-271 " CAPÍTULO 19 : "Estratégias de Inovação (Lia Hasenclever e Paulo Tigre) " 263 - Anos 80:  Os autores W. J. Baumol, J.C. Panzar e R.D. Willig mostram que são os custos irrecuperáveis (sunk costs), estudados nos Capítulos 3 e 12, e não as economias de escala ou barreiras estáticas, estudadas no Capítulo 7, que constituem a principal barreira à entrada de novas empresas em uma indústria. É um dos principais instrumentos de diferenciação. 264 - Estudo de 1991: A correlação existente entre entradas de novas empresas e inovações é positiva, mas modesta, e não permite identificar o sentido da causalidade. A coincidência observada entre taxa de entrada elevada e forte propensão a i...

Livro: Kupfer e Hasenclever - Economia Industrial (2013) - Capítulo 18

                                    Livro: David Kupfer e   Lia Hasenclever  - Economia Industrial (2013) PARTE V - Estratégias Empresariais Pgs. 253-262 " CAPÍTULO 18 : "Concorrência Schumpeteriana (Mario L. Possas) " 251 - A tradição clássica meio que só se preocupava com a igualação da taxa de lucro, no que diz respeito à concorrência. Não aprofundava a coisa. Coloca que Marx já abordava as inovações e progressos técnicos ao menos.  Este é um elemento crucial para uma teoria dinâmica da concorrência, que será retomado por Schumpeter muito mais tarde.  Já Marshall é colocado praticamente como um neoclássico quadrado, fundador da microeconomia. 252 - Schumpeter é quem mais teria ido ao coração da dinâmica do mercado: ... Por sua vez, qualquer inovação, nesse sentido amplo, é entendida como resultado da busca constante de lucros extraordinários, mediante a obtenção de vanta...

Livro: Kupfer e Hasenclever - Economia Industrial (2013) - Capítulos 9, 10 e 11

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                                                          Livro: David Kupfer e   Lia Hasenclever  - Economia Industrial (2013) Pgs. 117-135 PARTE III - Interação Estratégica " CAPÍTULO 9 : "Uma Introdução à Teoria dos  Jogos ( Larry C. Cardoso e Luís Otávio Façanha) " 129 -  Neste texto, discutiremos jogos não cooperativos com informação completa . (...)  Os jogos são jogos de informação completa e perfeita quando os jogadores podem observar as ações escolhidas pelo oponente (preços etc.). 130 - Jogo dos investimentos elevados ou baixos em P & D. A empresa II joga depois da I. Os pares entre parênteses são a pontuação final de cada - primeiro a I e depois a II. Inicia com o nó raiz, passa pelos nós ramificados e vai até os quatro nós terminais. A Figura 9.1 mostra a dupla de números que denota os ganhos...

Livro: Kupfer e Hasenclever - Economia Industrial (2013) - Capítulos 7 e 8

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                                                         Livro: David Kupfer e   Lia Hasenclever  - Economia Industrial (2013) Pgs. 95-105 " CAPÍTULO 7 : "Barreiras Estruturais à Entrada ( David Kupfer) " 100 - "Mistérios":  Estudos empíricos ... revelam que raramente grau de concentração e economias de escala são suficientes para explicar a estrutura industrial. O tamanho mínimo econômico (ou EME – escala mínima eficiente – ver Capítulo 3) quase nunca supera a casa de 10% do tamanho do mercado assim como o crescimento dos custos médios de produção de fábricas com escalas subótimas geralmente é de pequena monta . 101 - A partir do trabalho pioneiro de Joe S. Bain nas décadas de 1940 e 1950, ganhou corpo nas teorias de Economia Industrial a ideia de que o principal fator na determinação dos preços e da lucratividade em uma in...

Livro: Kupfer e Hasenclever - Economia Industrial (2013) - Capítulos 3, 4, 5 e 6

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                                                        Livro: David Kupfer e   Lia Hasenclever  - Economia Industrial (2013) Pgs. 45-59 " CAPÍTULO 3 : " Economias de Escala e Escopo ( Mariana Iootty e Marina Szapiro) " 45 - Custos fixos independem da produção - não são uma função da quantidade produzida, como os variáveis - e têm alguns exemplos famosos: ... aluguéis, equipamentos, manutenção da fábrica e seguro, entre outros . No longo prazo, a diferenciação deixa de fazer sentido, pois todos os custos podem ser ajustados ao melhor cenário. Segue gráfico com comportamentos usuais dos diversos tipos de custos: 46 - Dá as demonstrações algébricas da legenda do gráfico, mas é um tanto intuitivo. 47 - Custo médio de longo prazo para a empresa planejar "a vida":  À medida que o nível de produção aumenta, os CMeLP de uma empresa pod...