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Mostrando postagens com o rótulo Era de Ouro

Livro: Alan Greenspan - Capitalismo na América - Capítulos 8 e 9

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                                                                                                         Livro: Alan Greenspan - Capitalismo na América Pgs. 288-314 " CAPÍTULO 8 : "A ERA DOURADA DO CRESCIMENTO: 1945-1970 " 279 - Os estados unidos saíram da Segunda Guerra Mundial um gigante entre anões. Um país com 7% da população do mundo produzindo 42% dos produtos industrializados, 43% da energia elétrica, 57% do aço, 62% do petróleo e 80% dos carros. Engenhocas, carros e televisões começavam a chegar em massa às casas das famílias médias estadunidenses. 280 - O crescimento médio foi de quase 4% durante a "Era Dourada":  Durante a Grande Depressão, Roosevelt colocara dinheiro nos transportes (Ponte Golden Gate) e n...

Livro: Ha-Joon Chang - Economia: Modo de Usar - Capítulo 3 (PARTE "C")

                                                   Livro: Ha-Joon Chang - Economia: Modo de Usar (...)  Pgs. 69-84 " CAPÍTULO 3 : "Como foi que chegamos aqui? -  UMA BREVE HISTÓRIA DO CAPITALISMO " 52 - Bretton Woods começa a cair: ... Com a reconstrução do pós-guerra e, em seguida, o rápido desenvolvimento de outras economias, a suposição não era mais válida. Uma vez que as pessoas perceberam que o dólar americano não era tão bom quanto o ouro, tiveram mais incentivo para converter dólares em ouro, o que reduziu ainda mais a reserva dos Estados Unidos e fez o dólar parecer ainda menos confiável .  Os passivos dos Estados Unidos (notas de dólar e notas do Tesouro, ou seja, títulos do governo americano), que eram apenas da metade do tamanho das reservas de ouro do país até 1959, se tornaram uma vez e meia maiores em 1967 .  53 - Segund...

Livro: Ha-Joon Chang - Economia: Modo de Usar - Capítulo 3 (PARTE "B")

                                                  Livro: Ha-Joon Chang - Economia: Modo de Usar (...)  Pgs. 51-68 " CAPÍTULO 3 : "Como foi que chegamos aqui? -  UMA BREVE HISTÓRIA DO CAPITALISMO " 34 - EUA:  Relata-se que, ao ficar sabendo das primeiras tentativas dos colonos americanos de praticar a manufatura, o primeiro-ministro britânico William Pitt, o Velho (1766-8), disse que eles não deveriam “ter permissão para fabricar nem sequer um prego de ferradura” . 35 - ... Depois da Guerra Anglo-Americana (1812-6) — a primeira e, até agora, a única vez em que a parte continental dos Estados Unidos foi invadida —, muitos americanos passaram a adotar a visão de Hamilton, de que um país forte precisava de um setor industrial forte, o que não aconteceria sem as tarifas e outras intervenções do governo. A pena é que Hamilton não estava mais viv...

Livro: Krugman et al. - Economia Internacional (2015) - Capítulo 18

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          Livro: Krugman et al. - Economia Internacional (2015) Pgs. 409-441 " CAPÍTULO 18 : "Taxas de câmbio fixas e intervenção cambial " 345 -  Por razões históricas, discutidas mais adiante neste capítulo, as reservas internacionais do banco central também incluem qualquer quantidade de ouro que ele possuir . 346 - BC e os balancetes: ... Da mesma forma, as vendas de ativos do banco central envolvem a retirada de moeda de circulação ou a redução dos créditos dos bancos privados no banco central e, portanto, uma queda no passivo do banco central em relação ao setor privado . (...)  O aumento no passivo do banco central associado com a compra de ativos ... faz com que a oferta de moeda expanda . 347 - ... Você também vai lembrar que quando o banco central compra ativos, por exemplo, o aumento consequente da oferta de dinheiro é geralmente maior do que a compra de ativos inicial, por causa da criação de depósitos múltiplos dentro do...

Livro: Blanchard, Olivier - Macroeconomia (2011) - Parte XI

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           Livro:  Blanchard, Olivier - Macroeconomia (2011) - Parte XI Pgs. 205-221: ... 201 - Importante:  Pense, por exemplo, em um país que perca parte de seu estoque de capital, digamos, em consequência de bombardeios em uma guerra. O mecanismo que acabamos de ver sugere que, se a perda de capital do país for muito maior do que as perdas humanas, esse país sairá da guerra com um nível baixo de capital por trabalhador, isto é, em um ponto à esquerda de K*/N. O país experimentará um grande aumento tanto no capital por trabalhador quanto no produto por trabalhador durante algum tempo. Isso descreve bem o que aconteceu após a Segunda Guerra Mundial nos países que tiveram uma destruição proporcionalmente maior de capital do que de vidas humanas (veja a Seção “Foco: Acumulação de capital e crescimento na França após a Segunda Guerra Mundial”). 202 - Joga mais uma fórmula supérflua simplesmente para trazer a noção de capital e produto no "estado est...

Gráficos XXX - Novos - Mais Temas Variados

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     Gráficos XXX - Novos - Mais Temas Variados  1 - Divisão territorial da África caso se levasse em conta as etnias.  2 - Variação do Preço Real do Barril de Petróleo. Sem Inflação. Últimas décadas. 3 - Teses do mais novo livro sobre crescimento econômico (PIB) e demografia: 4 - Felipe Augusto Machado critica texto que fichei aqui de Marcos Lisboa sobre o protecionismo no Brasil. Insumos (matéria-prima) nacionais e políticas de conteúdo local seriam mais comuns na Ásia que aqui. 5 - O dado desse imposto altíssimo alemão do pós-guerra e que "60% do PIB foi para o Estado" não bate muito com outros dados que tenho. Não lembro se esse texto foi de Piketty ou não. De qualquer forma, suspeito que isto abaixo precise ser melhor pesquisado, mas já serve pra contrariar a ideia boboca de que o tal "ordoliberalismo" foi uma radical baixa de impostos. Nada mais falso e divulgado. 6 - A velha curva "produtividade vs. salários" para os EUA pós-Reagan tem defeitos. Só ...