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Mostrando postagens com o rótulo Novo-keynesiano

Livro: Blanchard, Olivier - Macroeconomia (2011) - Parte XXIX

       Livro:  Blanchard, Olivier - Macroeconomia (2011) - Parte XXIX Pgs. 522-534: 515 - O capítulo 27 é sobre história da macroeconomia. " Epílogo: a história da macroeconomia ". Inicia colocando que Keynes confidenciou a um amigo que acreditava estar escrevendo um livro que revolucionaria o pensamento econômico. A Teoria geral ofereceu uma interpretação dos acontecimentos, uma estrutura intelectual e um argumento claro a favor da intervenção governamental . 516 - ...Foi o primeiro a tratar de consumo, renda e multiplicador, com os choques de demanda amplificando alterações no produto, especialmente no curto prazo. Tratou, ainda da " preferência pela liquidez (o termo que Keynes utilizou para a demanda por moeda), que explica como a política monetária pode afetar as taxas de juros e a demanda agregada ". Por fim, enfatizou " a importância das expectativas ao afetar o consumo e o investimento; a ideia de que o instinto animal (alterações das expectati...

Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia (2015) - Parte XXXI

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                  Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia  (2015)  - Parte XXXI Pgs. 824-834: 613 - ...A "nova economia keynesiana" surge nos anos 90 como resposta a isso. Lembra a rigidez dos preços e salários. Faz mais, argumenta que monopolistas têm pouco incentivo para tentar acertar o preço exato. Podem vender mais a preço mais baixo que o "natural" e vender menos a preços mais altos que o "natural". O lucro não muda muito. Talvez não valha a pena gastar tempo, dinheiro e esforço tentando se antecipar à política macro dos governos. Como parte da economia tem proximidade com o modelo de quase-monopólio, políticas ativas podem sim funcionar. 614 - Critica os teóricos da "economia pelo lado da oferta" apoiados por Reagan e jornalismo econômico da época. Chegaram a prever que os EUA estavam do lado errado da Curva de Laffer (o que não se comprovou) e que os cortes de impostos e afins iriam aumentar o produto potencial de modo a...

Economia Mainstream - Mankiw Contra MMT

  Um guia do cético para a Teoria Monetária Moderna – por Greg Mankiw 1 -  Em primeiro lugar, em nosso sistema monetário atual, com juros pagos sobre as reservas, qualquer dinheiro que o governo imprima para pagar uma conta provavelmente acabará no sistema bancário como reservas, e o governo (por meio do Fed) precisará pagar juros sobre essas reservas. Isto é, quando o governo imprime dinheiro para pagar uma conta, está, na verdade, tomando emprestado. O dinheiro pode ficar como reserva para sempre, mas os juros aumentam ao longo do tempo. Um proponente da TMM apontará que os juros podem ser pagos imprimindo ainda mais dinheiro. Mas a base monetária em constante expansão terá mais ramificações. A demanda agregada aumentará devido a um efeito riqueza, eventualmente estimulando a inflação . (Isso depende da demanda por liquidez, creio eu. Vai se manter? Diminuir? Aumentar? E do que está acontecendo na economia real, também na ponta da oferta, claro. Aí entram as discussões sobre...

Economia Mainstream - Textos diversos I

  Entenda o básico sobre crescimento econômico https://economiamainstream.com.br/artigo/entenda-o-basico-sobre-crescimento-economico/?fbclid=IwAR295UzcjCmCzSRIj6Rv4j341LLaoe6-4Ww4s9YnuNJtv4kFO9cCzznpegw 1 - Textos de Lucas Favaro.  2 -  Pois bem, mas o que é a PTF? Ela pode ser subdividida em duas categorias: (i) tecnologia; (ii) eficiência . A primeira é a capacidade de manipulação da natureza e a segunda é a capacidade de combinar e alocar bem o total de recursos físicos e humanos disponíveis.  3 - Traz as possíveis explicações para uma PTF alta. A institucional diz que se trata de governos em que o processo de inovação é incentivado via proteção de propriedade intelectual, além do incentivo governamental à educação básica e-ou pesquisa científica. Trata-se, ainda, diz, de evitar o rent-seeking . 4 - Afirma que desigualdade elevada prejudica o acúmulo de capital humano ainda que favoreça o de capital físico. Ademais, países mais desiguais têm maiores conflitos polí...

