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Robert Murphy - A teoria do valor-trabalho, Uma crítica a Kevin Carson

      Robert Murphy - A teoria do valor-trabalho, Uma crítica a Kevin Carson 1 - Afirma que discorda de Carson, mas que ele é honesto.  E, mais importante, eu jamais considerara as origens da distribuição atual dos títulos de propriedade, e Carson apresenta bons argumentos para dizer que a defesa libertária típica da relação patrão/empregado talvez seja bastante ingênua, devido ao desconhecimento do desenvolvimento histórico do capitalismo . 2 - No contexto de uma economia monetária, obviamente, uma teoria econômica do valor deve explicar os preços nominais de vários bens e serviços Nesse sentido, uma teoria  econômica do valor é, na verdade, apenas uma  teoria acerca da formação de preços. 3 - Anota sobre o valor-trabalho: Este procedimento é muito semelhante, é claro, ao processo pelo qual os austríacos atribuem toda a produtividade líquida aos “fatores originais” da terra e do trabalho. 4 - A teoria do valor-custo tem os seus méritos. Oferece, sim, ...

Economia Mainstream - Guia econômico contra o anarcocapitalismo II

 (continuação)... 10 - Monopólios naturais:  aquelas em que os custos fixos são muito altos e os custos marginais são muito baixos. Como exemplo, podemos citar a distribuição de energia elétrica, o fornecimento de água, a distribuição de gás natural, sistemas de segurança pública, serviços de transporte público e o sistema jurídico . ...  Se o monopólio for deixado por conta própria, o preço estabelecido será Pareto-ineficiente .   11 - Coloca que a praxeologia "libertária" prevê que a ação humana se dá sempre buscando sair de uma menor satisfação para uma maior satisfação. Favaro critica tal concepção, eis qu permite presumir uma forte racionalidade nos atos humanos. Afirma que desde os anos 80 não dá mais para defender que tudo seja assim:  Esses pesquisadores descobriram a existência do que veio a se chamar vieses cognitivos, que são padrões de distorção de julgamentos e percepções que fazem com que o indivíduo não aja racionalmente. O programa de pesqui...

Economia Mainstream - Guia econômico contra o anarcocapitalismo I

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  Economia Mainstream - Guia econômico contra o anarcocapitalismo 1 - Critica as soluções "rothbardianas" para as externalidades.  Ocorre que essa é uma solução de ordem jurídica que não necessariamente produz o melhor arranjo econômico.  A solução que produz o melhor resultado no bem-estar social é aquela que iguala os custos marginais sociais aos custos marginais privados.   2 -  Pode-se argumentar que pode-se chegar no arranjo eficiente através apenas de trocas no mercado. Esse é o famoso Teorema de Coase. Ocorre que a condição que o teorema estabelece para se chegar num arranjo privado eficiente é a ausência de custos de transação, e isso pode nem sempre ocorrer na prática.  Por isso que o Teorema de Coase se aplica a um conjunto restrito de situações, como o caso de um fazendeiro vizinho de um apicultor. Em todas as demais situações, uma terceira parte deve estabelecer regras que forcem os custos privados a igualarem-se aos custos sociais. Essa terceir...

YT - Fascismo da explicação do Castanhari Vs Historiografia Séria (ateuinforma)

  Fascismo da explicação do Castanhari Vs Historiografia Séria (O que importa NÃO são os termos) 1 - Não se explica questões históricas a partir de conceitos.  2 - O próprio símbolo do Senado dos EUA tem um "fascio" nele. Significa que é fascista? Não é simples assim. Parece o pessoal que pega o roubo de simbologia do nazismo em relação ao socialismo e diz que é tudo a mesma coisa então. 3 - Afirma que Churchill via o ascensão do fascismo de Mussolini com simpatia. Achei na Carta Capital: "Em 1927, o ex-primeiro-ministro declarou que “se eu fosse italiano, estou certo que estaria de todo coração com você em suas vitórias luta contra os bestiais apetites e paixões do leninismo (…). [A Itália] forneceu o necessário antídoto contra o veneno  russo. De agora em diante nenhuma grande nação estará desprovida de meios definitivos de proteção contra o crescimento canceroso do bolchevismo." 4 - Mises ("as razões do fascismo" - texto do livro "Liberalismo"...

