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Livro: Fabio Giambiagi... - Desenvolvimento Econômico... (2013) - Capítulo 11

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                                                                                                                        Livro: Fabio Giambiagi, Veloso, Pedro Cavalcanti and Pessoa - Desenvolvimento Econômico, Uma Perspectiva Brasileira (2013) Pgs. 313-337 " CAPÍTULO 11 : "INFRAESTRUTURA E  DESENVOLVIMENTO NO BRASIL " 310 - Texto de Cláudio Frischtak.  311 - Bens públicos perfeitos são não rivais e não excludentes.  Em nenhum desses casos pode-se excluir o consumo de um não contribuinte (daí que é necessário fazê-lo pagar por intermédio de impostos e taxas)   ao mesmo tempo que o consumo de um indivíduo não reduz o consumo de outro. Tipicamente, esses bens são ...

Comunitarismo ou Liberalismo I

  Como Funciona o Capital Financeiro (PSTU) : 517 - Texto ok, mas sem novidades.   Comunitarismo ou Liberalismo : 518 - Na verdade é claramente um texto da pasta de Filosofia, mas acabou caindo aqui. Há muito divergência nas próprias correntes. Kant, por exemplo, é um liberal que vê o Estado com uma função moral, já Hobbes discorda e só enxerga a função pragmática de garantir a paz. 519 - (...) se tornou um lugar comum afirmar que os Liberais defendem a prioridade do "justo sobre o bem" (posição deontológica) e que os Comunitaristas defendem a prioridade do "bem sobre o justo" (posição teleológica). 520 - Em Habermas, o racional é a comunicação justa e simétrica. A “situação ideal de diálogo”. (...) se são respeitados os requesitos da comunicação justa, os resultados racionais resultarão por acréscimo e a validade dos mesmos está garantida. 521 - Rawls: Da "posição originária" nascem os três princípios da justiça: liberdade, igualdade de oportunida...

Filosofia - Textos Diversos LX (Platão)

  Platão - O Mito da Caverna : 409 - São tão engraçados quanto brilhantes esses diálogos. Só consigo lembrar da comunidade do Orkut: “Não, Sócrates, não concordo”. 410 - Mas enfim, já conhecia o mito desde a comparação de Matrix com ele. Lendo quão detalhadamente Platão escreveu fica mais interessante ainda.   Platão - Critao : 411 - Famoso diálogo também. Critão quer convencer Sócrates a fugir da sua pena de morte. Diz que não se deve acatar e que a fuga seria fácil mediante suborno. Sócrates considera, porém, que viver bem e viver conforme a justiça é tudo a mesma coisa. E que os especialistas devem ser acatados, não nossas convicções ou a multidão. 412 - Sócrates- Nem mesmo retribuir a injustiça com a injustiça, como pensa a multidão, pois o procedimento injusto é sempre inadmissível. Critão- Parece que não. Sócrates- E daí? Devemos praticar maldades ou não, Critão? Critão- Não devemos, sem dúvida, Sócrates. Sócrates- Adiante. Retribuir o mal que nos faz...

Filosofia - Textos Diversos LIII (Chauí)

  Marilena Chaui - A Etica de Kant : 254 - Já li este texto na coletânea de textos sobre Kant (fichado mais acima).   Marilena Chauí - Maquiavel : 255 - Nos burgos, existiam as corporações de ofício. Era possível ascender internamente nas hierarquias. Dessas corporações surgiria a burguesia. As cidades desejam independência diante dos barões, reis, papas e imperadores. (...) Na Itália, a redescoberta das obras de pensadores, artistas e técnicos da cultura greco-romana, particularmente das antigas teorias políticas, suscita um ideal político novo: o da liberdade republicana contra o poder teológico-político de papas e imperadores. 256 - Entre 1513 e 1514 surge, então, “O Príncipe”. 257 - É verdade que as teorias medievais são teocráticas, enquanto as renascentistas procuram evitar a idéia de que o poder seria uma graça ou um favor divino; no entanto, embora recusem a teocracia, não podem recusar uma outra idéia qual seja, a de que o poder político só é legítimo se f...

Filosofia - Textos Diversos XXI (Epicuro)

  Epicuro - Trechos Selecionados : 339 - A sensação é importantíssima nele e não pode ser privada. Porém, não é tudo: A sensação deve servir-nos para proceder, raciocinando, à indução de verdades que não são acessíveis aos sentidos. 340 - [Para a explicação dos fenómenos naturais] não se deve recorrer nunca à natureza divina; antes, deve-se conservá-la livre de toda a tarefa e em sua completa bem-aventurança. 341 - Continuamos nessa luta, Epicuro: Não é necessário supor que num corpo limitado existam corpúsculos em número infinito nem de qualquer tamanho. Por conseguinte, não só devemos excluir a divisão ao infinito, em partes cada vez menores para não privarmos o todo da capacidade de resistência e nos vermos constrangidos, na concepção dos compostos, a reduzir os seres ao nada mediante a compressão, como também não deve supor-se que nos corpos limitados exista a possibilidade de continuar passando até o infinito a partes cada vez menores. Porque, se se afirma que num corp...

Filosofia - Textos Diversos IX - David Hume e a Questão Básica da Crítica da Razão Prática

  David Hume e a Questão Básica da Crítica da Razão Prática, por Eduardo Chaves : 188 - Se… ações são boas, porém, somente como meios para um certo fim, e as máximas que as dirigem não devem ser chamadas de leis, pois são somente preceitos práticos e razoáveis ". 189 - Para Kant, o dever precede e determina a bondade de uma ação. Já a ética de Hume é o contrário e, por isso, ele não vê como algo racional. O bem é sempre instrumental ou relativo. Porém, o “correto” não (para Kant). 190 - Bonitas naturalis tem a ver com o bem que busca a felicidade e harmonia. Contudo, há, além da bonitas naturalis, um bem que é ainda mais elevado: o bem moral, a bonitas moralis, que é o bem absoluto, ou o bem que não leva em consideração desejos ou inclinações, o bem que não é instrumental a algum outro tipo de propósito, mas é intrinsicamente bom. A razão que a visa não tem a ver com meios ou instrumentos. Ou seja, é a razão pura. Daí o imperativo categórico. 191 - Hume diz que há os que ...