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Livro: Piketty - O Capital no Século XXI - Capítulo 12

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                             Livro:  Piketty - O Capital no Século XXI Pgs. 543-586 " CAPÍTULO 12 : "A desigualdade mundial da riqueza no século XXI " 486 - Eu nem sabia disto aqui:  No limite acadêmico, é de bom tom não ter muito apreço pelas listas de maiores fortunas publicadas por revistas (Forbes, nos Estados Unidos, e várias outras mundo afora). De fato, esses dados apresentam vieses graves e sérios problemas metodológicos (e isso é um eufemismo). Mas eles têm o mérito de existir e de tentar responder da melhor maneira possível a uma grande e legítima demanda social de informação sobre uma questão bem relevante dos nossos tempos: a distribuição mundial da fortuna e sua evolução. (...)  A lista foi liderada por um bilionário japonês de 1987 a 1995, depois por um americano de 1995 a 2009 e, finalmente, por um mexicano desde 2010 . (Livro é de 2012). 487 - Dados do ano do livro:  Lembremos ...

Livro: Piketty - O Capital no Século XXI - Capítulo 7

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                        Livro:  Piketty - O Capital no Século XXI TERCEIRA PARTE - A ESTRUTURA DA DESIGUALDADE Pgs. 305-341 " CAPÍTULO 7 : "Desigualdade e concentração: primeiras impressões " 259 - Dicas de leitura:  Publicado em 1835, O pai Goriot é um dos romances mais célebres de Balzac. Apresenta, sem dúvida, uma das expressões literárias das mais bem-sucedidas sobre a estrutura da desigualdade no século XIX, desvelando o papel central desempenhado pela herança e pelo patrimônio. A "moral da história"? Entre outras:  Não importam os detalhes das cifras (ainda que sejam bastante realistas): o fato central é que na França do início do século XIX, como em outros lugares durante a Belle Époque, o trabalho e os estudos não permitiam que se chegasse ao mesmo nível de vida que a herança e as rendas do patrimônio . 260 - ...EUA eram exceção a tudo isso só parcialmente:  Nos estados do Sul, onde predominava ...

Twitter - Carlos Góes

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  Twitter - Carlos Góes https://mobile.twitter.com/goescarlos/status/1361778580393353217 1 - Algo para que eu não tinha me atentado ainda. Pesquisei em um site que mede custos de vida e é real: 2 - Vi vários "comparadores" do tipo. Poder de compra de salários e afins. Todos com resultados do tipo: https://partnersontheroad.com/salary-comparison-city-country-calculator/ http://salaryconverter.nigelb.me/ 3 - Este aqui detalha até diversos itens da cesta de consumo e inclui ou exclui aluguéis (geralmente aumentam a distância entre países desenvolvidos e subdesenvolvidos). https://www.numbeo.com/cost-of-living/compare_cities.jsp?country1=Brazil&city1=Belo+Horizonte&country2=United+States&city2=San+Francisco%2C+CA&displayCurrency=USD 4 - Aqui um ajuste de paridade (base 100 no RS) para poder de compra entre os estados da federação: 5 - Enfim, muito útil. Por que o PIB per capita por PPP dá resultados tão diferentes do salário por PPP? Algo a se pesquisar/perguntar....

YT - Alexis de Tocqueville | Democracia, Ditadura da Maioria e Antigo Regime

  Alexis de Tocqueville | Democracia, Ditadura da Maioria e Antigo Regime 1 - Daniel afirma que Tocqueville influenciou Aron e José Guilherme Merquior, por exemplo. 2 - Foi (péssimo, diz Daniel) ministro de Napoleão III, o do bonapartismo.  3 - Tocqueville continua vendo a política no centro da História. As ações individuais são desvalorizadas em nome do determinismo e do fatalismo. Ele mesmo, segundo Daniel, diz que quer colocar as classes no centro, mas sem desvalorizar a ação dos indivíduos. Deixaria de haver liberdade para mudar as coisas no determinismo. Democracia seria o grande fato da época (meados do Século XIX), com virtudes e defeitos. Para ele, mais que um sistema de governo, é um tipo de sociedade.  4 - Na democracia, seria acreditar que todos são iguais. Não no sentido material, mas no sentido de que não há seres predestinados a mandar. Cada vez mais democracia seria cada vez mais igualdade. Cargos acessíveis a todos. É uma construção. Fora da sociedade demo...

Gustavo Machado - FASCISMO, de direita ou de esquerda II

 (continuação...) 40 - Critica a ciência humana moderna como fábrica de conceitos (e novidades tais), tendo deixado de se extrair esses da realidade.  Fato é que os termos “esquerda” e “direita” não possuem substância, não possuem uma conceituação objetiva passível de ser determinada em si e por si mesmas, dando margem a todo tipo de trapaças teóricas. 41 -  Ainda em 1974, a defesa do fascismo como uma corrente tipicamente de esquerda é defendida pelo conservador austriaco Erik von Kuehnelt-Leddihn em seu livro Leftism, From de Sade and Marx to Hitler and Marcuse. Mais recentemente, em 2008, a tese foi reerguida por Jonah Goldberg no livro Liberal Fascism: The Secret History of the American Left, From Mussolini to the Politics of Meaning. Este livro chegou a ocupar a primeira posição no ranking de vendas nos Estados Unidos por algumas semanas, considerando apenas obras de não-ficção. Golberg vai mais longe no jogo de conceitos: procura identificar, por meio de analogias e...

PP - Textos Diversos XXXI

  PP - Uma Nação em Cólera (Bons Comentários): 1012 - O MPL-SP demonstrou, inclusive para muitos profissionais da militância sindical, social e estudantil, que há alternativas, sim, à ação política hoje travada somente em conselhos, fóruns, audiências públicas, redes sociais e outras instâncias de produção de consenso ou de diluição de propostas. 1013 - O governo federal, através do Ministro da Justiça José Eduardo Cardozo, condenou a “violência” dos manifestantes e disse ter acionado a ABIN (Agência Brasileira de Inteligência Nacional) e empenhado a Polícia Federal para investigar os líderes do movimento. Desta forma, até à manhã da quinta-feira, 13 de junho, os meios de comunicação de massa, em especial a Folha de S. Paulo em seu editorial “Retomar a Paulista”, apoiavam forças enérgicas para conter a manifestação contra o aumento. 1014 - Já que o título deste artigo, Uma nação em cólera, evoca uma frase de um dos mais lúcidos fascistas do pós-guerra, o francês Maurice Bardè...

Lula e PT - Textos Diversos IV - O Papel da Oposição ao Petismo (FHC)

  FHC - O Papel da Oposição ao Petismo : 62 - Lembra da época de oposição no MDB: Só dez anos depois (de 1970) a sociedade passou a atuar mais diretamente em favor dos objetivos pregados pela oposição, aos quais se somaram também palavras de ordem econômicas, como o fim do “arrocho” salarial. No entretempo, vivia-se no embalo do crescimento econômico e da aceitação popular dos generais presidentes, sendo que o mais criticado pelas oposições, em função do aumento de práticas repressivas, o general Médici, foi o mais popular: 75% de aprovação . 63 - Se as forças governistas foram capazes de mudar camaleonicamente a ponto de reivindicarem o terem construído a estabilidade financeira e a abertura da economia, formando os “campeões nacionais” – as empresas que se globalizam – isso se deu porque as oposições minimizaram a capacidade de contorcionismo do PT, que começou com a Carta aos Brasileiros de junho de 1994 e se desnudou quando Lula foi simultaneamente ao Fórum Social de Porto ...