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Mostrando postagens com o rótulo Guilda

Livro: John Galbraith - O Pensamento Econômico em Perspectiva - Capítulos 1 a 3

                                                                                                                                                                Livro: John Galbraith - O Pensamento Econômico em Perspectiva Pgs. 1-8 " CAPÍTULO 1 : "Uma Visão Geral do Panorama " 1 - Ao que parece, o livro é de 1987. O primeiro capítulo é basicamente uma apresentação dos temas do livro. Instiga a curiosidade. Pgs. 9-18 " CAPÍTULO 2 : " After Adam " 2 - Trocadilho com Gênesis.  3 - Começa o capítulo refletindo sobre a economia e ideias econômicas na Antiguidade. A economia estava completamente ...

Livro: Alfred Marshall - Princípios de Economia Vol. II - Apêndice A - PARTE 2

                                                       Livro:  Alfred Marshall - Princípios de Economia Vol. II (Os Economistas) (1890) (...)  Pgs. 340-349 " APÊNDICE A : "O Crescimento da Liberdade de Indústria e da Livre Empresa " 190 - Marshall falando da Inglaterra é tipo Trump e Douglas no History falando da "América" e seu destino manifesto:  A posição geográfica da Inglaterra foi causa de ter ela sido povoada pelos membros mais fortes das mais vigorosas raças do norte europeu. 191 - ...Dá uns motivos que parecem meio românticos:  O costume da primogenitura inclinou os filhos mais jovens das famílias nobres a procurarem sua própria fortuna, e não tendo privilégios especiais de casta eles rapidamente misturaram-se com o povo. Essa fusão de diferentes camadas tendeu a tomar a política parecida com os negócios, enquanto esq...

Livro: Acemoglu & Robinson – Por que As Nações Fracassam - Capítulo 10

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                                  Livro:  Acemoglu & Robinson – Por que As Nações Fracassam Pgs. 268-293 " CAPÍTULO 10 : "A DIFUSÃO DA PROSPERIDADE " 268 - Antes da independência, eram os EUA que recebiam preferecialmente os "condenados da Inglaterra". Pena de morte virava degredo, por vezes. Depois, as "colônias penais" iriam para o "Plano B": A segunda opção seria a Austrália. Sua orla marítima oriental fora explorada pelo Capitão James Cook, grande homem do mar. Em 29 de abril de 1770, Cook aportou em uma magnífica enseada, que batizou de Botany Bay, em homenagem à riqueza da flora ali encontrada pelos naturalistas que acompanhavam sua expedição. Pareceu, para os funcionários do governo britânico, a localização ideal: o clima era temperado, e o lugar, tão longe dos olhos e do coração quanto se poderia imaginar . 269 - Narra a história de "novos colonos"-"condenados" - os Cables - que tivera...

Livro: Hunt, E. K. - Historia do Pensamento Econômico - Capítulo 2

        Livro: Hunt, E. K. - Historia do Pensamento Econômico Pgs. 55-77 " CAPÍTULO 2 : "Ideias Econômicas Anteriores a Adam  Smith " 51 - Nesse período, o capital industrial ainda era bastante insignificante e pouco visível, enquanto o capital comercial era difundido e significativo . Primeiros Escritos Mercantilistas sobre Valor e Lucro 52 - Colocam que este capítulo se baseia bastante num livro de Meek. 53 - Barbon trazia um resumo do tópico "mercantilismo e valor" para os primeiros mercantilistas: a) preço é o valor; b) não teria como saber o valor "ex ante": É impossível, para o mercador, ao comprar suas mercadorias, saber por quanto as venderá: seu valor depende da diferença entre a ocasião e a quantidade. (...) o preço depende de tantas  circunstâncias, que é impossível sabê-lo ; c) o valor tem a ver com o uso e a escassez. 54 - Já se fazia claras relações baseadas na lei da oferta e demanda. 55 - Na verdade, Hunt colocará que o lucro, na época...

Livro: Hunt, E. K. - Historia do Pensamento Econômico - Introdução e Capítulo 1

       Livro: Hunt, E. K. - Historia do Pensamento Econômico (Livro é também de Mark Lautzenheiser) Pgs. 1-27 " Introdução , Prefácio , Notas e Agradecimentos " 1 - Sobre a solução ortodoxa para a externalidade: Caso suponhamos o homem econômico maximizador da Economia burguesa, e se supusermos que o governo estabelece direitos de propriedade e mercados para tais direitos sempre que se descubra uma deseconomia externa [a solução ‘preferida’ da tendência conservadora e crescentemente dominante no campo das finanças públicas], então cada homem logo descobrirá que, usando-se de sagacidade, poderá impor deseconomias externas a outros homens, sabendo que a negociação dentro do novo mercado que será criado, certamente, o beneficiará. Quanto maior o custo social imposto a seu vizinho, maior será a sua recompensa no processo de negociação. Segue da hipótese ortodoxa do homem maximizador que cada homem criará o máximo de custos sociais que puder impor aos demais. Ralph d’Arg...