YT - Humberto Matos - Vídeos Variados I

  CONHEÇA OS NEO-FEUDALISTAS: FUJA DO ANARCO-CAPITALISMO | O QUE DEFENDE A JUVENTUDE NEO-LIBERAL? 1 - Imperativo categórico e conhecimentos supostamente a priori. 2 - Basicamente, diz que seria a imposição da força pelos grupos privados mais fortes. A volta do feudalismo e das relações servis.  3 - O corpo não é "sua propriedade", ele é você. Não podemos nos desfazer do nosso corpo. Ele não é "meu". Ele sou eu. Não é alienável. Vender um rim é se mutilar.  4 - Privatizar uma área também é necessariamente um ato de violência, salvo se consensual. Sequer acredita que exista uma ética natural. A própria manutenção da propriedade depende da força. 5 - O monopólio do uso da força para garantir a propriedade privada demanda impostos. Não dá para descolar uma coisa da outra. 6 - Coloca que os capitalistas financiam bobagens sem pé nem cabeça para conseguir redução do Estado mediante ameaça de total extinção do mesmo (começando pela parte "social"). O objetivo é a...

Econ - Textos Variados LXXVII (Rothbard)

  Rothbard - Dez Grandes Mitos Econômicos : 194 - Coloca a obviedade de que déficit nem sempre é inflação. Se eles são financiados pela venda de títulos do Tesouro ao público, então os déficits não são inflacionários. Nenhum dinheiro novo está sendo criado. Diz que só são inflacionários quando criados para alimentar o sistema bancário. (Nem sempre também, Rothbard). 195 - Se a poupança vai para os títulos do governo, vai haver necessariamente menos poupança disponível para o investimento produtivo, e as taxas de juros serão maiores do que seriam sem os déficits . (Sim para o primeiro, não para o segundo, pois depende de mais coisas). 196 - Ele fala umas besteiras, mais discutíveis ainda, que nem anoto. Supostas leis (erradas), como a seguir, sem qualquer relativização delas: uma expansão (monetária) do Banco Central vai estimular essas expectativas novamente e aumentar os juros . 197 - Olha só Rothbard tirando conclusões de estatísticas (por mais que eu ache a “Curva de Philli...

Econ - Textos Variados LVII

  José Inácio - A Contribuição Involuntária de Friedman (Defesa do Padrão Ouro)l : 251 - Texto nada argumenta. Keynes simplesmente errou quando criticou a superprodução como sendo a causa da grande depressão de 1929 (também errou quando foi a favor da criação do FMI. O Fundo Monetário Internacional não era pra ser, mas se tornou um mecanismo imperialista, é tanto que o próprio Friedman defendeu a sua abolição). 252 - Afirma que usam Friedman de maneira errada e causam crises por fazerem políticas monetárias. Não se pode controlar a oferta de moeda assim! Políticos maus! Resumo do texto. Deturparam Friedman.   Joseph Salerno - Entendendo a Argentina (Indicação de Rothbard) : 253 - Entrevista de maio de 2002. Crise comendo já. Salerno: é o FMI o responsável pelo desastre que aconteceu na Argentina. Apoiou a dolarização em 1991 parecendo ter prometido que ia salvar qualquer merda que acontecesse. Resultado: influxo de capitais estrangeiros para a Argentina, induzidos pela pe...

Econ - Textos Variados LIII

Hans Hermann Hope - Por Que o Socialismo Sempre Irá Fracassar : 89 - Texto de 2009. Problema do cálculo econômico. Como os bens de capital não estão no mercado no socialismo E a propriedade não pode ser vendida, não seria possível calcular sequer os custos de produção: Ele não tem nem como saber se a maneira como ele está produzindo é eficiente ou ineficiente, desejada ou indesejada, racional ou irracional. (...) Quanto menos os produtores podem calcular e fazer aprimoramentos, maior a probabilidade de desperdícios e escassezes. 90 - Há também a hipótese de que, caso o zelador vislumbre uma oportunidade de utilizar seus meios de produção em benefício privado - como produzir bens para serem vendidos no mercado negro -, ele terá o incentivo de aumentar a produção à custa do valor do capital, consumindo completamente o maquinário . (Num sistema misto sim, mas não no socialismo…) 91 - O que ele chama de socialismo gerará produtos de má qualidade, pois a renda do produtor tem pouca ou...

