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Livro: Alan Greenspan - Capitalismo na América - Conclusão

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                                                                                                              Livro: Alan Greenspan - Capitalismo na América Pgs. 441-474 " CONCLUSÃO " 443 -  Os americanos provavelmente gozavam o padrão mais elevado de vida do mundo na época — mais alto, em média, do que o de seus antigos mestres coloniais na Grã-Bretanha —, mas qualquer análise moderna mostraria que eles tinham vidas miseráveis. Em 1790, o americano comum ao nascer tinha uma expectativa de vida de cerca de 40 anos. Três quartos dos americanos extraíam o sustento da terra — arando os campos e se dispersando como os seres humanos haviam feito desde o nascimento da agricultura . (...)  As viagens eram len...

Livro: Alan Greenspan - Capitalismo na América - Capítulo 12 (PARTE "B")

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                                                                                                             Livro: Alan Greenspan - Capitalismo na América (...)  Pgs. 422-440 " CAPÍTULO 12 : "ENFRAQUECIMENTO DO DINAMISMO AMERICANO " 425 - A América continua sendo uma líder global na educação superior. Das vinte melhores universidades do mundo, quinze estão nos Estados Unidos. Somos melhores do que a maioria dos outros países no que diz respeito a dar segundas chances às pessoas. Não há evidências de que a economia estaria melhor se mais pessoas cursassem a universidade: cerca de 40% das pessoas com formação universitária não conseguiram encontrar um emprego com esse requisito. A América não precisa de mais bari...

Livro: Alan Greenspan - Capitalismo na América - Capítulo 12 (PARTE "A")

                                                                                                            Livro: Alan Greenspan - Capitalismo na América Pgs. 410-422 " CAPÍTULO 12 : "ENFRAQUECIMENTO DO DINAMISMO AMERICANO " 406 -  Este livro mostrou repetidamente que a maior vantagem comparativa da América foi seu talento para a destruição criativa. Ele faz toda uma comparação dos EUA com os europeus ricos, mas que deve ter um gigantesco quê de exagero, afinal, no fim das contas, a produtividade do trabalho por hora, após toda esse século, continua mais ou menos a mesma entre todos esses países.  Na Grã-Bretanha, os grandes empreendedores comemoravam o sucesso reduzindo os negócios, comprando terras e um ...

Livro: Alan Greenspan - Capitalismo na América - Capítulo 6

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                                                                                                      Livro: Alan Greenspan - Capitalismo na América Pgs. 201-232 " CAPÍTULO 6 : "O NEGÓCIO DA AMÉRICA SÃO OS NEGÓCIOS " 194 - EUA e o pós-Wilson: Harding jogava pôquer uma vez por semana com amigos, nem todos modelos de cidadania, e golfe duas vezes, aperfeiçoando sua habilidade de acertar bolas no terreno da Casa Branca para seu Airedale Terrier, Laddie Boy, ir pegar. Coolidge se orgulhava de nunca trabalhar mais do que quatro horas por dia e nunca dormir menos de onze horas por noite. “Seu dia ideal”, brincou H. L. Mencken, “é aquele em que absolutamente nada acontece”. Eram homens que queriam e conseguiram governo pequeno e redução d...

Livro: Alan Greenspan - Capitalismo na América - Capítulo 4

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                                                                                                    Livro:  Greenspan, Alan; Wooldridge, Adrian. Capitalismo na América: Uma história Pgs. 134-161 " CAPÍTULO 4 : "A ERA DOS GIGANTES " 131 - Antes de 1850-1910 (Era dos Monopólios e Impérios, digamos), o cenário era outro: Quando John Jacob Astor morreu em 1848, deixou uma fortuna de 20 milhões de dólares, tornando-se o homem mais rico da América. Sua companhia, a American Fur Company, empregava poucos funcionários em tempo integral, que trabalhavam em uma única sala. Muito diferente da venda da Carnegie Steel pra J. P. Morgan em 1901 . 132 - Rockefeller controlou 90% da capacidade de refino mundial. Carnegie produziu mais aço do que o ...

Livro: Alan Greenspan - Capitalismo na América - Introdução

                                                                                                  Livro: Alan Greenspan - Capitalismo na América Capitalismo na América [recurso eletrônico] : uma história / Alan Greenspan, Adrian Wooldridge ; tradução de Catharina Pinheiro ; revisão técnica de Ricardo Doninelli. - 1. ed. - Rio de Janeiro : Record, 2020. Greenspan, Alan; Wooldridge, Adrian. Capitalismo na América: Uma história (p. 2). Record. Edição do Kindle. (Formatei em 563 páginas) Pgs. 1-35 " INTRODUÇÃO " 1 - Ano de 1620: Os chineses têm um argumento forte. Beijing tem uma população de mais de um milhão de habitantes, num período em que as maiores cidades europeias (Londres, Paris, Nice) não têm mais do que 300 mil. O servidor públic...

Econ - Site Voyager - Liberalismo é Roubo

Site Voyager - Liberalismo é Roubo : 470 - A Crise de 2008 é uma crise provocada por uma ideologia que prega serem os mercados os melhores reguladores da sociedade. Segundos seus militantes, a democracia e o direitos sociais são empecilhos que impossibilitam o funcionamento ótimo do mercado, o que prejudicaria toda a sociedade. 471 - Exemplos de livre-mercado: O filósofo Michael Sandel nos dá exemplos práticos do que esta defesa fanática pela submissão de todas as esferas da vida à lógica do mercado têm promovido. Desde pagamento por melhores lugares nas prisões, barrigas de aluguel, cobaias humanas em testes de laboratório, tropas mercenárias em conflitos na Somália e Afeganistão, comércio de sangue, mercados de futuro de terrorismo. Nada escapa, tudo se torna quantificável para venda. 472 - Fannie Mae e Freddie Mac: Essas empresas, há mais de 55 anos, são empresas privadas que deixaram de ser garantidoras de empréstimos do governo. 473 - Democratas na era Clinton pensaram e...