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Mostrando postagens com o rótulo Navegações

Livro: Celso Furtado - Formação Econômica do Brasil (2003) - Prefácio e Capítulos 1 a 3

                                       Livro: Celso Furtado - Formação Econômica do Brasil (2003) Pgs. 1-18 " Prefácio e Introdução " 1 - Formação Econômica do Brasil / Celso Furtado. 32ª ed. — São Paulo - Companhia Editora Nacional, 2003. — (Biblioteca Universitária. Série 2) - 1ª impressão . 2 - Plínio de Arruda Sampaio fez o prefácio.  A reflexão de Furtado sobre subdesenvolvimento parte da constatação de que as premissas históricas que viabilizam o desenvolvimento não estão presentes nas economias subdesenvolvidas. A situação periférica e a reprodução de grandes assimetrias sociais criam bloqueios à inovação e à difusão do progresso técnico que inviabilizam a endogeneização do movimento de transformação capitalista . A desigualdade impulsionaria o subdesenvolvimento. 3 - ... Escrito na virada da década de cinquenta , no calor das lutas sociais que culminariam com a campanha pelas...

Livro: Fernandes (Auth.) - Formação Econômica Do Brasil (...) - Capítulos 5 e 6

                                         Livro: Fernandes (Auth.) - Formação Econômica Do Brasil (...). Pgs. 128-149 " CAPÍTULO 5 : "Uma visão unificadora e contemporânea da formação econômica do Brasil " 120 - Coloca que a escola, que seria um grande espaço republicano para conhecer a sociedade num país normal, não há a devida socialização. Havendo, ainda, cisão entre povo e elite.  121 - Vai viajando por vários parênteses. Exemplo aqui:  Biólogos mais radicais vão falar que as ciências sociais não existem. Isso não é verdade, no meu entender, pois existem fenômenos que fogem ao comportamento do mundo animal não humano, como por exemplo, as decisões mais ou menos intencionais e estratégicas. Animais também agem de forma estratégica e “racional”, mas não conscientemente: até onde vai o estado das artes na Zoologia e na Biologia, sabemos que os animais não humano...

Livro: Fernandes (Auth.) - Formação Econômica Do Brasil. (...) - Capítulo 2 ("PARTE A")

                                     Livro: Fernandes (Auth.) - Formação Econômica Do Brasil (...). Pgs. 45-69 " CAPÍTULO 2 : "Raymundo Faoro: a lógica política e  estatal da economia " 27 - Pretende, entre outras coisas, resumir, capítulo a capítulo, o Donos do Poder. (Bem breve, pois o livro  é gigante). 28 -  Em Portugal não houve feudalismo, mas sim o desenvolvimento de um Estado patrimonial que se relacionava diretamente com todos os seus súditos, era o grande investidor dos negócios da nação e detinha grande parte dos lucros derivados das rendas internas e externas de Portugal .  Houve o desenvolvimento precoce de um corpo burocrático estatal que representava os interesses do príncipe em todo o território português, tanto através do controle da arrecadação de tributos quanto pela imposição da jurisdição real. A nobreza territorial não representou uma classe ...

Livro: C. I. Jones - Introdução à Teoria do Crescimento Econômico - Capítulo 4

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                                                                               Livro:   Charles I. Jones - Introdução à Teoria do Crescimento Econômico (2000) Pgs. 75-89 " CAPÍTULO 4 : "A ECONOMIA DAS IDEIAS " 54 - Aqui o objetivo é suprir a deficiência dos modelos anteriores.  Neste capítulo, vamos estudar questões amplas associadas à criação de um modelo econômico de tecnologia e melhoria tecnológica . (...) Na função de produção Cobb-Douglas dos capítulos anteriores, Y = Kª(AL)1-ª, o termo "A" é um índice de tecnologia . 55 - Engraçado que o exemplo usado ficou meio datado rs:  As ideias melhoram a tecnologia de produção. Uma nova ideia permite  que um dado pacote de insumos gere um produto maior ou melhor. Um bom  exemplo de ideia foi apresentado por Paul ...

YT - Debate: "Como os países ricos ficaram ricos... e por que os países pobres continuam pobres"

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  Debate: "Como os países ricos ficaram ricos... e por que os países pobres continuam pobres" 1 -Livro de Erik S. Reinert. O primeiro expositor lembra que o Marquês de Pombal tinha uma proposta de alguma industrialização para o Brasil. Entretanto, com o famoso terremoto de Lisboa, teve que retornar antes que qualquer coisa relevante fosse feita.  2 - Reclama-se que o Agro é dinâmico, mas trabalha importando tecnologia - máquinas e ferramentas de multinacionais. O expositor coloca que bens transacionáveis sofrem pressão da concorrência, assim, os ganhos são menos restritos ao produtor e mais compartilhados com o consumidor, via preço.  3 - Diz que os alemães colocaram o dinheiro do Plano Marshall no banco KFW, para reconstrução. Até hoje gera reinvestimentos. Outros países gastaram o dinheiro em vez de fortalecer os bancos públicos. 4 - Na época das Navegações, o conhecimento sobre mapas era tão importante que Portugal proibia exportação de "capital humano". Ingleses...

MAMIGONIAN, Beatriz Galotti - A proibição do tráfico atlântico e a manutenção da escravidão

  FICHAMENTO não foi feito por mim Texto 5 - MAMIGONIAN, Beatriz Galotti. A proibição do tráfico atlântico e a manutenção da escravidão   1 - Expandir a cristandade e a ampliar a rede de comércio dos mercadores portugueses. Eis os dois principais motivos citados pelo texto para a expansão portuguesa pelo globo.   2 - O comércio de escravos africanos, além de lucrativo, servia para a metrópole deixar a colônia (os colonos) dependente e obediente.   3 - A estrutura da própria sociedade portuguesa foi o que serviu de base para as sociedades coloniais. Nobreza (privilégios e direitos), cidadãos (direitos) e escravos, basicamente.   4 - Em 1808, um em cada três habitantes do Brasil era escravo. No mesmo ano, os britânicos, que tinham a maior fatia do comércio de escravos africanos, resolveram abandonar as atividades e lutar contra o tráfico.   5 - As pesquisas mais recentes mostram que a economia e sociedade brasileira do Século XIX ia além d...