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Mostrando postagens com o rótulo Agro

Livro: IPEA - Produtividade e PTF no Brasil de 1990 a 2010

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                                                                     Livro:  IPEA - Produtividade e PTF no Brasil de 1990 a 2010 Pgs. 1-35 1 - Já tinha "printado" as conclusões desse texto aqui no blog, mas vou ler e fichar o texto todo agora. 2 - PRODUTIVIDADE NO BRASIL: UMA ANÁLISE DO PERÍODO RECENTE* - Luiz Ricardo Cavalcante** - Fernanda De Negri** 3 - Receito do "sucesso" da Era Lula/PT:  Os fatores que concorreram para ciclo de crescimento econômico e inclusão social envolviam as políticas sociais de redistribuição de renda e de valorização do salário mínimo (SM), a expansão do crédito, a incorporação de um grande contingente de população ao mercado de trabalho e de consumo e um cenário externo de crescimento acelerado que impulsionou a valorização de commodities exportadas pelo Brasil . 4 ...

Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia (2015) - Parte IV

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    Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia  (2015)  - Parte IV Pgs. 122-154: 61 - Coloca que os altos salários mínimo do Sul da Europa (Espanha, Itália...) inflam as estatísticas de desemprego. Seriam pessoas que estão trabalhando em atividades a salários menores que os legais. Fora dos registros oficiais portanto. Isso cria ineficiência nos gastos com seguro-desemprego, que são maiores do que necessitariam ser.  62 - Itália ainda coloca que empresas com menos de 15 funcionários não precisam pagar o mínimo. Assim, há um incentivo a proliferação dessas pequenas empresas, o que não parece lá muito eficiente. Podem optar até por não crescer, pois haja salto para compensar.  63 - Controles de quantidade (licenças de táxi, por exemplo), desde que, em algum momento, esteja em número insuficiente para a demanda que existiria ao preço de equilíbrio num livre-mercado, elevam artificialmente o preço. Assim, o preço da demanda se torna maior que o preço da oferta...

Gráficos XX - Política Industrial

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  - Dados e polêmicas sobre política industrial: .

Marcos Lisboa - Lições da saída da Ford do Brasil

  Marcos Lisboa: lições da saída da Ford do Brasil https://brasilamazoniaagora.com.br/marcos-lisboa-licoes-da-saida-ford-do-brasil/ 1 - "... o Walmart já tinha ido, a FNAC foi embora, e a Sony já disse que vai fechar fábrica… Tem muita gente desistindo do Brasil já faz um tempo ." 2 -  Optou-se por tentar fazer no Brasil boa parte da cadeia produtiva — senão ela toda — sem ter escala para isso . (Outros economistas contestaram, em comentário de twitter, com dados comparativos, essa afirmação. Seria sensacionalismo barato). (...)  No resto do mundo, as empresas compram as máquinas e equipamentos mais eficientes que estão disponíveis, porque o país A, B ou C faz isso melhor que os outros. E aí tem escala. A política do Inovar Auto (que o Governo criou e a indústria automotiva apoiou) fez o seguinte: “ou você tem a fábrica no Brasil ou você vai pagar muito mais imposto nos automóveis que importar.” Aí as empresas tiveram que fazer fábricas no Brasil que eram muito pequenas, ...

YT - Debate: "Como os países ricos ficaram ricos... e por que os países pobres continuam pobres"

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  Debate: "Como os países ricos ficaram ricos... e por que os países pobres continuam pobres" 1 -Livro de Erik S. Reinert. O primeiro expositor lembra que o Marquês de Pombal tinha uma proposta de alguma industrialização para o Brasil. Entretanto, com o famoso terremoto de Lisboa, teve que retornar antes que qualquer coisa relevante fosse feita.  2 - Reclama-se que o Agro é dinâmico, mas trabalha importando tecnologia - máquinas e ferramentas de multinacionais. O expositor coloca que bens transacionáveis sofrem pressão da concorrência, assim, os ganhos são menos restritos ao produtor e mais compartilhados com o consumidor, via preço.  3 - Diz que os alemães colocaram o dinheiro do Plano Marshall no banco KFW, para reconstrução. Até hoje gera reinvestimentos. Outros países gastaram o dinheiro em vez de fortalecer os bancos públicos. 4 - Na época das Navegações, o conhecimento sobre mapas era tão importante que Portugal proibia exportação de "capital humano". Ingleses...

Samuel Pessoa - Comentários ao Livro de Ciro Gomes VII

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(continuação...) 46 - Diz que o dado de que a agricultura familiar produz 70% do que chega às mesas está errado e é o extremo-oposto. Afirma, ainda: Nota-se que, apesar do grande crescimento da produtividade da agropecuária, ela ainda é 2/3 da produtividade dos demais setores. Sabemos que a produtividade do agronegócio é elevada. A produtividade da agropecuária é baixa em virtude das pequenas propriedades : Cita algumas exceções.     47 - Gosto da ideia de a eleição proporcional ocorrer após a eleição majoritária, como acontece na França, e fiquei em dúvida se, na proposta de Ciro de reduzir o tamanho da Câmara, ele contempla diminuir a desproporção regional na representação . 48 - Concorda com Ciro acerca do baixo gasto em Saúde pelas métricas internacionais. Deve ser aumentado. 49 - Afirma que Evo é o único que entregou resultados econômicos consistentes. 50 - Discorda que o Brasil tenha sofrido com qualquer “Imperialismo”. Nossas limitações teriam sido internas mesmo. ...

