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Mostrando postagens com o rótulo TSN

Livro: Vilfredo Pareto - Crítica ao 'O Capital' de Karl Marx

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                                                                                                                                                     Livro: Vilfredo Pareto - Crítica ao 'O Capital' de Karl Marx Pgs. 1-16 " INTRODUÇÃO (*NOTA DO TRADUTOR) " 1 - Esse livro será curioso. Edição de 1937. Vou ler nesse português "arcaico" mesmo. Creio que vou ler também os apêndices ao final do livro. Ou seja, até a página 272. A introdução - espécie de prefácio - foi escrita pelo tradutor Nogueira de Paula, "cathedrático da universidade do Brasil". Inicia elogiando Pareto e Marx. Mais Pareto do que Marx...- 2 - Afirma q...

Livro: Hunt, E. K. - História do Pensamento Econômico - Capítulo 9

                Livro: Hunt, E. K. - História do Pensamento Econômico Pgs. 296-354 " CAPÍTULO 9 : "Karl Marx " A Crítica de Marx à Economia Clássica 243 - Marx: I) a produção econômica não se reduzia a uma série de trocas; II) o capital era uma relação social específica do capitalismo, não dos demais modos. O capital "instrumento de produção" é que é universal. 244 - Só no capitalismo os “instrumentos de produção” e “o trabalho acumulado” eram a fonte de renda e do poder da classe social dominante . Mercadorias, Valor, Valor de Uso e Valor de Troca 245 - O valor de troca era, habitualmente, expresso em termos do preço monetário deuma mercadoria, quer dizer, era expresso em termos da quantidade da mercadoria dinheiro que se poderia obter em troca de uma unidade da mercadoria em questão . 246 - As mercadorias, assim consideradas por Marx, eram definidas como valores. “O trabalho humano está contido nelas. Quando encaradas como cristais deste… (traba...

Livro: Hunt, E. K. - Historia do Pensamento Econômico - Capítulo 5

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           Livro: Hunt, E. K. - Historia do Pensamento Econômico Pgs. 142-186 " CAPÍTULO 5 : "David Ricardo " 136 -  David Ricardo (1772-1823) era filho de um rico capitalista inglês, que tinha feito fortuna na bolsa de valores, após ter migrado da Holanda para a I nglaterra. O jovem Ricardo teve mais êxito ainda na bolsa de valores do que seu pai, tendo se transformado em um homem muito rico antes dos 30 anos de idade. Em 1799, leu A Riqueza das Nações, de Adam Smith, e, desde então, até sua morte, passou o tempo estudando e escrevendo sobre questões de Economia Política e aumentando sua fortuna. 137 - Era amigo de Malthus e inimigo intelectual. Concordava apenas com a teoria da população. A Teoria da Renda da Terra e Primeira Abordagem dos Lucros 138 - Produto líquido: ... era, portanto, todo o valor excedente criado pelo trabalho, que poderia ser destinado aos lucros ou à renda da terra . Reposição do capital e salários já foram pagos, no caso....

Livro: Vinícius Oliveira Santos - Trabalho imaterial e teoria do valor em Marx - "PARTE A"

   Livro: Vinícius Oliveira Santos - Trabalho imaterial e teoria do valor em Marx  Pgs. 9-17: " Introdução " 1 - Serviços: são os maiores receptores dos fluxos de investimento internacional. 60% do investimento global entre 2005 e 2007. É a amplicação do "trabalho imaterial". Negri, Lazzarato e Gorz seriam os expoentes desse termo/teoria. 2 - Um exame da obra de Karl Marx que busque elementos concernentes à imaterialidade do trabalho certamente apontará que o autor não delineou uma teoria sobre o trabalho imaterial, ou que este ponto nunca constituiu objeto delimitado de pesquisa na empreitada marxiana. 3 - Obras de arte: são objetos materiais com características úteis imateriais. 4 - Conceitos...: ... chamamos de trabalho imaterial todo trabalho humano cujo resultado útil seja predominantemente imaterial, mesmo quando há a necessidade de mediação de objetos materiais para que este trabalho imaterial seja efetivado enquanto utilidade . Pgs. 18-53: " CAPÍTULO 1 ...

