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Mostrando postagens com o rótulo Liberdade

Livro: Armen A. Alchian, William R. Allen - Universal Economics - Prefácio e Capítulos 1 e 2

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                                                                                                                        Livro: Armen A. Alchian, William R. Allen - Universal Economics Pgs. 21-23 " PREFÁCIO " 1 - Trata-se de um prefácio, escrito aparentemente em 2013 pelo co-autor William R. Allen: ... Armen Alchian — um colega, mentor, coautor e virtual irmão mais velho meu — nos deixou, aos noventa e oito anos, em fevereiro de 2013 . (...)  Nesta era pós-Segunda Guerra Mundial, havia um grupo considerável de teóricos inovadores e aplicadores de análises frutíferas. Poucos dessa elite foram tão úteis quanto Armen A. Alchian.  ...

Livro: Ha-Joon Chang - Economia: Modo de Usar - Capítulo 11

                                                            Livro: Ha-Joon Chang - Economia: Modo de Usar Pgs. 298-319 " CAPÍTULO 11 : "Leviatã ou o rei filósofo? - O PAPEL DO ESTADO " 255 -  As patentes se chamavam monopólios sobre patentes, já que eram (e ainda são) monopólios criados artificialmente, embora possam ser úteis em termos sociais . 256 - Estado como forma de fugir da pobreza e brutalidade:  O próprio Hobbes na verdade usou sua teoria para justificar a monarquia absolutista. Ele defendia uma total submissão dos indivíduos à autoridade do monarca, que se justificava por sua capacidade de tirar a humanidade de seu estado de natureza. 257 - R. Nozick e James Buchanan já viam o Leviatã como um monstro realmente a ser contido. Era o "libertarianismo". Só servia o que supostamente era de interesse de todos os ho...

Livro: Ha-Joon Chang - Economia: Modo de Usar - Capítulo 10

                                                             Livro: Ha-Joon Chang - Economia: Modo de Usar Pgs. 275-297 " CAPÍTULO 10 : "Eu conheci gente que já trabalhou - TRABALHO E DESEMPREGO " 233 - Vida infernal:  Até o século XIX, a maior parte das pessoas que vivia nos atuais países ricos do Ocidente em geral trabalhava de setenta a oitenta horas por semana, com alguns trabalhando mais de cem horas. Como normalmente (nem sempre) eles tinham a manhã de domingo livre para ir à igreja, isso significava que trabalhavam pelo menos onze horas, e é possível que até dezesseis horas por dia, exceto aos domingos. 234 -  Alguns trabalhadores migrantes internacionais trabalham em condições análogas às de trabalhadores forçados no final do século XIX e início do XX. 235 - O Estado não deve se meter na liberdade de alguém esco...

Livro: Kahneman - Rápido e Devagar - Duas Formas de Pensar - Capítulos 11, 12, 13 e 14

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                                                                    Livro: David  Kahneman - Rápido e Devagar - Duas Formas de Pensar (2011) Pgs. 86-92 " CAPÍTULO 11 : "ÂNCORAS " 132 - Adulteraram uma roda da fortuna que, de 0 a 100, dava sempre 10 ou 65. Pedia para o participante girar. Depois, perguntavam duas coisas:  A porcentagem de nações africanas entre membros da ONU é maior ou menor do que o número que você acabou de escrever? (...) Qual é sua melhor estimativa sobre a porcentagem de nações africanas na ONU? Pois bem...  As estimativas médias dos que viram 10 e 65 foram 25% e 45%, respectivamente. 134 -  Se lhe perguntassem se Gandhi tinha mais do que 114 anos quando morreu, você acabaria com uma estimativa muito mais elevada da idade da morte dele do que teria se a pergunta de ancoragem s...

Livro: Carlos Eduardo Gonçalves e Bernardo Guimarães - Economia sem Truques - "PARTE A"

     Livro: Carlos Eduardo Gonçalves e Bernardo Guimarães - Economia sem Truques (São 100 páginas de 20 curtos capítulos.) " 1. O pobre não é burro " 1 - Há um pequeno prólogo. 2 - Este trecho aqui me lembra algumas discussões sobre liberdade e materialismo: ... estas escolhas não são totalmente livres. Inúmeras restrições as condicionam, delimitam e influenciam, como, por exemplo : (i) as limitações de ordem financeira que todos enfrentamos (o salário de professor universitário não nos permite escolher viajar para o exterior de primeira classe); (ii) os impedimentos de natureza jurídico-legal que nos cercam (podemos acabar presos se, para comprarmos o ticket de primeira classe, resolvemos assaltar um banqueiro em sua mansão); (iii) a nossa falta de informação sobre diversos temas (quanto dinheiro será que o banqueiro guarda em sua casa? Ela é fortemente vigiada por câmeras de segurança?), (iv) as normas morais que regem nosso padrão de comportamento social (mesmo se a ma...

