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Mostrando postagens com o rótulo Revolução Francesa

Livro: Piketty - O Capital no Século XXI - Capítulo 10

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                           Livro:  Piketty - O Capital no Século XXI Pgs. 425-477 " CAPÍTULO 10 : "A desigualdade na apropriação do capital " 376 - Diz que todos os países viram meio que o colapso das rendas do capital durante a primeira metade do Século XX. Desigualdade caiu por isso. A estrutura salarial pouco mudou. 377 - Escolhe quatro países que possuem os melhores e longevos dados sobre patrimônios. EUA, Suécia, Inglaterra e França.  As séries parciais disponíveis para os outros países fornecem resultados igualmente coerentes. Por exemplo, as evoluções observadas na Dinamarca e na Noruega desde o século XIX são muito próximas da trajetória constatada na Suécia. Os dados sobre o Japão e a Alemanha indicam uma dinâmica parecida com a da França. Um estudo recente sobre a Austrália mostra resultados coerentes com aqueles obtidos para os Estados Unidos .  378 - (...)  O caso da França é particular...

Livro: Piketty - O Capital no Século XXI - Capítulo 7

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                        Livro:  Piketty - O Capital no Século XXI TERCEIRA PARTE - A ESTRUTURA DA DESIGUALDADE Pgs. 305-341 " CAPÍTULO 7 : "Desigualdade e concentração: primeiras impressões " 259 - Dicas de leitura:  Publicado em 1835, O pai Goriot é um dos romances mais célebres de Balzac. Apresenta, sem dúvida, uma das expressões literárias das mais bem-sucedidas sobre a estrutura da desigualdade no século XIX, desvelando o papel central desempenhado pela herança e pelo patrimônio. A "moral da história"? Entre outras:  Não importam os detalhes das cifras (ainda que sejam bastante realistas): o fato central é que na França do início do século XIX, como em outros lugares durante a Belle Époque, o trabalho e os estudos não permitiam que se chegasse ao mesmo nível de vida que a herança e as rendas do patrimônio . 260 - ...EUA eram exceção a tudo isso só parcialmente:  Nos estados do Sul, onde predominava ...

Livro: Piketty - O Capital no Século XXI - Capítulo 6

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                       Livro:  Piketty - O Capital no Século XXI Pgs. 261-304 " CAPÍTULO 6 : "A divisão capital-trabalho no século XXI " 222 - O retorno do capital r parece ter atenuado a evolução da quantidade de capital β: a remuneração do capital r é mais alta nos períodos em que a quantidade β é mais baixa, e vice-versa, o que parece natural . (...)  Mais precisamente: constata-se, tanto no Reino Unido quanto na França, que a participação do capital era da ordem de 35-40% da renda nacional no fim do século XVIII e no século XIX, antes de cair para 20-25% em meados do século XX e mais tarde subir a 25-30% no fim do século XX e início do século XXI (ver os Gráficos 6.1-6.2). Isso corresponde a uma taxa média de retorno do capital por volta de 5-6% nos séculos XVIII e XIX, antes de subir para 7-8% em meados do século XX, caindo para 4-5% no fim do século XX e início do século XXI (ver Gráficos 6.3-6.4) . 223 - ... N...

Livro: Piketty - O Capital no Século XXI - Capítulo 3

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                   Livro:  Piketty - O Capital no Século XXI SEGUNDA PARTE - A DINÂMICA DA RELAÇÃO CAPITAL/ RENDA Pgs. 138-174 " CAPÍTULO 3 : "As metamorfoses do capital " 107 - Século XIX: os tempos de Austen e Balzac.  O patrimônio parecia existir para gerar rendas de propriedade, ou seja, rendas seguras e regulares para quem o possuía, sobretudo na forma de terras ou de títulos da dívida pública. 108 - ...São naturezas diferentes porém. Dívida não é bem riqueza nacional, terra é.  A dívida pública não é nada mais do que um crédito de uma parte do país (aqueles que recebem os juros) junto a outra (aqueles que pagam os impostos): deve-se, portanto, excluí-la da riqueza nacional e incluí-la na riqueza privada . (...)  Embora a dívida pública neste início de século XXI ainda esteja longe de ter retornado aos níveis astronômicos do início do século XIX, ao menos no Reino Unido, ela está muito próxima dos picos histórico...