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"Livro": Nintil (Artir) - Análise Econômica Neoclássica Completa da URSS - Capítulo 3 e 4

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                                                                                       "Livro": Nintil (Artir) - Análise Econômica Neoclássica Completa da URSS Pgs. 46-62 " CAPÍTULO 3 : "Eficiência Produtiva " 43 - Começa mencionando que pesquisadores compararam eficiência alocativa (a exemplo de alocação de insumos a fim de maximizar a utilidade marginal) de empresas capitalistas e das soviéticas e não viram tanta diferença quanto se pensava antes. Algumas soviéticas foram até superiores.  Nem o próprio investimento vacila: mesmo em 1989, a participação do investimento soviético no PIB era impressionante. em 35%. Em suma, o planeamento central soviético não falhou devido à sua incapacidade de desenvolver ou implementar tecnologia que economiza trabalho . 44 - ...

Livro: Ha-Joon Chang - 23 coisas que não nos contaram sobre o capitalismo - Capítulos 18 e 19

                                                                                                                                                  Livro: Ha-Joon Chang - 23 coisas que não nos contaram sobre o capitalismo Pgs. 152-158 " CAPÍTULO 18 : "O que é bom para a General Motors não é necessariamente bom para os Estados Unidos " 152 - A tese principal deste capítulo é a de que  o que importa não é a quantidade e sim a qualidade da regulamentação empresarial . 153 - Conta um pouco da história da GM. Durante a II Guerra, teria lucrado com ambos os lados. Após, tornou-se a maior empresa do país à época. (...)  No...

Econ - Kalecki - Os Aspectos Políticos do Pleno Emprego

Kalecki - Os Aspectos Políticos do Pleno Emprego : 268 - Texto de 1944. 269 - Em um sistema de laissez faire o nível do emprego depende, em grande parte, do assim chamado estado de confiança. Se este se deteriora, o investimento privado declina, do que resulta uma queda do produto e do emprego (tanto diretamente como através do efeito secundário que a queda das rendas exerce sobre o consumo e o investimento). Isso dá aos capitalistas um poderoso controle indireto sobre a política governamental: tudo que possa abalar o estado de confiança deve ser cuidadosamente evitado, porque causaria uma crise econômica. Mas, uma vez que o Governo aprenda o truque de aumentar o emprego por meio de suas próprias despesas, esse poderoso mecanismo de controle perde sua eficácia. Daí que os déficits orçamentários necessários para efetuar a intervenção governamental passam a ser encarados como perigosos. A função social da doutrina da “finança sadia” é fazer com que o nível de emprego dependa do “estad...

Econ - Fordismo, Toyotismo e Volvismo

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  Fordismo, Toyotismo e Volvismo : 345 - Texto meio antigo. 1992. Saiu numa revista de administração de empresas. Começa citando A nous la liberté. Filme de 1931 de René Clair. Parece bom. Embora o cara tenha spoilado. 346 - Metas. Organização e instruções claras e eficientes. Controlar e detalhar. Taylor. 347 - O problema é que isso gera um baixo grau de envolvimento e capacidade crítica. 348 - Coloca que Ford, mais do que a linha contínua de montagem, inovou com a simplicidade de montagem e intercambialidade das partes. Serve até para as máquinas, que passaram a estar em sequência lógica e fazer uma tarefa por vez. O trabalhador mal sabia que tarefa era a que o vizinho do lado executava. O operário nem tinha como ter perspectiva de carreira. 349 - Afirma que a falha de Ford - a centralização de todas as decisões -, nos anos 30, foi corrigida pela GM, que criou uma forma melhor de controlar companhias gigantescas, criando departamentos - marketing, finanças - e variedade de p...

Gustavo Machado - textos sobre Marx, partidos e programas

  Gustavo Machado - Marx e a questão do Partido, uma fábrica de mitos: 90 - Bicentenário do nascimento de Marx: Mesmo o jornal inglês The Economist publicou uma matéria, traduzida pelo Estadão, com o irônico título “Governantes de todo o mundo, leiam Marx”, acentuando que “seu diagnóstico sobre as falhas do capitalismo” se mostram, sobretudo hoje, de enorme relevância. 91 - Afirma que Marx alternava uma concepção ampla e outra mais estrita de partido. Não bastava a organização, já que uma revolução não é feita por um partido, afirma. O “partido amplo” inclui os interesses da classe operário. Entretanto, até por ter criado e passado por mil organizações, logo se vê que essas eram essenciais. Marx era explícito sobre a necessidade de haver um partido realmente operário, “ independentemente das influências burguesas ”. 92 - Também era contra conspirações para tomada de poder independentemente do movimento operário. Cita os livros de Marx, como Sr. Vogt e outros textos. 93 - Marx: ...

Econ - Manolo - Fascismo à brasileira (As Partes Sobre Economia Brasileira 2014-2017) IV

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  (continua...) 80 -  O salário mínimo brasileiro em 2017 é de R$ 937,00; a renda média da população brasileira em 2017, segundo a PNADC-T/IBGE, variou de 2 a 2,3 salários mínimos, com homens recebendo via de regra 29,94% a mais que as mulheres e brancos recebendo 79,48% a mais que não-brancos. 81 -  Em 2014 o número de super-ricos no Brasil caiu de 172 mil para 161 mil, e em 2015 o número de super-ricos brasileiros caiu mais ainda, para 149 mil . Quem são? É o pessoal dos 10 ou 15 mil pra cima. …  profissões ligadas aos esportes e às artes um reduzidíssimo número de multimilionários puxa para cima a média da categoria. Feita esta ressalva, nota-se a preponderância de profissões liberais tradicionais (médicos, engenheiros, gestores) e das carreiras burocráticas de topo (diplomatas, juízes, promotores, procuradores, tabeliães) . 82 - Boa tabela esta aqui: 83 - Pelos números de 2015, Manolo sugere que há evidências de concentração de renda. 84 - Estudo de 2016 do DIEES...

PP - Textos Diversos XXXVIII

Um Trabalhador (PP) - Mais Um Dia na Linha de Montagem : 1157 - Utilidade real da greve em alguns casos: Nem sempre o negócio é esse, no entanto – assim com o negócio de um mini-chefe não é o funcionamento 100% correto dos processos. O negócio algumas vezes é poder e dinheiro. Demonstração de poder diante dos patrões para conseguir uma posição de diálogo privilegiada ou mostrar mais competência que os atuais interlocutores. Dinheiro para sustentar esse poder, esse destaque à revelia daqueles que trabalham para que a grana exista e circule com legitimidade. São milhares de reais e algumas oportunidades preciosas de sentar à mesa com figurões. A situação é duplamente benéfica. Para o patrão, algumas reuniões e benesses (de milhares de reais que sejam) sindicais custam muito menos que míseros 10% de aumento para um conjunto de trabalhadores que ainda pode querer mais por ter conseguido um tanto. Para o representante, um pequeno desgaste de levar “a base” no banho-maria custa muito menos...