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Mostrando postagens com o rótulo Compromissadas

Livro: Fernando Carvalho ... and Sicsu - Economia Monetária e Financeira - Capítulos 13 e 14

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                                                                                                                                  Livro: Fernando Carvalho, Luiz Fernando De Paula and Joao Sicsu - Economia Monetária e Financeira (2007) Pgs. 192-208 " CAPÍTULO 13 : "OPERACIONALIDADE  DA POLÍTICA MONETÁRIA:  FORMAÇÃO DA TAXA DE JUROS " 171 -  A atuação da autoridade neste mercado – por intermédio das operações de mercado aberto – se faz através de dois tipos básicos de operações: operações definitivas (leilões primários formais e leilões informais de títulos) e operações compromissadas (leilões informais de dinheiro e operações de compra de títulos co...

Livro: Dalto et al. - Teoria Monetária Moderna - MMT - Capítulo 3

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                                                                                   Livro: Teoria Monetária Moderna – MMT: a chave para uma economia a serviço das pessoas (2020) Pgs. 55-90 " CAPÍTULO 3 : "SISTEMA MONETÁRIO DOMÉSTICO, CRIAÇÃO DE MOEDA E SUSTENTABILIDADE DO DÉFICIT E DA DÍVIDA PÚBLICA " 19 -  O ponto fundamental aqui é que o Governo define o que é dinheiro ao definir por que meio receberá seus impostos . (...)  Assim, na teoria cartalista todos sabem que todos aceitarão a moeda estatal – ao menos na jurisdição desse Estado - uma vez que todos devem pagar seus tributos (e, mesmo, dívidas privadas denominadas na mesma unidade) . 20 -  Consistente com a definição de moeda de conta de Keynes, que reproduzimos mais acima, Minsky associa a emissão de moeda c...

YT - Lives e Vídeos de Economia - Parte 2

  Como financiar o enorme déficit fiscal do Brasil | com Felipe Salto 1 - Live com Felipe Salto e Ulrich. Junho de 2020. 2 - Dívida está cada vez mais curta e indexada à Selic. LFT. Piora do perfil. Teme que chegue à metade. 3 - Aumentos de juros básicos (curto prazo) precisam ser maiores aqui que em outros países por causa dessa característica da LFT inchada. O feito renda negativo nos juros da ponta mais longa não ocorre no curto. Na verdade, há quase uma anulação do efeito renda positivo que o curto gera (quem estiver cheio de LFT na mão vai ter maior rendimento mensal). Então só desincentiva o consumo mesmo do pessoal da "ponta longa", que passa a ficar com rendimento temporariamente menor ou negativo em razão de títulos novos mais atrativos com a alta de juros.  4 - A vantagem da LFT e das Compromissadas é que servem às manobras de liquidez do BC. 5 - Quando o Tesouro mexe na CUT (Conta Única) que fica lá no BC, o Banco Central corre para enxugar essa liquidez com medo d...

YT - Lives e Vídeos de Economia - Parte 1

  O auxílio emergencial deve continuar? 1 - Live com Gala e o pessoal da IFI.  2 - Salto afirma que o déficit fiscal anual é influenciado também pelo balanço de pagamentos. Políticas do BC. Em contextos de desvalorização (balança de pagamentos "naturalmente" negativa, por tendência de fuga de capital, por exemplo, como em crises...), o BC tende a tentar frear vendendo reserva para o preço (do câmbio e os IGP-M/IPCA da vida) não ir às alturas. Se diexar preço flutuar livremente (100%), aí sim as reservas não cairiam. Onde pararia o câmbio e a inflação, porém? Enfim, ele atua. Para vender esses dólares extra de que "a balança" necessita (pessoal que quer tirar dólar do Brasil), o BC vende os títulos americanos (dólares/reserva) que possui e utiliza esses dólares para comprar real na mãos dos bancos da vida (Bradesco... Itaú) e, portanto, "dar" dólares a eles (já que demandam, a tal pressão na balança de pagamentos que os agentes econômicos estão fazendo no m...

YT - Paulo Gala - Vídeos Diversos IV

  O sucesso da China e o fracasso do Brasil: Manaus x Shenzen 1 - Afirma que os erros do Brasil dos anos 70-80 foi a aposta na industrialização a cargo das multinacionais, sem se preocupar com transferência de tecnologia, como fizeram os asiáticos. 2 - Também critica o fechamento excessivo nos 80: tarifas imensas e proibições de algumas importações, tudo como desespero para gerar divisas a fim de que se aguentasse a armadilha dos juros da dívida externa.  Os erros da auditoria cidadã da dívida 3 - Afirma que as reservas internacionais/cambiais do BC exigiram emissão de dinheiro. Para retirar liquidez e não explodir inflação de uma economia já aquecida, chegam as compromissadas (dívida). Deixar esse dinheiro (liquidez) despejar na economia seria levar Selic a zero e abrir mão de qualquer controle da inflação durante isso, arcando com os riscos da medida.  O grande erro do Brasil!   4 - Compras governamentais; conteúdo nacional; tarifas de importação e subsídios. Todos...

Econ - Samuel Pessoa, Ilan, Pérsio Árida e Alexandre Schwartsman - Contra o Artigo de Paulo Gala e De Bolle I

  Samuel Pessoa, Ilan, Pérsio Árida e Alexandre Schwartsman - Contra o Artigo de Paulo Gala e De Bolle : 266 - Se alguém fixa o preço de algo, esse alguém tem que comprar toda a quantidade que os demais agentes estão dispostos a vender àquele preço. Caso contrário, o preço do bem que foi fixado irá cair. Ou seja, não será fixo. 267 - BC monetizar o Tesouro é fazer a taxa SELIC ir a zero (título e moeda viram a mesma coisa). Liquidez de sobra. Fica impossível enxugar liquidez já que todo excesso monetário (reserva) é remunerado a zero. Qual o custo disso? Perder a mão da rédea de algum processo inflacionário. Ver a inflação transbordar do regime de metas. 268 - Ilan: Emissão monetária não é impressão de papel-moeda (bilhetes e moedas metálicas) que é parte pequena dos nossos meios de pagamento (apenas em torno de 3-4% do PIB). Moeda é algo mais digital (depósitos nos bancos ou reservas bancárias no Banco Central). Não será por meio de mais impressão de papel moeda que conseguirem...

Econ - André Lara Resende - O equívoco dos juros altos

  André Lara Resende - O equívoco dos juros altos : 115 - Terceiro conceito para taxa de juros (além da real e nominal) é a EMK.  Já o terceiro conceito, a taxa própria de retorno do capital ("the own rate of interest of capital"), é um conceito abstrato definido como o rendimento real do capital investido. Para aumentar a confusão, é chamado de "a eficiência marginal do capital por Keynes" e de "a taxa de retorno do capital sobre o custo por Irving Fisher".  Não entendi porque isso seria uma “taxa de juros”. 116 - Wicksell e a Taxa Natural de Juros já no século XIX.  Demanda e oferta agregadas seriam funções da taxa de juros, e a taxa de equilíbrio, aquela que manteria estável o nível geral de preços, seria a Taxa Natural de Juros (TNJ). A partir dos anos 90, quando finalmente se reconheceu que os bancos centrais não controlam a moeda, mas sim a taxa básica de juros, a macroeconomia e a política monetária foram reformuladas na direção sugerida por Wicksel...