Livro: Fábio Barbieri - História do Debate do Cálculo Econômico Socialista - Capítulos 3, 4 ("PARTE A")

  Livro: Fábio Barbieri - História do Debate do Cálculo Econômico Socialista  Pgs. 69-100: " CAPÍTULO 3 : "O Argumento da Impossibilidade do  Cálculo Econômico Socialista " 49 - Coloca que Max Weber e Boris Brutzkus também fizeram tal crítica em 1920, mas chamando menos atenção.  50 - De fato, os trabalhos de Pareto e Barone revelavam a neutralidade da tradição walrasiana no que diz respeito à possibilidade do socialismo, neutralidade essa que também caracterizará a vertente marshalliana. 51 - Na segunda década do séc. XX, o sociólogo Max Weber desenvolveu, de forma independente dos outros dois autores, a crítica econômica ao socialismo, no segundo capítulo da sua obra prima Economia e Sociedade. Embora tenha sido influenciado pela Escola Austríaca, e Mises em particular, Weber afirma (1997:82) que seu livro já estava sendo impresso quando foi publicado o artigo de Mises . 52 - ...Quanto à crítica em si, aparentemente Weber não desenvolveu quase nada. 53 -...

Livro: Isaak Ilich Rubin - Teoria marxista do valor - Capítulos 18 e 19

    Livro: Isaak Ilich Rubin - Teoria marxista do valor Pgs. 238-287: " CAPÍTULO 18 : "Valor e preço de produção " (e 19?) 87 - As diferentes composições orgânicas e rotações da parte variável do capital acaba fazendo com que capitais iguais, até com a mesma taxa de lucro, movimentem quantidades de trabalho bem diferentes.  88 - A mais-valia é ""criada" pelo sobretrabalho". Diz que melhor é dizer: "está representado nela". O lucro é que só depende indiretamente do sobretrabalho. 89 - O lucro médio só coincide com a mais-valia num capital com composição orgânica média. 90 - Taxa média de lucro tem a ver com a massa de mais-valia total comparada ao capital social total. Afirma depois de longas explicações que creio que já conheço.  91 - (Interessante que pela definição de mais-valia como algo relacionado ao valor dos meios de subsistência, teria como diminuir a massa e taxa total de lucro a zero sem qualquer modificação, talvez, na magnitude d...

Livro: Isaak Ilich Rubin - Teoria marxista do valor - Capítulos 15, 16, e 17

   Livro: Isaak Ilich Rubin - Teoria marxista do valor Pgs. 173-186: " CAPÍTULO 15 : "Trabalho qualificado " 59 - No mercado, produtos produzidos com diferentes quantidades de tempo são igualados como valores . 60 - Coloca que a ideia de "trabalho simples" muda no espaço-tempo. Depende de cada região e/ou época. O qualificado exige uma educação especial, acima da média.  61 - Qualificado: o valor de cada produto é maior e o valor da força de trabalho que os produz também é.  62 - Coloca que habilidade ou destreza nem é exatamente qualificação.  Qualificado diz respeito à qualificação média, não a algum talento especial para a coisa. É a galera "além do qualificado", que desvia do TSN, ou seja, o puxa bem pra cima. 63 - A diferenciação entre simples e qualificado diz respeito, portanto, a comparação do mesmo tempo de trabalho em atividades produtivas diferentes. Profissões/produtos diferentes.  64 - Começa a perguntar os porquês de uma hora de trabalho...

Livro: Isaak Ilich Rubin - Teoria marxista do valor - Capítulos 9, 10, 11 e 12

    Livro: Isaak Ilich Rubin - Teoria marxista do valor Pgs. 91-96: " CAPÍTULO 9 : "O valor como regulador da produção " 22 - Por essa carta de Marx a Kugelmann, o valor aparece como algo bem "natural", digamos assim. Ao menos foi o que eu achei. 23 - Ele vai bem na linha em que concordo: o equilíbrio capitalista não existe, mas existe, digamos assim rs. Possivelmente nunca ocorre de fato, mas age sempre como força tendencial. Acho que mesmo no capitalismo mais "moderado/coordenado".  24 - No mais... Nada muito novo ou concreto. Pgs. 97-106: " CAPÍTULO 10 : "Igualdade de produtores de mercadorias e igualdade de mercadorias " 25 - Coloca que Marx não analisou as trocas em abstrato no "O Capital", mas no contexto capitalista. Bawerk que teria interpretado que era "em abstrato". A teoria do valor seria restrita ao capitalismo na visão de Rubin, assim entendi. "BB" começa seu ataque a Marx contestando, porém (e...