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Mostrando postagens com o rótulo Adam Smith

Livro: Vilfredo Pareto - Crítica ao 'O Capital' de Karl Marx

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                                                                                                                                                     Livro: Vilfredo Pareto - Crítica ao 'O Capital' de Karl Marx Pgs. 1-16 " INTRODUÇÃO (*NOTA DO TRADUTOR) " 1 - Esse livro será curioso. Edição de 1937. Vou ler nesse português "arcaico" mesmo. Creio que vou ler também os apêndices ao final do livro. Ou seja, até a página 272. A introdução - espécie de prefácio - foi escrita pelo tradutor Nogueira de Paula, "cathedrático da universidade do Brasil". Inicia elogiando Pareto e Marx. Mais Pareto do que Marx...- 2 - Afirma q...

Livro: David Sainsbury - Windows of Opportunity, How Nations Create Wealth - Capítulo 1

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                                                                                                                                         Livro: David Sainsbury - Windows of Opportunity, How Nations Create Wealth Pgs. 1-21 " PREFÁCIO " 1 - Janelas de Oportunidades, Como as Nações Criam Riquezas. O livro é de 2020.  2 - O prefácio foi mais uma promessa mesmo. Não desenvolveu muita coisa. Pgs. 22-59 " CAPÍTULO 1 : "A necessidade de uma nova teoria " 4 - Boa parte disto aqui é simplesmente demografia, creio: De 1820 a 1990, a parcela do produto interno bruto (PIB) mundial assumida pelos países ricos do G7 de hoje (Es...

Livro: João Bernardo - Economia dos Conflitos Sociais - Capítulo 1 (PARTE "B")

                                                                           Livro: João Bernardo - Economia dos Conflitos Sociais (...)  Pgs. (...) 47-72 " CAPÍTULO 1 : "Mais-valia " 32 -  Seria pela reformulação da concepção fichteana de processo que Schelling haveria de desenvolver uma nova síntese. (...)  O homem percorre, pois, uma tensão que vai da sua separação até a sua unificação. Na lógica de Schelling, se a separação é possível, é porque na união ela existia já; e, se a união é possível, é porque a união existia na separação. Deste modo o processo, que na versão fichteana e, depois, na sua historicização hegeliana assumia a forma de uma gênese de sucessivas polaridades, foi concebido por Schelling como o movimento permanente entre dois pólos, que se repõem um no out...

Livro: Ha-Joon Chang - Economia: Modo de Usar - Capítulo 4 (PARTE "A")

                                                    Livro: Ha-Joon Chang - Economia: Modo de Usar Pgs. 85-107 " CAPÍTULO 4 : "Que desabrochem cem flores - COMO “FAZER” ECONOMIA " 67 - Um capítulo de História das Ideias em Economia, digamos assim. Autores de escola X ou Y não necessariamente "fecham com elas" em tudo.  Um exemplo ainda mais complicado é Frank Knight, um economista do início do século XX, que lecionou na Universidade de Chicago. Ele é em geral visto como um economista austríaco (não, não por causa de sua nacionalidade — ele era norte-americano), mas tinha muita influência dos institucionalistas, e algumas de suas ideias têm contato com as teses dos keynesianos e dos behavioristas. 68 - Gostei da ideia de botar uma frase-resumo pra cada escola:  A escola clássica: Resumo: O mercado mantém todos os produtores em alerta por mei...

Livro: John Galbraith - O Pensamento Econômico em Perspectiva - Capítulo 5 e 6

                                                                                                                                                                  Livro: John Galbraith - O Pensamento Econômico em Perspectiva Pgs. 42-51 " CAPÍTULO 5 : "O Modelo Francês " 37 - A França tem uma história um tanto diferente.  Foi a aristocracia proprietária de terras que cercou os sucessores de Luís XIV em Versalhes, gozando de precedência e prestígio social. Seus membros fizeram muito menos concessões aos propósitos e interesses dos mercadores que as aristocracias da Inglaterra,  da H...

Livro: Alfred Marshall - Princípios de Economia Vol. II - Capítulos 14, 15 e "16"

                                                  Livro:  Alfred Marshall - Princípios de Economia Vol. II (Os Economistas) (1890) Pgs. 134-147 " CAPÍTULO 14 : "Teoria dos Monopólios " 63 - (Exemplos e exposições chatos ao extremo. Praticamente só passei o olho, pois nem sei se tem algo a me acrescentar na confusão de diagramas e medidas a que não estou habituado. Enfim, saudade dos livros de introdução) 64 - O essencial mesmo:  O monopolista perderia toda a sua receita de monopólio se produzisse para a venda uma quantidade tão grande que o seu preço de oferta, como aqui definimos, fosse igual ao preço de procura. 65 - Monopólio, porém, pode até resultar em preços mais baixos que o "não-monopólio" em algum setor, caso a lei dos rendimentos crescentes tenha enorme força e a gestão seja competente.  66 - Incentivos para não vender tão caro quanto poss...

Livro: Alfred Marshall - Princípios de Economia Vol. II - Capítulos 1, 2, 3, 4, 5, 6 e 7

                                                Livro:  Alfred Marshall - Princípios de Economia Vol. II (Os Economistas) (1890) LIVRO QUINTO - Relações Gerais Entre a Procura, a Oferta e o Valor Pgs. 1-27 " CAPÍTULO 1 : "Introdução: Os Mercados " 1 - Começa com coisas todas muito óbvias. Pgs. 28-33 " CAPÍTULO 2 : "Equilíbrio Temporário da Procura e da Oferta " 2 - Numa permuta casual que uma pessoa faz com outra, por exemplo, quando dois sertanejos trocam um rifle por uma canoa, raro acontece o que propriamente possa ser chamado um equilíbrio da oferta e da procura: há provavelmente certa margem de satisfação para um e outro; pois provavelmente um deles estaria pronto a dar alguma coisa além do rifle pela canoa, se não a pudesse adquirir de outra maneira; enquanto o outro, em caso de necessidade, pagaria algo mais do que a canoa para ter o rifle. Pgs. 3...