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Livro: Blanchard, Olivier - Macroeconomia (2011) - Parte XX

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                   Livro:  Blanchard, Olivier - Macroeconomia (2011) - Parte XX Pgs. 366-376: ... 364 - ... os efeitos de uma depreciação real se parecem muito com os de um aumento do produto estrangeiro . (...)  Assim como no caso de um aumento do produto estrangeiro, uma depreciação leva a um aumento das exportações líquidas (supondo, como fazemos, que a condição de Marshall-Lerner seja satisfeita), para qualquer nível de produto . Isso leva, imagino que rapidamente, a algum aumento do produto. Após, " o aumento das importações induzido pelo aumento do produto"  será  "menor do que a melhora direta da balança comercial induzida pela depreciação" . Tudo isso porque " a depreciação leva a um deslocamento da demanda, tanto estrangeira quanto doméstica, em direção aos bens domésticos ". 365 - ...Lembrar que tudo isso faz cair o poder de compra das pessoas, que passam a ter menos acesso aos importados ou produtos na...

Livro: Blanchard, Olivier - Macroeconomia (2011) - Parte XVIII

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                  Livro:  Blanchard, Olivier - Macroeconomia (2011) - Parte XVIII Pgs. 336-355: 336 - A parte VI do livro é sobre "economia aberta". O capítulo 18 é  abertura dos mercados de bens e dos mercados financeiros . Começa com dados sobre os EUA e sua abertura comercial. Exportações e importações, que correspondiam a 5% do PIB na década de 1960, agora se situam em torno de 14% do PIB (11% para as exportações e 17% para as importações) (...) A razão entre o déficit comercial e o PIB chegou a 5,9% em 2006, um recorde histórico . 337 - Não compara com outros, mas diz que " um índice de abertura melhor do que as razões de exportação e importação é a proporção do produto agregado composta por bens comercializáveis — bens que concorrem com os bens estrangeiros tanto nos mercados domésticos como nos mercados estrangeiros. Segundo as estimativas, os bens comercializáveis representam hoje cerca de 60% do produto agregado dos Estado...

Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia (2015) - Parte XIX

           Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia  (2015)  - Parte XIX Pgs. 585-604: 411 - Coloca que corrupção e burocracia (intervenção excessiva) muitas vezes estão relacionados. Rent-seeking e etc. Instituições confiáveis dinamizariam o progresso tecnológico. Diz que esse "problema de má governança" é comum na América Latina, por exemplo. Critica também a destruição da poupança da região por inflação visando financiar gastos governamentais pouco produtivos. Falta de atenção à educação e instabilidade política teriam completado o "combo".  412 - Coloca que a África passa por problemas ainda piores. Instabilidade política enorme (guerras e afins) e pouca proteção dos direitos de propriedade (extorsão e corrupção em alto nível). Investimentos produtivos, nesse cenário, são algo muito arriscado. Jeffrey Sachs crê que é o contrário. A pobreza é que gera tudo isso e os motivos seriam geográficos. Muitas populações sem acesso ao litora...

Livro: Mankiw, Gregory - Introdução à Economia (2010) XXVII

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    Livro: Mankiw, Gregory - Introdução à Economia (2010) XXVII Pgs. 720-743: 610 - A parte XII é sobre "flutuações econômicas no curto prazo". Capítulo 33 é sobre "demanda agregada e oferta agregada".  As flutuações na economia são frequentemente chamadas ciclo de negócios. Os "padrões" são meio que aleatórios/imprevisíveis . Meio que não tem, digamos . Nas crises, o investimento desaba. Não há confiança. Desemprego aumenta. 611 - Embora o investimento seja aproximadamente um sétimo do PIB (ao menos nos EUA) , os declínios no investimento respondem por cerca de dois terços do declínio no PIB durante as recessões . 612 - A neutralidade da moeda no curto prazo é tese minoritária hoje em dia. Há avôs da contestação a isso. Com esse ponto de vista, na Inglaterra do século XVIII, Hume observou que, quando a oferta de moeda se expandia, após a descoberta de ouro, era preciso algum tempo até que os preços aumentassem; enquanto isso, a economia se beneficiava com...

Livro: Mankiw, Gregory - Introdução à Economia (2010) XXVI

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   Livro: Mankiw, Gregory - Introdução à Economia (2010) XXVI Pgs. 699-719: 589 -  Como aprendemos em nossa discussão anterior do mercado de fundos de empréstimos, a quantidade ofertada de fundos para empréstimos e a quantidade demandada de fundos para empréstimos dependem da taxa de juros real. Uma taxa de juros real mais elevada incentiva as pessoas a poupar e, portanto, aumenta a quantidade ofertada de fundos para empréstimos. Atrai inclusive capital externo.  Uma taxa de juros mais elevada também torna os empréstimos para financiamento de projetos de investimento mais dispendiosos; com isso, desencoraja o investimento e reduz a quantidade demandada de fundos de empréstimos. Abaixo um quadro-resumo de tudo que será visto no capítulo: 590 - Novos gráficos de oferta e demanda envolvendo taxas de juros, agora em economia aberta:  em uma economia aberta, a demanda por fundos para empréstimos vem não só daqueles que querem fundos para empréstimos para comprar bens...