Econ - Ricardo - Curva de Phillips Aceleracionista, Conflito Distributivo e Inflação (CCE) III

(continua...) 217 - O ortodoxo replica Palley:  se uma expansão monetária aumentar preços e reduzir o desemprego no curto prazo, existe um trade-off entre inflação e desemprego, e portanto, uma taxa de desemprego que eh consistente com nao-aceleração da inflação (a NAIRU). (...) Não existe nada no artigo do Krugman que contradiz o mainstream da macroeconomia neokeynesiana. 218 - Tréplica:  Para o argumento do Friedman ser válido é necessário ainda que o aumento de preços no curto prazo seja repassado de forma completa para a inflação dos períodos subsequentes. Nesse caso qualquer taxa de desemprego menor do que a NAIRU acelera a inflação, ou seja, não pode ser consistente com qualquer taxa de inflação constante. (...) Por outro lado, se o aumento inicial de preços não for completamente repassado para a inflação dos períodos subseqüentes o conceito de NAIRU perde o sentido e existe trade-off entre inflação e desemprego. Significa que uma taxa de desemprego permanentemente mais ...

Econ - Textos Variados XXXV (CCE)

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Manifesto do Coletivo Economia Crítica : 181 - Critica inclusive Stigltz. Em linhas gerais, os novos-keynesianos defendem uma política econômica ativa num período de tempo denominado de curto prazo devido a uma incapacidade de ajustes dos preços. Ainda que o equilíbrio eficiente exista, dadas certas características institucionais da economia, é necessário que a política econômica “auxilie” o funcionamento do mercado, já que tais características impedem seu pleno funcionamento. 182 - Algumas discussões do manifesto eu ainda desconheço e não estão “traduzidas” nele para o público comum. 183 - O Chile, durante quase toda a década de 90, praticou uma política de metas cambiais e controle de capitais (através da necessidade de manter depósitos não remunerados por determinado prazo no país), o que está totalmente em desacordo com o receituário. 184 - Coloca que a queda nas taxas de juros é muito mais lenta do que deveria e se aproveita da queda mundial. Mesmo assim…   Nick Trebat ...

Econ - Site Voyager - As 9 Escolas de Economia III

 (continuação...) 297 - Usam muita matemática também - ao contrário dos paleo-keynesianos.  Surgiu no início dos anos 1980 nos Estados Unidos. É a corrente mais mainstream até os dias atuais. Os principais livro-textos de Macroeconomia utilizados em graduação e pós-graduação foram escritos por novos keynesianos. (...) Proponentes atuais: No braço politicamente conservador, Greg Mankiw, David Romer e Stanley Fischer. No braço politicamente progressista, Joseph Stiglitz, George Akerlof, Brad DeLong e Paul Krugman jovem (quando este envelheceu, ficou mais progressista ainda e virou Paleo Keynesiano). No braço politicamente mais ou menos, Olivier Blanchard e Larry Summers. (...) Eles acham que a ciência econômica, mais do que um conflito entre diferentes visões, é um constante acúmulo de conhecimento, e que eles seriam o resultado mais bem acabado deste acúmulo. 298 - Influentes  nas universidades das costas leste e oeste dos Estados Unidos: Harvard, MIT, Yale, Princeton, Col...

Econ - Site Voyager - As 9 Escolas de Economia II

 (continuação...) 293 - A “Novo Clássica” é de Robert Lucas e Robert Barro. Bastante mainstream até hoje, meio que fundem macroeconomia com microeconomia. Odeiam o modelo IS-LM da síntese neoclássica. Aprofundou a questão das expectativas racionais no debate econômico. Mesmo o curto prazo seria imune ao ativismo fiscal e monetário.  Agente adaptam o preço rapidamente. As flutuações do PIB podem ser explicadas pelo “ciclo real de negócios”, causados principalmente por variações de tecnologia e decisões dos agentes econômicos sobre quando poupar ou quando gastar. (...) Surgiu em meados da década de 1970 nos Estados Unidos. É muito relevante até hoje.  Pra mim isso pareceu mais radical que Friedman.  Onde é forte: Em universidades interioranas nos Estados Unidos, notadamente Chicago e Minnesota. Por isso, seus proponentes são chamados de “economistas de água doce”. No Brasil, tem grande influência na PUC–RJ e na FGV–RJ. 294 - Não entendi bem as críticas aos novos-clássi...