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Mostrando postagens com o rótulo Fichte

Livro: João Bernardo - Economia dos Conflitos Sociais - Capítulo 1 (PARTE "B")

                                                                           Livro: João Bernardo - Economia dos Conflitos Sociais (...)  Pgs. (...) 47-72 " CAPÍTULO 1 : "Mais-valia " 32 -  Seria pela reformulação da concepção fichteana de processo que Schelling haveria de desenvolver uma nova síntese. (...)  O homem percorre, pois, uma tensão que vai da sua separação até a sua unificação. Na lógica de Schelling, se a separação é possível, é porque na união ela existia já; e, se a união é possível, é porque a união existia na separação. Deste modo o processo, que na versão fichteana e, depois, na sua historicização hegeliana assumia a forma de uma gênese de sucessivas polaridades, foi concebido por Schelling como o movimento permanente entre dois pólos, que se repõem um no out...

Livro: João Bernardo - Economia dos Conflitos Sociais - Capítulo 1 (PARTE "A")

                                                                          Livro: João Bernardo - Economia dos Conflitos Sociais Pgs. 22-46 " CAPÍTULO 1 : "Mais-valia " 11 -  A estrutura do modelo da mais-valia é a de uma relação social, entendida como movimento de tensão entre dois pólos. 12 - Capital variável: Karl Marx deixou esta problemática absolutamente clara na própria terminologia que criou. Para ele, o capital variável é variável precisamente porque é a única fração do capital que dá lugar à criação de novo valor, variando por aí de dimensão a massa do capital total . E o valor que só se conserva após o ato é o capital constante. 13 - Trabalho assalariado e expropriação da classe trabalhadora:  Assalaria-se a força de trabalho e, portanto, se retira dela a capacidade de co...

Econ - Livre Comércio Versus Protecionismo I

Livre Comércio Versus Protecionismo : 403 - Texto de Ivan Tiago Machado Oliveira, mestrando da UFBA em Economia na época (2007). David Ricardo evolui a noção de “vantagem absoluta” de Smith, que era muito focada na especialização e quem tinha menores custos ao produzir x ou y. Traz a “vantagem comparativa”, que passa enfatizar, mais que os custos, os “custos de oportunidade”. Fazer o que o país sabe fazer melhor em comparação internacional. Se a diferença de produtividade para fazer soja é menor que pra fazer avião ou navio, melhor fazer muita soja e usar o dinheiro para comprar o navio de que se precisa. Isso mesmo se o país rico fizer melhor ambas as coisas. 404 - Krugman coloca que têm que ser levado em conta outros fatores, como, por exemplo, os custos dos transportes e protecionismo (o que pode levar a ser preferível alguma autossuficiência em algum setor). 405 - Modelo teórico neoclássico Heckscher-Ohlin-Samuelson (H-O-S): ficou tão mal explicado quanto o terceiro ponto da cr...

Econ - Defendendo a Planificação Econômica (URSS) (e outro)

  Defendendo a Planificação Econômica (URSS) : 155 - Na verdade, é mais crítica que defesa. Mas enfim, nem um sucesso nem o fracasso que dizem. Começa afirmando que o capitalismo também está em estagnação. (Não é bem isso, mas ok) 156 - Em Marx não existe qualquer teoria da planificação econômica, mas uma “crítica da economia”. No século XIX, os únicos que falavam de “mercado planejado” eram os teóricos reacionários como o alemão J. G. Fichte e seu “Estado racional burguês”. 157 - Muito interessante: … Fichte, um idealista alemão contemporâneo de Hegel, afirmava que “Em um Estado organizado segundo os princípios estabelecidos, não se fornece a nenhuma casa comercial mercadorias de cuja venda esta não tenha absoluta certeza, uma vez que a produção e fabricação efetuada de acordo com as possíveis necessidades já está calculada no fundamento estabelecido pelo Estado. [...] Neste Estado, todos são servidores de um todo e recebem em compensação sua justa parte dos bens deste todo. Ni...