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Livro: IPEA - Roberto Simonsen e Eugênio Gudin - Apresentação e Parte I

                                                                      Livro:  IPEA - Roberto Simonsen e Eugênio Gudin - A Controvérsia do Planejamento na Economia Brasileira (2010) Pgs. 1-19 " APRESENTAÇÃO " 1 -  A controvérsia do planejamento na economia brasileira; coletânea da polêmica Simonsen x Gudin, desencadeada com as primeiras propostas formais de planejamento da economia brasileira ao final do Estado Novo/ Roberto Cochrane Simonsen, Eugenio Gudin. - 3ª ed. – Local: Ipea, 2010 200 p. 2 - A apresentação é de João Paulo dos Reis Velloso. 3 - Gudin aqui não pareceu um defensor da vocação totalmente agrária:  O prof. Gudin abordou o assunto, diretamente, num artigo com o título “Industrialização panacéia”. “A industrialização per se não assegura de forma alguma um aumento da r...

Livro: Celso Furtado - Formação Econômica do Brasil (2003) - Capítulos 30 a 32

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                                              Livro: Celso Furtado - Formação Econômica do Brasil (2003) Pgs. 227-238 QUINTA PARTE - ECONOMIA DE TRANSIÇÃO PARA UM SISTEMA INDUSTRIAL - SÉCULO XX " CAPÍTULO 30 : "A CRISE DA ECONOMIA CAFEEIRA " 196 -  O último decênio do século XIX criou-se uma situação excepcionalmente favorável à expansão da cultura do café no Brasil. Por um lado, a oferta não-brasileira atravessou uma etapa de dificuldades, sendo a produção asiática grandemente prejudicada por enfermidades, que praticamente destruíram os cafezais da ilha de Ceilão. Por outro lado, com a descentralização republicana o problema da imigração passou às mãos dos estados, sendo abordado de forma muito mais ampla pelo governo do Estado de São Paulo, vale dizer, pela própria classe dos fazendeiros de café. Finalmente, o efeito estimulante da grande inflação de crédito des...

Livro: Wilson Cano - Introdução à Economia - Uma Abordagem Crítica - Capítulo 6

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                                                              Livro: Wilson Cano - Introdução à Economia - Uma Abordagem Crítica Pgs. 175-206 " CAPÍTULO 6 : "MOEDAS, BANCOS E SISTEMA FINANCEIRO " 48  - Começa com um bom resumo de coisas que já li e fichei por aí. Exemplo: o nascimento da emissão fiduciária, quando os bancos começaram a perceber que podiam emitir mais recebíveis com função de papel-moeda (circulação e tal) do que o que realmente tinham nos cofres em ouro e prata. Alavancagem e tal. O poder público garantia o curso. 49 - É difícil saber, de antemão, a quantidade de meios de pagamento ótima de uma economia. O quanto ela precisa de crédito, por exemplo? São vários fatores: 50 - ...Menciona, por exemplo, que M1 rondava 25% do PIB em 1950 e passou a apenas 10 a 12% em 1980. Enquanto isso, "V" crescia de 4 para 8 a...

Livro: Marcelo de Paiva Abreu - A Ordem do Progresso (2014) - Capítulo 17

                                   Livro: Marcelo de Paiva Abreu - A Ordem do Progresso (2014) Pgs. 371-395 " CAPÍTULO 17 : "ALTERNÂNCIA POLÍTICA, REDISTRIBUIÇÃO E CRESCIMENTO, 2003-2010 " 421 - Aqui também texto de Rogério L. F. Werneck. Os primeiros parágrafos ressaltam a surpresa com a mudança rápida de postura do PT no que tange à economia entre 2000 e 2003.  Em 2005 a equipe econômica chegou até a propor medidas de ajuste fiscal a longo prazo para conter a rápida expansão de gastos do governo. Mas, com a brusca mudança do quadro político que se seguiu à eclosão do escândalo do mensalão, a correlação de forças dentro do governo mudou e o cálculo político do Planalto  passou a ser dominado por preocupações mais imediatas . 422 - No final do ano 2000, o PT ainda estava fazendo o plebiscito informal pelo não-pagamento dos juros das dívidas.  A consulta popular contava ...

Livro: Marcelo de Paiva Abreu - A Ordem do Progresso (2014) - Capítulo 16

                                  Livro: Marcelo de Paiva Abreu - A Ordem do Progresso (2014) Pgs. 345-370 " CAPÍTULO 16 : "CONSOLIDAÇÃO DA ESTABILIZAÇÃO E RECONSTRUÇÃO INSTITUCIONAL, 1995-2002 " 393 - Texto de Rogério L. F. Werneck. O quadro herdado por FHC era otimista, mas havia um "pequeno" detalhe: o desequilíbrio fiscal, sem a inflação, voltou mais forte que o esperado.  O controle das contas públicas vinha sendo ajudado, há muitos anos, pelos efeitos assimétricos da alta inflação sobre as finanças públicas. Do lado da receita, o valor real da arrecadação vinha sendo razoavelmente preservado, graças a mecanismos de indexação que haviam sido introduzidos na legislação tributária. Já do lado do dispêndio, os três níveis de governo vinham tirando bom proveito da inflação para manter as contas sob controle, tendo em conta a defasagem entre a aprovação do orçamento e o efetivo de...

Livro: Marcelo de Paiva Abreu - A Ordem do Progresso (2014) - Capítulo 13

                               Livro: Marcelo de Paiva Abreu - A Ordem do Progresso (2014) Pgs. 277-294 " CAPÍTULO 13 : "AJUSTE EXTERNO E DESEQUILÍBRIO INTERNO, 1980-1984 " 315 - Dois autores aqui. Texto de Dionísio Dias Carneiro e Eduardo Marco Modiano.  A dificuldade de renovação de empréstimos evidenciava que já não havia disposição dos credores internacionais para financiar um ajuste sem pesados custos internos no curto prazo. (...)   Do final de 1980 a meados de 1984, as linhas gerais de política macroeconômica passaram a ser ditadas pela disponibilidade de financiamento externo . 316 - Período "tudo por divisas" - 81/82:  A lógica dessa política é fazer com que a queda da demanda interna tome as atividades exportadoras mais atraentes, ao mesmo tempo que reduz as importações . Vieram o arrocho salarial (regras de reajuste mais rígidas) e controle de gastos (corte de inves...