Econ - Textos Variados XLIII

Crise - Leandro Roque (Mises) - A Recessão Nos EUA Acabou : 30 - Como funciona a divulgação do PIB trimestral dos EUA (expoente quatro): Primeiramente convém notar que a taxa de crescimento divulgada, de 3,5%, é um taxa anualizada, e não a taxa trimestral realmente obtida entre julho e setembro. Isso significa que a verdadeira taxa de crescimento ocorrida no período de julho a setembro (taxa trimestral) foi elevada ao expoente quatro (pois há quatro trimestres em um ano) para que assim tenhamos a taxa que teoricamente ocorreria no período de um ano. 31 - (Este texto é um clássico da análise errada miseniana. Em tese o crescimento era fake…) 32 - Critica o “keynesianismo” de Obama: Porque o governo americano, além de estar subsidiando as hipotecas, está dando também subsídios de 8 mil dólares para pessoas que forem comprar imóveis e que não tenham comprado nenhum nos últimos três anos. Detalhe: não importa que a pessoa já tenha um imóvel; se ela estiver há três anos sem ter comprad...

Econ - Por que a teoria austríaca dos ciclos está errada (Economia Mainstream)

  J - Por que a teoria austríaca dos ciclos está errada     41 -  - https://medium.com/@economiamainstream/por-que-a-teoria-austr%C3%ADaca-dos-ciclos-econ%C3%B4micos-tace-est%C3%A1-errada-6fd5f4a2b4ba   42 - As teorias dos austríacos levam a crer que uma política de juros baixos do Banco Central sempre enganam os pobres empresários que se guiam por coisas artificiais para investir. Isso causaria bolhas e crises. Por que um empresário faria seus cálculos de lucratividade com base na suposição de que as baixas taxas de juros prevaleceriam indefinidamente? Uma suposição muito mais realista seria a de que os empresários são capazes de acertar, em média, qual será a taxa de juros em determinado momento.   43 - Bom, uma das previsões que a TACE faz é que quanto mais tempo o juros permanece artificialmente baixo, ou quanto mais baixo ele artificialmente permanece, maior é a quantidade de projetos de investimentos iniciados e não finalizados por falta de po...

Direitistas - Textos Diversos XXXII

  Schumpter, Liberal, Prevendo o Fim do Capitalismo e Triunfo Socialista : 355 - Nada muito explicado, mas seu pessimismo era um fato: o próprio êxito do capitalismo solapa as instituições sociais que o protegem e criam, inevitavelmente, as condições em que não lhe será possível sobreviver e que apontam claramente o socialismo como seu herdeiro legítimo. Nossas conclusões finais não diferem, por muito que possa diferir nossa argumentação, por conseguinte, daquelas a que chegam a maioria dos escritores socialistas e, em particular, todos os marxistas. Mas não é necessário ser socialista para aceitá-las. O prognóstico nada implica sobre a desejabilidade do curso dos acontecimentos que se predizem. Se um médico prediz que o paciente morrerá em breve, não quer isso dizer que ele deseje a sua morte. Pode-se odiar o socialismo, ou pelo menos submetê-lo ao crivo de uma crítica fria e, não obstante, prever o seu advento. Muitos conservadores previram e prevêem isso ". (Schumpter, capita...

Direitistas - Textos Diversos XXXI (Samuel Edward Konkin III)

Samuel Edward Konkin III - Imposto é roubo, que fazer : 340 - Assim que a direita vê a democracia:   Seus amigos se reuniram e decidiram, através do voto, roubar você, e o chamaram para votar também. Você teve sua chance, certo? 341 - Ele é “otimista” porém: … lembre-se de que há 40.000.000 de indivíduos que resistem a impostos de forma bem sucedida somente nos Estados Unidos, e cerca de 100.000.000 evasores e sonegadores de impostos; sim, quase todo mundo. E a percentagem é ainda maior em outros países. (...) você pode aprender as técnicas simples de sonegação de impostos, de sair das listas de impostos em que você se encontra e de se manter fora daquelas nas quais ainda não foi registrado.   Samuel Edward Konkin III - Introdução ao movimento da esquerda libertária : 342 - Libertarismo para ele: Para uma maior precisão lógica, isto normalmente é chamado de "princípio da não-agressão": Ninguém tem o direito de iniciar violência ou coerção (a ameaça de violência) c...