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Livro: IPEA - Roberto Simonsen e Eugênio Gudin - (...) Parte III

                                                                        Livro:  IPEA - Roberto Simonsen e Eugênio Gudin - A Controvérsia do Planejamento na Economia Brasileira (2010) (...) Pgs. 87-127 " PARTE III : "Rumos de política econômica (Eugênio Gudin) " 69 - Problema monetário frente à inflação crescente: ... E ainda há quem pretenda iludir a opinião, invocando algarismos comparativos de “quantidade de moeda per capita” em vários países (como se a quantidade de moeda devesse ser função de “capitas”e não da renda nacional) ou a alegação de que nosso meio circulante está garantido pelo ouro e divisas no exterior, como se nossa moeda fosse conversível em regime de padrão ouro ou como se nossos saldos no exterior não tivessem de ser, depois da guerra, largamente absorvidos pelas enormes nece...

Livro: Marcelo de Paiva Abreu - A Ordem do Progresso (2014) - Capítulo 11 - "PARTE A"

                            Livro: Marcelo de Paiva Abreu - A Ordem do Progresso (2014) Pgs. 228-240 " CAPÍTULO 11 : "A RETOMADA DO CRESCIMENTO E AS DISTORÇÕES DO “MILAGRE”, 1967-1974 " 260 - Texto de Luiz Aranha Correa do Lago.  De 15 de março de 1967 a 15 de março de 1974, Delfim Netto permaneceu à frente do Ministério da Fazenda, mantendo durante aqueles anos uma orientação para a condução da economia sem grandes alterações em suas linhas gerais. 261 - A existência de capacidade ociosa na indústria indicava que estímulos poderiam ter efeitos interessantes. Ademais, o custo do crédito era apontado como possível motivo de pressão inflacionária. Um maior estímulo à demanda foi dado, já a partir de 1967, através de políticas monetária, creditícia e fiscal mais “flexíveis”, que se tornariam nos anos seguintes gradualmente expansionistas. Foi particularmente notável a expansão do crédito, e especialm...

Livro: Leda Paulani e Marcio Braga - A Nova Contabilidade Social - Capítulos 1 e 2

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                 Livro: Leda Maria Paulani e Marcio Bobik Braga - A Nova Contabilidade Social, 3ª ed. (2007) Pgs. 19-45 " CAPÍTULO 1 : "INTRODUÇÃO " 1 - Colocam que a economia nasceu sob a perspectiva macroscópica. Os clássicos - até Mill - buscavam as grandes questões.  Com a chamada revolução marginalista, que tem início no final do século XIX, essa tendência de preocupação com o nível agregado perde força e passa a ser predominante a dimensão microeconômica, ou seja, o comportamento dos agentes econômicos em geral (consumidores e empresas ).  2 - A macro meio que nasce com Keynes: É a partir da Teoria Geral de Keynes que ganham contornos definitivos os conceitos fundamentais da contabilidade, bem como a existência de identidades no nível macro e a relação entre os diferentes agregados . 3 - Implicações da crise de 29: prova de que era cada vez mais importante medir agregadamente as transações econômicas . 4 - Cont...

Livro: Fabio Giambiagi... - Desenvolvimento Econômico... (2013) - Capítulo (8) "16"

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                                                                                                                            Livro: Fabio Giambiagi, Veloso, Pedro Cavalcanti and Pessoa - Desenvolvimento Econômico, Uma Perspectiva Brasileira (2013) Pgs. 441-467 " CAPÍTULO 8 : " CRESCIMENTO BRASILEIRO REVISITADO " 440 - Por algum motivo o capítulo oito ficou por último no pdf. É o capítulo que pensei que tinha sido cortado e fui até baixar o texto que o originou! Autores: Regis Bonelli e Edmar Bacha. 441 - Dados: 442 -  Em trabalho anterior, analisamos, com a mesma metodologia aqui adotada, o “mistério” do colapso do crescimento brasileiro a partir de 1980. Desde então...

Livro: Fabio Giambiagi... - Desenvolvimento Econômico... (2013) - Capítulo 10

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                                                                                                                       Livro: Fabio Giambiagi, Veloso, Pedro Cavalcanti and Pessoa - Desenvolvimento Econômico, Uma Perspectiva Brasileira (2013) Pgs. 278-312 " CAPÍTULO 10 : "POUPANÇA E INVESTIMENTO: O CASO BRASILEIRO " 273 - Texto aqui de Paulo Mansur Levy e Fabio Giambiagi 274 - Em suas primeiras versões, com base no denominado “modelo de Harrod-Domar” (em que a taxa de crescimento é uma função da taxa de poupança), as teorias do crescimento colocavam toda a ênfase na acumulação de capital e na poupança, a partir de uma dada relação capital/produto . Solow teria freado essa tendência ao ...