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Mostrando postagens com o rótulo Petrodólares

Livro: Sánchez-Ancochea, Diego - The Costs of Inequality in Latin America - Capítulo 3

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                                                    Livro:  Sánchez-Ancochea, Diego - The Costs of Inequality in Latin America Pgs. 49-74 " CAPÍTULO 3 : "THE ECONOMIC COSTS OF INEQUALITY " 29 -  Em 2013, Gregory Mankiw, famoso professor de Harvard e ex-conselheiro do presidente George W. Bush, foi em socorro dos ricos com um artigo intitulado "Defendendo o Um por Cento". 1 Convidando os leitores a refletir sobre as contribuições positivas que Steve Jobs, J.K. Rowling e Steven Spielberg fizeram, ele afirmou que os ricos estavam simplesmente colhendo os benefícios de sua contribuição única para a sociedade . (...)  Seus argumentos incluem "altos salários são necessários para promover a inovação", "dar mais recursos aos ricos aumentará a poupança e o investimento" e "é bom ter economias dominadas pelas pessoas mais inteligentes". É claro que,...

Livro: Fabio Giambiagi... - Economia Brasileira Contemporânea (1945-2010) - Capítulo 4

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                                                                                                          Livro: Fabio Giambiagi... - Economia Brasileira Contemporânea (1945-2010) Pgs. 91-114 " CAPÍTULO 4 : "Auge e Declínio do Modelo de Crescimento com Endividamento: O II PND e a Crise da Dívida Externa (1974-1984) " 94 - Mais um capítulo escrito por Jennifer Hermann. 95 - Já início do governo Figueiredo:  No biênio 1979-80, manteve-se o crescimento vigoroso (8,0% ao ano), mas o forte aumento da inflação e a deterioração das contas públicas e externas já sinalizavam o esgotamento do modelo de crescimento do II PND . 96 - Relembra a parte complicada da herança do "milagre": O forte crescimento das importações resultou...

YT - Ep.05 da série 'ECONOMIA BRASILEIRA: 1973 – 1986 – Tropeços e crises

  Ep.05 da série 'ECONOMIA BRASILEIRA :  1973 – 1986 – Tropeços e crises 1 - Delfim coloca que não havia razão para frear a expansão. 2 - Petróleo estava baratíssimo. Veio o primeiro choque. O balanço de pagamentos sofreu déficits ainda maiores. Como iria continuar importando? 3 - Assim, ou o país pisava no freio e parava de importar ou se endividava em dólar pra fechar o balanço. Escolheu isso. Veio o II PND, visando bens de capital e indústria pesada. Criaram inúmeras estatais.  4 - O segundo choque matou o balanço de pagamentos de novo. Volcker agiu e piorou tudo. A dívida explodiu. 5 - Só a Colômbia escapou da quebradeira na América Latina (AL) endividada (talvez por exportar petróleo?). 6 - Petrodólares: Banco emprestava dinheiro à AL para ela poder pagar a importação de petróleo e manter o crescimento. O árabe pegava esse dinheiro do superávit externo (Dólar) e voltava a depositar no banco. Quando o México decreta a moratória, tudo desaba. EUA não quis socorrer ninguém. ...

Econ - Jennifer Hermann - Auge e Declínio do Modelo de Crescimento Com Endividamento - o II PND (Parte 1)

  Jennifer Hermann - Auge e Declínio do Modelo de Crescimento Com Endividamento - o II PND : 203 - Com o milagre, cresceu a indústria de bens de consumo duráveis, o que ampliava, porém, a dependência externa em relação a de bens de capital. Importações crescem portanto. 204 - Também aumentou a necessidade de petróleo. Importávamos 60% dele e passamos a importar 81%. 205 - Ao mesmo tempo, o aumento da dívida externa exigia superávits comerciais para pagar, sob pena de aumento do mesmo e um ciclo vicioso. 206 - Ficamos sujeitos a uma demanda externa que tinha que permanecer em crescimento. Também à liquidez internacional e, por fim, a uma política cambial adequada. Se faltam esses ingredientes, só resta a saída indigesta da desvalorização cambial e/ou freio das importações e, portanto, do crescimento. 207 - Os choques do petróleo e os juros de Reagan matariam tudo. 208 - O primeiro choque tornou o balanço de conta corrente bem deficitário. A “saída” para isso foi se aproveitar ...

Esquerdistas - Textos Diversos II

Blog Outras Palavras, da Carta Capital - Estado Ineficiente, Mito Medíocre : 12 - Coloca que o principal motivador do trabalho, segundo pesquisas, não é o “medo da demissão”, mas fatores como reconhecimento; possibilidade de progresso e sensação de estar fazendo alguma tarefa significativa. Tudo isso pode existir no funcionalismo público, logo, o empregado de uma empresa não necessariamente é mais produtivo. 13 - Mercado mais eficiente? Os índices de expectativa de vida e de mortalidade infantil da ilha caribenha são praticamente os mesmos dos EUA. Entretanto, os gastos anuais dos EUA em saúde, por pessoa, são de U$ 5.711, enquanto Cuba gasta apenas U$ 251. Dessa forma, o Estado cubano tem um custo pelo menos vinte vezes menor para obter um resultado equivalente ao da iniciativa privada americana. O Estado investe nas causas do problema e na prevenção. 14 - Afirma que boa parte dos serviços públicos ruins é por puro sucateamento mesmo. O Estado não investe o necessário e pronto...

Marxistas - Textos Diversos XXXVIII

  Hermano Vianna - O Antiedipo e a Antropologia - Atalho : 585 - (Não sei porque está em “marxistas”. É uma resenha do livro de Deleuze e Guattari e sua relação com a Antropologia. Se o livro conseguir ser mais chato e aparentemente desimportante que essa resenha, é uma façanha. Texto que não faz questão nenhum de explicar nada que diz. Metade do texto é em francês, sem tradução, pra começo de história. Sinto que perdi meia hora)   Hobsbawn - Entrevista, Crise Financeira, Nova Era : 586 - (Meio superficial a entrevista)   Immanuel Wallerstein - Globalizaçao, Uma Trajetória a Longo Prazo do Sistema Mundo : 587 - Parece ser um capítulo do livro “O Declínio do Poder Americano”. 588 - Houve assistência econômica ao Japão e Tratado de Segurança com os EUA. 589 - Traz uma série de afirmações econômicas sem precisar nenhum dado. (Costumo desprezar esse tipo de coisa, embora até concorde com algumas conclusões por dados que já conheço. Outras não) 590 - O cartel da OPEP...