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Mostrando postagens com o rótulo Colonização

Livro: Alan Greenspan - Capitalismo na América - Capítulo 1

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                                                                                                   Livro:  Greenspan, Alan; Wooldridge, Adrian. Capitalismo na América: Uma história Pgs. 36-68 " CAPÍTULO 1 : "UMA REPÚBLICA COMERCIAL: 1776-1860 " 29 - De 1600 a 1766, as colônias ostentaram a maior taxa de crescimento do mundo, crescendo mais do que o dobro da metrópole. Quando chegou a hora do divórcio, os americanos eram o povo mais rico do planeta, com uma produção per capita com valor equivalente a 4,71 dólares em 2017. Os americanos eram entre 5 e 8 centímetros mais altos do que os europeus. Também eram mais férteis, com entre seis e sete filhos para cada mulher, enquanto na Grã-Bretanha esse número era de quatro a cinco — o que levou...

Livro: João Bernardo - Economia dos Conflitos Sociais - Capítulo 6

                                                                                Livro: João Bernardo - Economia dos Conflitos Sociais Pgs. 302-326 " CAPÍTULO 6 : "Reprodução em escala ampliada do capital " 223 - O valor só se mantém como tal quando reinserido em processos de valorização, o que significa que o capital é a reprodução do capital . 224 - Opinião de JB sobre a "questão do imperialismo": o capitalismo sempre precisou se expandir.  O colonialismo foi indispensável à gênese do capital, ao que Marx denominou a acumulação primitiva, e continuou indispensável ao desenvolvimento do modo de produção. O imperialismo não constitui qualquer problema específico, cuja compreensão requeira uma elaboração teórica especial. A explicação do imperialismo é a mesma que justific...

Livro: João Bernardo - Economia dos Conflitos Sociais - Capítulo 2 (PARTE "D")

                                                                              Livro: João Bernardo - Economia dos Conflitos Sociais (...) Pgs. 144-169 " CAPÍTULO 2 : "Mais-valia relativa e mais-valia absoluta " 113 - Coloca que a confusão entre exploração e situação material faz com que alguns teóricos achem que os trabalhadores de polos mais avançados de mais-valia relativa - vem termos como "aristocracia operária" e afins - são menos explorados ou mesmo que compartilham lucros com a burguesia do país. 114 -  A forma como nas últimas décadas se operou o processo de descolonização, pelo triunfo da conciliação nacionalista de interesses sociais radicalmente antagônicos, constituiu uma das mais profundas derrotas orgânicas dos trabalhadores, interrompendo a sua constituição como ...

Livro: Ha-Joon Chang - Economia: Modo de Usar - Capítulo 3 (PARTE "A")

                                                 Livro: Ha-Joon Chang - Economia: Modo de Usar Pgs. 39-50 " CAPÍTULO 3 : "Como foi que chegamos aqui? -  UMA BREVE HISTÓRIA DO CAPITALISMO " 17 - Naturalização do "livre"-mercado:  Uma vez que você fica sabendo que muitas coisas que não podem ser compradas e vendidas hoje — como seres humanos (escravos), trabalho infantil, cargos no governo — costumavam ser perfeitamente vendáveis, você para de pensar que os limites do “livre mercado” são traçados por alguma lei eterna de ciência, e começa a ver que eles podem ser redesenhados. 18 - Cingapura: ... a quase totalidade das terras em Cingapura pertence ao governo, 85% da moradia é fornecida por uma agência governamental (o Conselho de Desenvolvimento Habitacional) e 22% da produção nacional vem de empresas estatais (a média internacional é cerca de 10...

Livro: Celso Furtado - Formação Econômica do Brasil (2003) - Capítulos 12 a 14

                                         Livro: Celso Furtado - Formação Econômica do Brasil (2003) Pgs. 97-102 " CAPÍTULO 12 : "CONTRAÇÃO ECONÔMICA E EXPANSÃO TERRITORIAL " 72 - Século XVII foi complicado pra colonização portuguesa. Primeira vieram os prejuízos da guerra e ocupações holandesas. Depois, a baixa do açúcar (inclusive, em parte, como consequência do fator anterior).  Do ponto de vista do comércio e do fisco portugueses, entretanto, os prejuízos deveriam ser consideráveis. Simonsen estimou em 20 milhões de libras o valor das mercadorias subtraídas ao comércio lusitano. Isso concomitantemente com gastos militares vultosos. Encerrada a etapa militar, tem início a baixa nos preços do açúcar provocada pela perda do monopólio. Na segunda metade do século a rentabilidade da colônia baixou substancialmente, tanto para o comércio como para o erário lusitanos, ao mesmo tempo...

Livro: Celso Furtado - Formação Econômica do Brasil (2003) - Capítulo 7

                                        Livro: Celso Furtado - Formação Econômica do Brasil (2003) Pgs. 57-64 " CAPÍTULO 7 : "ENCERRAMENTO DA ETAPA COLONIAL " 35 - Contexto após 1640: Ao recuperar a independência, Portugal encontrou-se em posição extremamente débil, pois a ameaça da Espanha — que por mais de um quarto de século não reconheceu essa independência — pesava permanentemente sobre o território metropolitano. Por outro lado, o pequeno reino, perdido o comércio oriental e desorganizado o mercado do açúcar, não dispunha de meios para defender o que lhe sobrara das colônias numa época de crescente atividade imperialista. A neutralidade em face das grandes potências era impraticável. Portugal compreendeu, assim, que para sobreviver como metrópole colonial deveria ligar o seu destino a uma grande potência, o que significaria necessariamente alienar parte de sua soberania. Os aco...

Livro: Celso Furtado - Formação Econômica do Brasil (2003) - Capítulos 4 a 6

                                      Livro: Celso Furtado - Formação Econômica do Brasil (2003) Pgs. 37-40 " CAPÍTULO 4 : "DESARTICULAÇÃO DO SISTEMA " 17 - Com a União Ibérica, "Portugal" tem que passar a ver os holandeses como "inimigos" e o sistema cooperativo anterior fica inviabilizado. A guerra passa a ser também pelo controle do açúcar. Pior:  Durante sua permanência no Brasil, os holandeses adquiriram o conhecimento de todos os aspectos técnicos e organizacionais da indústria açucareira. Esses conhecimentos vão constituir a base para a implantação e desenvolvimento de uma indústria concorrente, de grande escala, na região do Caribe.  A partir desse momento, estaria perdido o monopólio, que nos três quartos de século anteriores se assentara na identidade de interesse entre os produtores portugueses e os grupos financeiros holandeses que controlavam o comércio europeu. No ...

Livro: Celso Furtado - Formação Econômica do Brasil (2003) - Prefácio e Capítulos 1 a 3

                                       Livro: Celso Furtado - Formação Econômica do Brasil (2003) Pgs. 1-18 " Prefácio e Introdução " 1 - Formação Econômica do Brasil / Celso Furtado. 32ª ed. — São Paulo - Companhia Editora Nacional, 2003. — (Biblioteca Universitária. Série 2) - 1ª impressão . 2 - Plínio de Arruda Sampaio fez o prefácio.  A reflexão de Furtado sobre subdesenvolvimento parte da constatação de que as premissas históricas que viabilizam o desenvolvimento não estão presentes nas economias subdesenvolvidas. A situação periférica e a reprodução de grandes assimetrias sociais criam bloqueios à inovação e à difusão do progresso técnico que inviabilizam a endogeneização do movimento de transformação capitalista . A desigualdade impulsionaria o subdesenvolvimento. 3 - ... Escrito na virada da década de cinquenta , no calor das lutas sociais que culminariam com a campanha pelas...