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Mostrando postagens com o rótulo Estagnação

Livro: Alan Greenspan - Capitalismo na América - Capítulo 12 (PARTE "B")

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                                                                                                             Livro: Alan Greenspan - Capitalismo na América (...)  Pgs. 422-440 " CAPÍTULO 12 : "ENFRAQUECIMENTO DO DINAMISMO AMERICANO " 425 - A América continua sendo uma líder global na educação superior. Das vinte melhores universidades do mundo, quinze estão nos Estados Unidos. Somos melhores do que a maioria dos outros países no que diz respeito a dar segundas chances às pessoas. Não há evidências de que a economia estaria melhor se mais pessoas cursassem a universidade: cerca de 40% das pessoas com formação universitária não conseguiram encontrar um emprego com esse requisito. A América não precisa de mais bari...

Livro: Alan Greenspan - Capitalismo na América - Capítulo 11

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                                                                                                           Livro: Alan Greenspan - Capitalismo na América Pgs. 388-409 " CAPÍTULO 11 : "A GRANDE RECESSÃO " 375 - Consequências da falência e picaretagens da Enron:  Em julho de 2002, George Bush assinou a reformulação mais ampla da governança corporativa desde os anos 1930, a Lei Sarbanes-Oxley, endurecendo as regras para auditorias e prestações de contas das corporações, além de, o mais importante, forçar as autoridades corporativas a assumirem mais responsabilidade pelos erros. 376 - Consequências econômicas do ataque de 11 de setembro:  A economia sofreu uma grande contração. A inflação caiu para 1,1% — e ameaçava...

Livro: Alan Greenspan - Capitalismo na América - Introdução

                                                                                                  Livro: Alan Greenspan - Capitalismo na América Capitalismo na América [recurso eletrônico] : uma história / Alan Greenspan, Adrian Wooldridge ; tradução de Catharina Pinheiro ; revisão técnica de Ricardo Doninelli. - 1. ed. - Rio de Janeiro : Record, 2020. Greenspan, Alan; Wooldridge, Adrian. Capitalismo na América: Uma história (p. 2). Record. Edição do Kindle. (Formatei em 563 páginas) Pgs. 1-35 " INTRODUÇÃO " 1 - Ano de 1620: Os chineses têm um argumento forte. Beijing tem uma população de mais de um milhão de habitantes, num período em que as maiores cidades europeias (Londres, Paris, Nice) não têm mais do que 300 mil. O servidor públic...

Livro: Celso Furtado - Formação Econômica do Brasil (2003) - Capítulos 8 a 11

                                          Livro: Celso Furtado - Formação Econômica do Brasil (2003) Pgs. 65-74 SEGUNDA PARTE - ECONOMIA ESCRAVISTA DE AGRICULTURA TROPICAL - Séculos XVI e XVII " CAPÍTULO 8 : "CAPITALIZAÇÃO E NÍVEL DE RENDA NA COLÔNIA AÇUCAREIRA " 45 - No Brasil, as primeiras empreitadas de escravização foram contra os indígenas.  A escravidão demonstrou ser, desde o primeiro momento, uma condição de sobrevivência para o colono europeu na nova terra. Como observa um cronista da época, sem escravos os colonos "não se podem sustentar na terra ". 46 - Coloca que núcleos coloniais como São Vicente sobreviviam inicialmente graças às atividades de captura de mão-de-obra indígena. Ao que entendi, vendiam e até exportavam os indígenas para as economias açucareiras.  A mão de obra africana chegou para a expansão da empresa, que já estava instalada. 47 - Números:...

Livro: John Galbraith - O Pensamento Econômico em Perspectiva - Capítulos 18 e 19

                                                                                                                                                                         Livro: John Galbraith - O Pensamento Econômico em Perspectiva Pgs. 214-226 " CAPÍTULO 18 : "Confirmação Por Marte " 184 - Harvard seria a universidade estadunidense a abraçar o keynesianismo.  185 - Hansen era um ortodoxo, digamos, mas foi convertido ao keynesianismo. Virou grande defensor, juntamente a Samuelson.  Num sentido bastante importante, Hansen foi além de Keynes, argumentando que o e...

Econ - Michael Roberts

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  K - Textos de Michael Roberts     50 - Baseiam-se no seu livro sobre Crise. ' A baixa rentabilidade explica, sobretudo, a razão pela qual o investimento empresarial foi tão fraco a partir de 2009. Os lucros obtidos foram destinados à especulação financeira: para fusões e aquisições, a recompra de ações e o pagamento de dividendos. Também houve acumulação de dinheiro em espécie. Tudo isso porque a rentabilidade do investimento produtivo continua sendo historicamente baixa'',   51 -  O novo Informe de Estabilidade Global do FMI oferece mais apoio à minha interpretação causal da longa depressão. Confirmando o que demostrei empiricamente antes, o FMI considera que a rentabilidade empresarial (medida pelos lucros corporativos em relação ao balanço de ativos) nas principais economias não recuperou os níveis de 2008. Aliás, a rentabilidade do capital está muito abaixo dos níveis do final de 1990.   52 -  Esta longa depressão tem características similares à ...