YT - Schopenhauer | O Mundo Como Vontade e Representação

  Schopenhauer | O Mundo Como Vontade e Representação 1 - "O mundo é minha representação". A coisa em si (coberta pelo "véu de Maia" dos orientais, cita Schopenhauer), em Kant, é o "nômeno". A coisa para si, o "fenômeno". Não conhecemos o sol em si, mas o sol tal como ele se apresenta aos nossos sentidos. É a representação. 2 - Enquadra tempo e espaço em intuições, por exemplo. Intuição tempo e intuição espaço.  3 - Há algo "inconsciente" que rege as representações (Schopenhauer é precursor dessa ideia de inconsciente, não com a palavra), que é a vontade. A vontade cria a ideia. Não estamos plenamente controlando nossas ações e pensamentos.  4 - A vontade é "cego robusto" que carrega um aleijado que enxerga.  5 - A natureza é terrível para o indivíduo e ótima para a espécie. A vontade nos faz casar (ele vê como sacrifício).  6 - A vontade é satisfeita sempre de forma passageira. Não há exatamente como ser feliz. O paraíso seri...

YT - Liberalismo | John Locke | O Segundo Tratado Sobre o Governo

  Liberalismo | John Locke | O Segundo Tratado Sobre o Governo 1 - Não dá para definir liberalismo (Merquior). Dá para descrever. São muitas vertentes.  2 - Locke teve sua obra, "Segundo Tratado", queimada em Oxford por ser considerada muito radical. Ele teria assistido a isso. Nunca admitiu, em vida, ter escrito tal obra. Era algo anônimo. Só admitiu em seu testamento. 3 - A origem dos Estados (governos) não pode ser a violência nem a ancestralidade. Nada disso cria direito. Não é "família" e governo não é pai. Trata-se de legitimidade. Tira tal direito da natureza. 4 - Direitos naturais: à vida, liberdade, igualdade e propriedade privada.  5 - O indivíduo precede o Estado. Aristóteles e Marx pensariam o homem sempre dentro da sociedade. Não haveria direitos anteriores em Marx, por exemplo.  6 - Tolerância religiosa era um tabu na época. Muitas guerras religiosas. Ele dizia que só não dava para confiar em ateus. No resto, não via problema. Bastava a religião não fa...

YT - Milton Friedman | Capitalismo, Liberalismo, Liberdade, Estado, Crise de 1929 e Combate à Pobreza

  Milton Friedman | Capitalismo, Liberalismo, Liberdade, Estado, Crise de 1929 e Combate à Pobreza 1 - Daniel diz que o vídeo é baseado na obra "Capitalismo e Liberdade" (1962).  2 - Kowalski: a compatibilização não é somente entre liberdade e igualdade apenas. Deve ser uma tríade que inclui a eficiência. 3 - Friedman colocava que a liberdade é a finalidade última.  4 - Se opõe ao sistema de aposentadoria pública. Devemos ter a liberdade de escolher o que fazer com o nosso dinheiro, diz. Deve haver a liberdade inclusive de ser irresponsável.  5 - Socialismo democrático é impossível segundo Friedman. Não há liberdade política plena no Socialismo.  6 - Governo e homens não são separados. Critica a famosa frase de Kennedy. Governo é um meio de preservação da nossa liberdade pessoal.  7 - Paine e Friedman: governo é mal necessário que existe porque os humanos não são bons.  8 - Grand Canyon poderia gerar lucro. Não precisa ser estatal. Parques públicos, po...

YT - O que é Liberalismo? História, características e diferenças do Anarquismo e Socialismo

  O que é Liberalismo? História, características e diferenças do Anarquismo e Socialismo 1 - Daniel quer fazer, nesse vídeo, uma introdução à filosofia liberal. 2 - Vem das revoluções inglesas do Século XVII, incluindo a Gloriosa. Locke é o primeiro referencial do liberalismo (a palavra só vai subir nas guerras de Napoleão, em oposição). Coloca, porém, que o liberalismo é a única teoria que é feita antes mesmo das revoluções (se pensarmos na "Francesa"). (Não sei bem até que ponto isso é correto). 3 - A liberdade entra como um fim em si próprio. Tocqueville: "quem busca nela algo diferente dela própria..." 4 - A política e as leis existem para abafar a pluralidade de tensões e interesses. É justamente porque as pessoas não querem todas as mesmas coisas. 5 - Merquior pensava quatro etapas do liberalismo em seu texto. A primeira vai até a Revolução Francesa. Dá para incluir até os utilitaristas, como Mill e Bentham. Tinha uma pegada mais contestatória. Na segunda meta...