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Sérgio Lessa - Trabalho e Sujeito Revolucionário no Debate Contemporâneo

  Trabalho e Sujeito Revolucionário no Debate Contemporâneo   -        Lessa cita poucos grupos no mundo que estudam a “Ontologia”. “Quase ninguém estuda”, diz.   -        O que determina a história da humanidade é o que os homens fazem no seu cotidiano (Lukacs). É meio que a proposta fundamental do livro. A revolução é, assim, ontologicamente possível.   -        A história da humanidade é a histórias das relações sociais entre os homens.   -        Para antecipar o trabalho na consciência, é preciso “linguagem” na cabeça. Pensamento abstrato. Capacidade de prévia ideação (Lukacs usa “teleologia”).   -        Exemplo do machado. O desenvolvimento das forças produtivas gera novas necessidades e possibilidades. Assim sendo, mudam os indivíduos e a sociedade.   -    ...

Marxistas - Textos Diversos LIII - As Bases Ontológicas do Pensamento e da Atividade do Homem (Lukacs)

  Lukács - As Bases Ontológicas do Pensamento e da Atividade do Homem : 818 - Texto para uma conferência de 68 que é uma síntese do projeto inicial sobre ontologia. 819 - Afirma que o neopositivismo domina o mundo no momento, inclusive político. Por isso, tornou-se “não científica” qualquer colocação ontológica. 820 - Ontologia marxiana: Marx não negava valor à consciência. Muito pelo contrário. O fato de ser um produto tardio da matéria não impede que a consciência reflita a realidade e permita a ação modificadora. Inclusive é a consciência que permite a ideação que diferencia o trabalho humano das atividades das demais espécies.  821 - Trabalho leva ao desenvolvimento humano: altera a adaptação passiva, meramente reativa, do processo de reprodução ao mundo circundante, porque esse mundo circundante é transformado de maneira consciente e ativa. 822 - A necessidade social só se pode afirmar por meio da pressão que exerce sobre os indivíduos (...), a fim de que as decisões dele...

Nildo Viana - Textos VI - Sartre e o Marxismo

  Nildo Viana - Sartre e o Marxismo : 96 - Em “O Ser e o Nada”, Sartre começa suas teses. Distingue aparência e o ser. Ser-em-si e ser-para-si, que é a transcendência. . 97 - Liberdade, para Sartre, é liberdade de escolha e não “ter o que se quer”. 98 - Sartre: Assim, não diremos que um prisioneiro é sempre livre para sair da prisão, o que seria absurdo, nem tampouco que é sempre livre para desejar sua libertação, o que seria um truísmo irrelevante, mas sim que é sempre livre para tentar escapar (ou fazer-se libertar) 99 - Sartre definindo "a existência precede a essência": Significa que, em primeira instância, o homem existe, encontra a si mesmo, surge no mundo e só posteriormente se define. Quer dizer, Sartre, que não existe natureza humana - diz isso expressamente depois. Pra mim não é uma conclusão lógica da frase, mas enfim... 100 - Como não há natureza humana, o homem estaria condenado a ser livre, a escolher seu projeto. 101 - Sartre e Freud. Via algum dete...