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Mostrando postagens com o rótulo Poluição

"Livro": OCDE (2018) - Relatório Sobre o Brasil - PARTE "C" e Capítulo 1 (PARTE "A")

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                                                                                       "Livro": OCDE (2018) - Relatório Sobre o Brasil (...)  Pgs. 61-74 " RESTO " 49 -  A redução gradual, mas viável, das barreiras comerciais deveria ser anunciada imediatamente, dando tempo às empresas nacionais para se adaptarem . (...)  Muitos países asiáticos seguiram uma estratégia de liberalização unilateral - além da realização de acordos regionais e bilaterais - com tarifas reduzidas para atrair investimentos (Baldwin, 2006). 50 - Para além da integração entre os blocos (que também recomenda): Atualmente, o Brasil tem acordos bilaterais com apenas cerca de 10% do PIB mundial, enquanto o Peru e o Chile têm acordos comerciais que cobrem cerca de 70 a 80% do PI...

Livro: Varian, Hal - Microeconomia (2015) - Parte XXIX

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                               Livro:  Varian, Hal - Microeconomia (2015) - Parte XXIX Pgs. 965-995: CAPÍTULO 35 : "Externalidades" 841 - Externalidades na produção:  Exemplo clássico é o de um pomar de maçãs localizado próximo a um apiário, onde há uma externalidade na produção positiva mútua – a produção de cada empresa afeta positivamente a possibilidade de produção da outra. 842 - Varian coloca que " é a falta desses mercados para externalidades que causa problemas ". Não há o mercado da música alta às 3h da manhã nem de vizinho que mantém bonito jardim de flores. 843 - Dá um exemplo meio mal explicado de um quarto com duas pessoas. Para uma, fumar/fumaça é um mal, já para "A" é um prazer. A primeira premissa analisada é o "direito ao ar puro". Então todo mundo começa com "0" no que diz respeito ao bem 2 (a fumaça não apararece nem como negativo, nem como positivo para o outro, simple...

Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia (2015) - Parte XII

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      Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia  (2015)  - Parte XII Pgs. 387-424: 246 - O capítulo 16 é sobre "Externalidades". O custo social marginal da poluição (econômico mesmo, custos externos, para além de estética), por exemplo, é difícil de medir, é algo difuso. Porém, o benefício marginal meio que é conhecido pelos poluidores. O quanto deixam de perder com a externalidade que geram. Na ausência de regras, os poluidores não possuem incentivo para ir ao ponto socialmente ótimo de poluição. Esse equilíbrio significaria que ninguém estaria obtendo benefício marginal menor do que a magnitude do custo marginal que impõe as demais. Como é praticamente impossível o mercado chegar a tal equilíbrio, a poluição tende a ser ineficiente economicamente. 247 - Krugman menciona que "dirigir ao celular" é proibido em alguns locais ou países justamente pela externalidade negativa. Externalizam o risco para além da assunção do risco individual.  248 - Coase e a in...

Livro: Mankiw, Gregory - Introdução à Economia (2010) VIII

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              Livro: Mankiw, Gregory - Introdução à Economia (2010) VIII Pgs. 213-250: 147 - O capítulo 10 é sobre externalidades. Usa exemplos. A restauração de imóveis antigos produz uma externalidade positiva porque as pessoas que passam por eles podem desfrutar da beleza e do senso histórico que essas construções proporcionam. Os proprietários dos imóveis não obtêm nenhum benefício de sua restauração e, por isso, tendem a demolir rapidamente as construções antigas. Muitos governos municipais reagem a isso controlando a demolição de construções históricas e oferecendo isenções fiscais aos proprietários que as restaurarem . 148 - Exemplo de indústria de alumínio com poluente que gera danos à saúde pública.  Para qualquer quantidade dada, a altura da  curva de demanda indica a disposição para pagar do comprador marginal. Em outras palavras, indica o valor  que a última unidade de alumínio comprada tem para o consumidor. (...) Obser...

Dados e Fatos (Brasil) - Parte III

  Relatório Denúncia Sobre os Projetos do PAC para o São Francisco : 42 - PAC na Bacia do São Francisco. Articulação Popular Pela revitalização do rio. 2008. 43 - Crê que a expansão do plantio de cana no “São Francisco” não é sustentável. Faltaria água. Secaria o rio. 44 - Denuncia uma série de apropriações ilegais de recursos naturais nessa região. Outras não deixa claro se é legal ou ilegal, mas afirma causar desequilíbrio ecológico. 45 - Traz uma série de acordos entre governos estaduais e grupos nacionais ou estrangeiros com projetos multimilionários de agrocombustíveis. 46 - No Oeste Baiano, a fronteira agrícola atual na Bacia do São Francisco, a situação da água já é insustentável: oito dos principais rios das últimas duas grandes bacias afluentes do São Francisco – as dos rios Corrente e Grande –, estão em sua capacidade-limite de uso para atividades agrícolas, segundo a Secretaria de Recursos Hídricos do Estado (hoje INGA – Instituto de Gestão da Água e do Clima)....

João Bernardo - O Mito da Natureza (PP), a Réplica, a Tréplica e a Quadréplica - Parte IV

 (continuação...) 545 - JB critica a luta contra poluição e afins causados por empresas, pois de nada adiantaria. Elas compensariam custos ambientais com intensificação da exploração - que seja da mais valia relativa, para JB não importa - às custas do trabalhador, inclusive com acidentes de trabalho. Ou seja, protege-se o muro pra fora às custas do muro pra dentro. Ele é contra “direitos do consumidor” também. Toda luta de consumidor é simplesmente compensada com exploração do trabalho, afirma JB. 546 -  Só vejo uma possibilidade de as lutas do movimento ecológico, lutas de consumidores, não implicarem efeitos negativos no processo de exploração. É que aquelas lutas exteriores às empresas sejam feitas em aliança com os trabalhadores das empresas. 547 - Um comentador pretende argumentar que hoje vive-se mais porém com mais doenças. “Se arrastando mais”, talvez. Desconheço dados sobre isso. Ele também não os apresenta. 548 - JB:  Sem dúvida que existem produtos maus e que ...

Eric Hobsbawm - A Era de Ouro, de Era dos Extremos (Cap. 9)

  Anotações Sobre Era dos Extremos (Hobsbawm)                    Parte II do Livro - Era de Ouro – 1945 a 1973   Capítulo 9 : Os Anos Dourados (pág. 253) 24 – EUA dos anos de guerras mundiais: não sofreram danos, aumentaram seu PNB em dois terços e acabaram como maior potência disparada. 25 – Em 1960, o desemprego na Europa Ocidental era de 1,5%. 26 – Anos 50: A URSS cresceu mais rápido que o Ocidente. Porém, a Alemanha Oriental cresceu menos rápido que a Ocidental. 27 – Tanto capitalistas, quanto “socialistas” poluíam e maltratavam o meio ambiente. EUA lideravam a poluição per capita. 28 – A Era de Ouro fez bens de consumo, antes exclusivos, chegar aos pobres. Democratização do mercado. Consumo de massa. Comunismo perdeu alguns de seus motes. 29 – Setor químico e farmacêutico mudando o mundo. Impacto demográfico. 30 – Entre 1950 e 1979, a França, seguindo conscientemente um rumo de p...