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Mostrando postagens com o rótulo Serviços

Livro: Reda Cherif (FMI) - The Return of the Policy That Shall Not Be Named (PARTE "C")

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                                                                                                                                                    Livro: Reda Cherif (FMI) - The Return of the Policy That Shall Not Be Named: Principles of Industrial Policy (...) Pgs. 40-50 " CAPÍTULO 5 : "A ECONOMIA DA GORJETA " 46 -  Rodrik argumenta que muitos países em desenvolvimento têm se transformado em economias de serviços sem passar por um processo de industrialização completo. 47 -  De fato, a produtividade da economia de manufatura da Coreia (valor real agregado de manufat...

Livro: David Sainsbury - Windows of Opportunity, How Nations Create Wealth - Capítulo 2

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                                                                                                                                          Livro: David Sainsbury - Windows of Opportunity, How Nations Create Wealth Pgs. 60-88 " CAPÍTULO 2 : "Uma teoria da capacidade dinâmica do crescimento económico " 26 - Como empresas prevalecem?  Elas podem aumentar sua eficiência de produção por inovação ou podem criar uma vantagem competitiva sobre seus rivais com base em uma dinâmica de capacidades/oportunidade de mercado. A primeira reduzirá o denominador, e a segunda aumentará o nominador no cál...

Livro: João Bernardo - Economia dos Conflitos Sociais - Capítulo 3 (PARTE "B")

                                                                              Livro: João Bernardo - Economia dos Conflitos Sociais (...)  Pgs. 198-234 " CAPÍTULO 3 : "Integração econômica " 151 - JB coloca, ao que lembro com razão, que Marx, por vezes, não foi cem por cento coerente nas exemplificações sobre trabalho produtivo e improdutivo. É muito difundida entre várias correntes marxistas a definição que considera como improdutivos aqueles trabalhadores inseridos em processos cujo output não regresse, enquanto input, aos ciclos de produção; e também na obra de Marx podem encontrar-se algumas afirmações neste sentido. O trabalho produtivo se classificaria, então, não como o produtor de mais-valia, mas como o produtor dos inputs dos processos de produção . 152 - ... Di...

Livro: João Bernardo - Economia dos Conflitos Sociais - Capítulo 2 (PARTE "D")

                                                                              Livro: João Bernardo - Economia dos Conflitos Sociais (...) Pgs. 144-169 " CAPÍTULO 2 : "Mais-valia relativa e mais-valia absoluta " 113 - Coloca que a confusão entre exploração e situação material faz com que alguns teóricos achem que os trabalhadores de polos mais avançados de mais-valia relativa - vem termos como "aristocracia operária" e afins - são menos explorados ou mesmo que compartilham lucros com a burguesia do país. 114 -  A forma como nas últimas décadas se operou o processo de descolonização, pelo triunfo da conciliação nacionalista de interesses sociais radicalmente antagônicos, constituiu uma das mais profundas derrotas orgânicas dos trabalhadores, interrompendo a sua constituição como ...

Livro: Ha-Joon Chang - Maus Samaritanos - Capítulo 9 e Epílogo

                                                                Livro: Ha-Joon Chang - Maus Samaritanos, O Mito Do Livre-Comércio e a História Secreta do Capitalismo Pgs. 255-278 " CAPÍTULO 9 : "JAPONESES PREGUIÇOSOS E ALEMÃES LADRÕES -  Algumas culturas seriam incapazes de atingir desenvolvimento econômico? " 177 - Consultor de empresas australiano sobre os trabalhadores japoneses em 1915: " Minha impressão sobre a vantagem do baixo custo de mão-de-obra de seus trabalhadores foi rapidamente desfeita quando vi as pessoas trabalhando. Não tenha dúvida de que eles recebem salários baixos, mas o retorno também é muito baixo; ver seus homens trabalhando me fez perceber que vocês são uma raça lenta, satisfeita e relaxada, para quem o tempo não é motivo de preocupação. Quando falei isso para alguns gestores, eles me diss...

Livro: Ha-Joon Chang - Economia: Modo de Usar - Capítulo 12 e Epílogo

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                                                             Livro: Ha-Joon Chang - Economia: Modo de Usar Pgs. 320-353 " CAPÍTULO 12 : "Todas as coisas em prolífica abundância” -  A DIMENSÃO INTERNACIONAL " 273 -  Em 1792, George III da Grã-Bretanha mandou Earl Macartney para a China como seu enviado especial. Macartney tinha a missão de convencer o imperador chinês, Qianlong, a permitir que a Grã-Bretanha fizesse comércio livremente em toda a China, não apenas no Cantão (Guangzhou), que era então o único porto aberto a estrangeiros. Naquela época, a Grã-Bretanha estava tendo um grande déficit com a China (e aí, qual a novidade?) em grande parte devido ao recém-descoberto gosto pelo chá . Falhou. A China mandou como resposta que o livre-comércio com o Cantão era só um favor. "... nosso Império Celestial possui todas as...