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Livro: Paul Singer e João Machado - Economia Socialista

       Livro:  Paul Singer e João Machado - Economia Socialista Pgs. 7 -10 " Apresentação " 1 - Edição: junho de 2000. Apresentação é de um tal Luiz Inácio Lula da Silva. Esre trabalho teria nascido de um seminário para romper o marasmo intelectual da "era FHC". O objetivo era discutir o que queremos entender por socialismo hoje, para o Brasil e para o mundo. E que não existia, de nossa parte, qualquer concepção prévia de socialismo e de como alcançá-lo. Queríamos retomar um clima de discussão aberta, no qual pudéssemos expor livremente todas as nossas certezas e dúvidas. Sem exclusão de nenhuma corrente ou facção. Pgs. 11-12 " Prefácio " 2 - Antônio Cândido. Coloca o socialismo como "ponto de encontro" fraterno entre as diversas tendências, para que tudo não se perca nas "necessárias operações práticas". Enfim, é de se imaginar que cada parcela do PT tenha uma ideia bem diversa do que seria socialismo. Pgs. 13-52 " Paul Singer -  ...

Livro: Fábio Barbieri - História do Debate do Cálculo Econômico Socialista - Capítulos 1, 2 (Parte "A")...

         Livro: Fábio Barbieri - História do Debate do Cálculo Econômico Socialista  Prefácio - Prefácio de 2013. Posiciona-se, desde já, claramente a favor do "Mises irrefutável", mas pretende contar a história da polêmica. "... Nada mais oportuno então do que a publicação como livro da minha tese de doutorado, que trata da história do debate do cálculo econômico socialista. " Pgs. 13-28: " CAPÍTULO 1 : " Introdução: A História  de um Debate Centenário " 1 - Para Mises, não há como alocar de forma eficiente recursos escassos no socialismo em razão da falta de comparação nas combinações de fatores e insumos. Não há o sinal dos preços, por falta de mercado. Como calcular o custo-benefício das infinitas opções de produção? Seria o caos. É o chamado problema do cálculo econômico.  2 - Chegando a Lange: O conjunto de propostas de socialismo mais significativo foi formulado não por autores marxistas, mas sim por economistas neoclássicos, cujo prog...

Livro: Karl Marx - O Capital, Livro III - Capítulos 51, 52 e Apêndice de Engels

            Livro: Karl Marx - O Capital, Livro III - Capítulos 51, 52 e Anexo de Engels Pgs. 1027-1034: CAPÍTULO 51 : "Relações de distribuição e relações de produção " 647 - Ainda sobre o eterno tema do "salário, lucro e renda":  Segundo a concepção habitual, essas relações de distribuição aparecem como relações naturais, como relações derivadas pura e simplesmente da natureza de toda produção social, das leis da produção humana. Não se pode negar, é claro, que as sociedades pré­-capitalistas mostram outros modos de distribuição, mas estes são interpretados como não desenvolvidos, imperfeitos e disfarçados, como diferentemente matizados daquelas relações naturais de distribuição; como modos que não estão reduzidos a sua expressão mais pura nem a sua configuração mais alta. 648 - A diferença principal é que, no pré-capitalismo, o sujeito meio que "vê o mais-valor", digamos assim. Sabe quanto da jornada está sendo prestada para ele e quanto para q...

Livro: Karl Marx - O Capital, Livro III - Capítulos 27 e 28

                                                          Livro: Karl Marx - O Capital, Livro III - Capítulos 27 e 28 Pgs. 539-548: CAPÍTULO 27 : "O papel do crédito na produção capitalista " 339 - Faz algumas menções sobre crédito como lubrificação dos fluxos de capitais no sistema capitalista e acelerador do tempo de circulação das mercadorias.  Por outro lado, o crédito, ao permitir uma separação mais prolongada dos atos de compra e venda, serve de base para a especulação. 340 - Cita outros aspecto do crédito, tais como: Criação de sociedades por ações. E com isso: (...) Enorme expansão da produção e das empresas, numa escala impossível para capitais isolados. Ao mesmo tempo, transformação dessas empresas, que antes eram governamentais, em empresas sociais. (...)   empresas sociais em oposição a empresas privadas.  É a suprass...

Livro: Karl Marx - O Capital, Livro III - Apresentações e Prefácio

                                              Livro: Karl Marx - O Capital, Livro III - Apresentação e Introduções Pgs. 1-63: APRESENTAÇÃO – SOBRE O CARÁTER NECESSÁRIO DO LIVRO III D’O CAPITAL Marcelo Dias Carcanholo 1 - Engels relata que, das sete seções que constituem o Livro III, o original lhe permitiu a edição sem maiores percalços apenas para as de número II, III e IV. Na primeira seção, Engels teve a necessidade de escrever um capítulo completo, o IV, do qual constava, no texto deixado por Marx, apenas o título. Engels também relata que a seção que lhe proporcionou mais dificuldade foi a V, a qual, segundo ele mesmo, discute o assunto mais complexo do livro e que, para os dias atuais, é de enorme importância: trata­-se do que, hoje, poderíamos chamar de aspectos financeiros do capital. 2 - Coloca que quem não leu o livro III é capaz de sair achando que as mercadorias...

Livro: Karl Marx - O Capital, Livro II - Prefácios e Introduções

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                                   Livro: Karl Marx - O Capital, Livro II   Pgs. 1-104: PREFÁCIO – O LIVRO II DE O CAPITAL 1 - O prefácio ao Livro II (Leio aqui a edição da Boitempo) é de Michael Heinrich. Sobre Marx, diz:  Já no capítulo 4 do Livro I ele dizia: “o capital não pode ter origem na circulação, tampouco pode não ter origem na circulação. Ele tem de ter origem nela e, ao mesmo tempo, não ter origem nela”[1]. 2 -  O Livro III representa a parte mais antiga de O capital, enquanto o Livro II compreende os manuscritos mais recentes, escritos entre dez e quinze anos mais tarde. As ideias desenvolvidas no Livro II não foram incorporadas no Livro III . (...)  Não só as pesquisas de Marx sobre temas do Livro III continuaram a avançar após 1865 – do que são testemunho os cadernos de excertos não publicados, além dos manuscritos sobre temas do Livro III, publicados n...