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Mostrando postagens com o rótulo Exploração

Livro: João Bernardo - Economia dos Conflitos Sociais - Capítulo 2 (PARTE "D")

                                                                              Livro: João Bernardo - Economia dos Conflitos Sociais (...) Pgs. 144-169 " CAPÍTULO 2 : "Mais-valia relativa e mais-valia absoluta " 113 - Coloca que a confusão entre exploração e situação material faz com que alguns teóricos achem que os trabalhadores de polos mais avançados de mais-valia relativa - vem termos como "aristocracia operária" e afins - são menos explorados ou mesmo que compartilham lucros com a burguesia do país. 114 -  A forma como nas últimas décadas se operou o processo de descolonização, pelo triunfo da conciliação nacionalista de interesses sociais radicalmente antagônicos, constituiu uma das mais profundas derrotas orgânicas dos trabalhadores, interrompendo a sua constituição como ...

Livro: João Bernardo - Economia dos Conflitos Sociais - Capítulo 2 (PARTE "C")

                                                                            Livro: João Bernardo - Economia dos Conflitos Sociais (...)  Pgs. 121-143 " CAPÍTULO 2 : "Mais-valia relativa e mais-valia absoluta " 95 - Longa explicação-resumo do modelo de JB sobre as economias de subsistências presas no ciclo vicioso da mais-valia absoluta:  Deste modelo demográfico e social resulta que, em primeiro lugar, o caráter prematuro do trabalho juvenil e a sua freqüência limitam o período destinado à formação da força de trabalho. Em segundo lugar, quanto mais importante é a fração ocupada pelas formas arcaicas na obtenção dos bens de subsistência, tanto mais se reduz o trabalho em âmbito doméstico dedicado à educação dos jovens; e, dadas as dificuldades de acumulação verificadas no sist...

Livro: João Bernardo - Economia dos Conflitos Sociais - Prefácios

                                                                          Livro: João Bernardo - Economia dos Conflitos Sociais Pgs. 5-8 " Prefácio (da primeira edição) -  por Maurício Tragtenberg " 1 - Segunda edição São Paulo: Expressão Popular, 2009. Esta versão em pdf tem alterações mínimas relativamente à segunda edição 2 -  A burguesia tanto recorre à exploração da mais-valia absoluta, quanto mantém uma ditadura autoritária que fecha os sindicatos impedindo o surgimento de profissionais da “negociação”, prende trabalhadores e fecha os canais políticos de participação social. Como mostra o autor, essa não é a única técnica de manutenção da dominação e da exploração. A burguesia pode recorrer a mecanismos “participativos”, cedendo em parte às reivindicações operárias, porém an...

Livro: John Galbraith - O Pensamento Econômico em Perspectiva - Capítulos 11 e 12

                                                                                                                                                                     Livro: John Galbraith - O Pensamento Econômico em Perspectiva Pgs. 114-125 " CAPÍTULO 11 : "O Grande Ataque " 94 - Os primeiros socialistas: Este ataque se deu especialmente na França, liderado por Claude Henri Saint-Simon (1760-1825), Charles Fourier (1772-1837), Louis Blanc (1811-1882) e Pierre Proudhon. Pouco depois, na Alemanha, Ferdinand Lassalle (1825-1864) e Ludwig Feuerbach (1804-1872) fizeram críticas semelha...

Livro: Hunt, E. K. - História do Pensamento Econômico - Capítulo 9

                Livro: Hunt, E. K. - História do Pensamento Econômico Pgs. 296-354 " CAPÍTULO 9 : "Karl Marx " A Crítica de Marx à Economia Clássica 243 - Marx: I) a produção econômica não se reduzia a uma série de trocas; II) o capital era uma relação social específica do capitalismo, não dos demais modos. O capital "instrumento de produção" é que é universal. 244 - Só no capitalismo os “instrumentos de produção” e “o trabalho acumulado” eram a fonte de renda e do poder da classe social dominante . Mercadorias, Valor, Valor de Uso e Valor de Troca 245 - O valor de troca era, habitualmente, expresso em termos do preço monetário deuma mercadoria, quer dizer, era expresso em termos da quantidade da mercadoria dinheiro que se poderia obter em troca de uma unidade da mercadoria em questão . 246 - As mercadorias, assim consideradas por Marx, eram definidas como valores. “O trabalho humano está contido nelas. Quando encaradas como cristais deste… (traba...

Livro: Böhm Bawerk - A teoria da exploração do socialismo-comunismo - Capítulos 8, 9, 10 e Final

        Livro: Böhm Bawerk - A teoria da exploração do socialismo-comunismo  Parte IV -  A Teoria do Juro de  Marx Pgs. 85-94: " CAPÍTULO "1"(8) : "Apresentação Detalhada da Teoria  de Marx " 40 - Início é um resumo dos principais pontos do Livro I do O Capital. Exemplo:  Para usar as palavras do próprio Marx, ele é “a parte comum que aparece na relação de troca ou valor de troca das mercadorias”. O reverso é igualmente válido: “o valor de troca é a expressão necessária ou a manifestação do valor” (I, p. 13). ...  Como valores, todas as mercadorias são apenas medidas de tempo de trabalho cristalizado.” 41 -  De tudo isso deduz-se o conteúdo da grande “lei de valor”, que é “imanente à troca de mercadorias” (I, pp. 141 e 150) e que domina as condições de troca. Essa lei significa — e só pode significar — que as mercadorias se trocam entre si segundo as condições de trabalho médio, socialmente necessário, incorporado nelas (p...

Livro: Böhm Bawerk - A teoria da exploração do socialismo-comunismo - Capítulos 1, 2, 3, 4, 5, 6 e 7

Livro: Böhm Bawerk - A teoria da exploração do socialismo-comunismo  "A ideia de que toda renda não advinda do trabalho (aluguel, juro e lucro) envolve injustiça econômica  (Um extrato)" A Teoria da Exploração do Socialismo Comunismo / Eugen von Böhm-Bawerk. -- São Paulo : Instituto Ludwig von Mises Brasil, 2010. 205p. "ESTE LIVRO é o Capítulo XII de Geschichte und Kritik der Kapitalzins-Theorien (História e crítica das teorias de juro), primeiro dos três volumes da famosa obra de Böhm-Bawerk intitulada Kapital und Kapitatzins (Capital e juro)." Pgs. 1-22: " Indicações Biobibliográficas Sobre o Autor " e " Prefacio a Primeira Edição,  por Hanz Sennholz " 1 - Entre 1880 e 1904 assumiu posto em universidade e foi do departamento de finanças do governo austríaco, sendo inclusive Ministro das Finanças em alguns períodos.  2 - Aparentemente ficou puto com alguma pedalada do Bolsonaro da época: Em 1904 demite-se do cargo de ministro em protesto contra ...