Econ - Facebook - Discussões da Comunidade “Economia” e “Economia Mainstream”

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  Facebook - Discussões da Comunidade “Economia” e “Economia Mainstream” : 349 - O que Paulo Gala parece defender no “paper” é que, para fechar o gap entre desenvolvido e subdesenvolvido, os países que parecem estar obtendo mais sucesso são aqueles em que a cesta de exportação apresenta nível crescente de complexidade. Porém, é realmente complicado saber se isso é causa ou sintoma. 350 - Réplica de Felipe: “ Se eu rodo o crescimento dos últimos 22 anos com o índice de 1995 em nível, os países menos complexos foram os que mais cresceram .”. Ele próprio atribui isso ao “ boom das commodities ”. (Só que eu diria mais. Quanto menor o PIB PPC, quanto mais longe da armadilha da renda média, mais facilmente esses países têm espaço para crescer mesmo sem “boom das commodities”. Não é só uma questão do crescimento desses ser dependente, mas de virem mais de baixo. Os desenvolvidos (geralmente já tendo passado pelo bônus demográfico, espiral positiva de escolarização básica e na fronteira ...

Econ - Manolo - Fascismo à brasileira (As Partes Sobre Economia Brasileira 2014-2017) I

  Manolo - Fascismo à brasileira (As Partes Sobre Economia Brasileira 2014-2017) : 39 - A FBCF começou a declinar a partir do 3t de 2013 até o 2t de 2017. ... a formação bruta de capital fixo, ou seja, o quanto as empresas aumentaram os seus bens de capital, os que servem para produzir outros bens. Na terminologia marxista, são os meios de produção . 40 - A taxa de ociosidade é o que sobra da taxa de utilização da capacidade instalada. Média histórica de ocupação de 80,3%. Em outubro de 2014 vai piorando… chegando em maio de 2018 à taxa de 76,5% de utilização dos bens de capital da economia brasileira – taxa inferior inclusive às da crise do apagão, quando o indicador desceu a 77,6% . 41 - Ciência e tecnologia. Cabe registrar que, segundo dados do MCTIC, até 2008 o volume de investimentos privados em pesquisa acompanhou muito proximamente o dos investimentos estatais (incluídos na conta tanto os investimentos da União quanto os investimentos dos Estados), quando chegaram respect...

Econ - IPEA - Comparação da Produtividade Agrícola Brasil - EUA 1950 a 2010

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  I PEA - Comparação da Produtividade Agrícola Brasil - EUA 1950 a 2010 647 - Para alterar a produção, as próprias políticas agrícolas, como as de crédito, muitas vezes subsidiado, tiveram a função de capitalizar mais a agricultura, promovendo ligações desta com outros setores, como o de insumos (antes da porteira) e aquele composto por agroindústrias, tradings, supermercados (depois da porteira), entre outros que podem se relacionar com a produção, definindo padrões e até mesmo promovendo financiamentos. 648 - A produtividade do trabalho, calculada por meio da fração entre o valor adicionado e a população ocupada de cada estabelecimento produtivo, é a variável referência que dimensiona a heterogeneidade estrutural (HE) nos estudos da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal). (...) Este estudo mostra que, embora haja convergência da produtividade agrícola do Brasil com a dos Estados Unidos nas últimas três décadas, ainda se observa significativa heterogeneidade...

Econ - Estagnacao Longa da Produtividade na America Latina (José Gabriel Palma) II

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 (continuação...) 160 - A principal diferença entre AL e Ásia é a taxa de investimento crescente ou estabilizada em torno de 30 a 40% na primeira e decrescente e ou estabilizada entre 15 e 25% na segunda. A Irlanda também é bastante crescente. José Gabriel Palma vaticina: Isto é bastante óbvio que a elite capitalista da AL tem preferência por suntuosos consumo e acumulação via ativos móveis (financeiros e de capital) ao invés da formação de capital 'fixo' . 161 -  Basically, in LA between 2002 and 2007 while the ratio of the stock of financial assets to GDP jumped from 106% to 182%, the investment rate only improved from 19% to 22% (see IMF, 2009). Not much evidence here of the supposed revitalising effects of ‘financial-deepening’ promised by McKinnon and Shaw. Traduzindo: Basicamente, em AL, entre 2002 e 2007, enquanto a proporção do estoque de ativos ao PIB saltou de 106% para 182%, a taxa de investimento apenas melhorou de 19% a 22% (ver FMI, 2009). Não há muita evidência...