Postagens

Mostrando postagens com o rótulo JB

Livro: João Bernardo - Economia dos Conflitos Sociais - Capítulo 7 (PARTE "B")

                                                                                  Livro: João Bernardo - Economia dos Conflitos Sociais (...)  Pgs. 371-399 " CAPÍTULO 7 : "Economia dos processos revolucionários " 284 - Mais um exagero? Vamos ver o desenvolvimento da tese. Coloca que são tipo os ciclos de Kondratiev.  Considero que a assimilação das instituições degeneradas, surgidas nas formas autônomas de luta, ritma o que denomino ciclos longos da mais-valia relativa . 285 - ... A fase de ascensão de formas autônomas de luta marca o início de um ciclo longo de mais-valia relativa . (...)  Quanto mais solidamente a fase de assimilação parece estar implantada, mais começam, porém, a difundir-se novos tipos de luta autônoma, cuja recuperação é inviável no in...

Livro: João Bernardo - Economia dos Conflitos Sociais - Capítulo 5 (PARTE "B")

                                                                                 Livro: João Bernardo - Economia dos Conflitos Sociais (...)  Pgs. 265-301 " CAPÍTULO 5 : "Dinheiro " 208 - O dinheiro de crédito é o mais importante dos tipos de dinheiro emanados do Estado A . Já nem lembro mais. Imagino que sejam os empréstimos bancários, títulos privados e afins? A principal distinção entre as notas e o dinheiro de crédito resulta da emissão centralizada das primeiras, enquanto o outro é emitido descentralizadamente, por qualquer unidade econômica, no decurso de seu funcionamento normal. É por isso errado chamar-lhe dinheiro bancário, já que este tipo elementar de crédito não se restringe às instituições financeiras e faz parte das operações correntes de qualquer unidade e...

Livro: João Bernardo - Economia dos Conflitos Sociais - Capítulos 4 e 5 (PARTE "A")

                                                                               Livro: João Bernardo - Economia dos Conflitos Sociais Pgs. 235-251 " CAPÍTULO 4 : "Repartição da mais-valia " 182 - O sobrelucro resulta da desigual repartição da mais-valia entre os capitalistas . (...)  É precisamente nesta parte de valor não aproveitada pelos capitalistas retrógrados que tem origem o sobrelucro de que se beneficiam os capitalistas inovadores . 183 - A distinção que ele faz entre repartição e apropriação da mais-valia ficou no plano abstrato pra mim. Quais os efeitos práticos dessa diferenciação, por exemplo? 184 - Os mecanismos da mais-valia relativa suscitam uma produção de nova mais-valia incomensuravelmente superior à fração destruída, mas disso são os capitalistas das empres...

Livro: João Bernardo - Economia dos Conflitos Sociais - Capítulo 3 (PARTE "B")

                                                                              Livro: João Bernardo - Economia dos Conflitos Sociais (...)  Pgs. 198-234 " CAPÍTULO 3 : "Integração econômica " 151 - JB coloca, ao que lembro com razão, que Marx, por vezes, não foi cem por cento coerente nas exemplificações sobre trabalho produtivo e improdutivo. É muito difundida entre várias correntes marxistas a definição que considera como improdutivos aqueles trabalhadores inseridos em processos cujo output não regresse, enquanto input, aos ciclos de produção; e também na obra de Marx podem encontrar-se algumas afirmações neste sentido. O trabalho produtivo se classificaria, então, não como o produtor de mais-valia, mas como o produtor dos inputs dos processos de produção . 152 - ... Di...

Livro: João Bernardo - Economia dos Conflitos Sociais - Capítulo 3 (PARTE "A")

                                                                             Livro: João Bernardo - Economia dos Conflitos Sociais Pgs. 170-197 " CAPÍTULO 3 : "Integração econômica " 131 - Cria os conceitos "condições gerais de produção" e "unidades particularizadas de produção":  Enquanto as CGP iniciam a generalidade das remodelações tecnológicas e dão aos seus efeitos o âmbito mais vasto possível, cada UPP limita-se a veicular tais efeitos ao longo da linha de produção em que diretamente se insere, e dessa apenas . Instituições repressivas, as de saúde, ensino, urbanismo e afins entram nas CGP. Há, ainda, energia, transportes, comunicações... Infraestruturas em geral. 132 - Repressão e mais-valia relativa:  Sob este ponto de vista, a distinção entre a mais-valia absoluta e a...

Livro: João Bernardo - Economia dos Conflitos Sociais - Capítulo 2 (PARTE "D")

                                                                              Livro: João Bernardo - Economia dos Conflitos Sociais (...) Pgs. 144-169 " CAPÍTULO 2 : "Mais-valia relativa e mais-valia absoluta " 113 - Coloca que a confusão entre exploração e situação material faz com que alguns teóricos achem que os trabalhadores de polos mais avançados de mais-valia relativa - vem termos como "aristocracia operária" e afins - são menos explorados ou mesmo que compartilham lucros com a burguesia do país. 114 -  A forma como nas últimas décadas se operou o processo de descolonização, pelo triunfo da conciliação nacionalista de interesses sociais radicalmente antagônicos, constituiu uma das mais profundas derrotas orgânicas dos trabalhadores, interrompendo a sua constituição como ...

Livro: João Bernardo - Economia dos Conflitos Sociais - Capítulo 2 (PARTE "B")

                                                                            Livro: João Bernardo - Economia dos Conflitos Sociais (...) Pgs. 106-120 " CAPÍTULO 2 : "Mais-valia relativa e mais-valia absoluta " 81 - Surge a "cultura juvenil" e o "conflito geracional":  Quando reinava a produção artesanal, os pais eram o repositório do saber e apareciam como o modelo a imitar; e a aprendizagem, ou se fazia no quadro familiar ou, se era outro o mestre, o aprendiz reproduzia para com ele as relações de obediência filial. O capitalismo desde o início rompeu este quadro mas, enquanto não era muito sensível a diferença entre o tempo de trabalho incorporado em cada indivíduo da nova geração e o incorporado nos da precedente, a autoridade doméstica não se encontrava seriamente comprometida. Nos ...

Livro: João Bernardo - Economia dos Conflitos Sociais - Capítulo 2 (PARTE "A")

                                                                            Livro: João Bernardo - Economia dos Conflitos Sociais Pgs. 73-105 " CAPÍTULO 2 : "Mais-valia relativa e mais-valia absoluta " 53 - Vigiar e punir as formas de resistências difusas pode ser algo muito custoso.  Para fiscalizar os trabalhadores no processo de trabalho, não basta saber reprimir, é necessário também conhecer os gestos e raciocínios de trabalho e a sua intensidade requerida, o que implicaria despesas acrescidas de formação . E este aumento de custos incidiria num pessoal repressivo em aumento também, no acréscimo do número de contramestres e de todo o tipo de fiscais . 54 - A repressão aberta não pode então ser um objetivo último, mas sempre uma função da estratégia de cessões . 55 - Se os trab...