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Livro: Armen A. Alchian, William R. Allen - Universal Economics - Capítulos 30 a 34

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                                                                                                                                    Livro: Armen A. Alchian, William R. Allen - Universal Economics PARTE TRÊS - RIQUEZA, TAXAS DE RETORNO E RISCO Pgs. 526-543 " CAPÍTULO 30 : "ARITMÉTICA DOS VALORES DE CAPITAL " 385 -  Com esse pano de fundo, podemos nos concentrar em duas razões para um item futuro ser menos valioso do que se estivesse disponível agora. Essas razões são “produtividade” e “preferência temporal e mortalidade” (... enfrentamos uma probabilidade de morte antes de podermos desfrutar de um ...

Livro: Piketty - A Economia da Desigualdade - Capítulo 4

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                                                 Livro:  Piketty - A Economia da Desigualdade Pgs. 107-128 " CAPÍTULO 4 : "Os instrumentos da redistribuição " 94 - Conceitos.  O instrumento privilegiado da redistribuição pura é a redistribuição fiscal, que, por meio de tributações e transferências, permite corrigir a desigualdade das rendas produzida pela desigualdade das dotações iniciais e pelas forças de mercado, ao mesmo tempo que preserva ao máximo a função alocativa do sistema de preços. 95 - Ao que entendi, as contribuições sociais e outros tributos são o grosso da coisa e fazem com que haja pouca redistribuição fiscal (ao menos na França dos anos 90).  De fato, como indica o Gráfico 2 na coluna “Infinito”, a taxa média efetiva pode subir até 70% para as rendas muito elevadas que ultrapassaram todos os limiares de teto dos abatimentos e ...

Livro: Kahneman - Rápido e Devagar - Duas Formas de Pensar - Apêndices A e B

                                                                           Livro: David  Kahneman - Rápido e Devagar - Duas Formas de Pensar (2011) Pgs. 294-302 " APÊNDICE A: JULGAMENTO SOB INCERTEZA: HEURÍSTICAS E VIESES " 483 - Trata-se de um artigo de 1974 dele com Amos Tversky. Ao que lembro, meio que foram as primeiras conclusões que balizariam todo um programa de pesquisa subsequente.  484 -  A avaliação subjetiva de probabilidade assemelha-se à avaliação subjetiva de quantidades físicas como distância ou tamanho. Esses julgamentos estão todos baseados em dados de validade limitada, que são processados de acordo com as regras heurísticas. 485 - Algumas partes são quase exatamente iguais a alguns capítulos do livro, logo, mesmo interessantes, deixei de anotar. 486 - A heuríst...

Livro: Kahneman - Rápido e Devagar - Duas Formas de Pensar - Capítulos 25 e 26

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                                                                         Livro: David  Kahneman - Rápido e Devagar - Duas Formas de Pensar (2011) PARTE 4 - ESCOLHAS  Pgs. 188-194 " CAPÍTULO 25 : "OS ERROS DE BERNOULLI " 300 - Para um psicólogo, é evidente que as pessoas não são nem completamente racionais, nem completamente egoístas, e que seus gostos podem ser tudo, menos estáveis. Nossas duas disciplinas pareciam estar estudando diferentes espécies, que o economista comportamental Richard Thaler depois batizou de Econs e Humanos. 301 -  Durante os cinco primeiros anos que passamos observando como as pessoas tomam decisões, determinamos um punhado de fatos sobre escolhas entre opções de risco. Diversos desses fatos estavam em direta contradição com a teoria da utilidade esperada. Alguns ha...

Masser e De-Losso - Vieses comportamentais em projeções macroeconômicas

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       Masser e De-Losso - Vieses comportamentais em projeções macroeconômicas 1 -  Este trabalho documenta o otimismo na projeção de PIB e IPCA. (...)  Os resultados confirmam a existência de viés otimista na projeção de PIB e IPCA, e  esse viés permanece nas revisões subsequentes para PIB.  2 - Na Europa e Ásia também há esse erro, colocam.  Batchelor (2007) relata, por exemplo, um viés sistemático de otimismo nas projeções de crescimento de PIB e inflação dos profissionais de mercado, chamados de private forecasters, nas economias do G7 entre os anos de 1990-2005, especialmente para Japão, Itália, Alemanha e França. 3 - Uma hipótese: Em seguida, testam-se se os erros das projeções anuais de PIB e IPCA podem estar relacionados a incentivos desses profissionais de ganhar publicidade (a chamada publicity hypothesis) ao publicarem suas projeções de modo mais diferenciado e extremo ao consenso, ou seja, se existe algum viés antimanada (anti-h...

Livro: Karl Marx - O Capital, Livro II - Capítulos 7, 8 e 9

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                                       Livro: Karl Marx - O Capital, Livro II - Capítulo 7 Pgs. 231-234: SEÇÃO II : "A rotação do capital " CAPÍTULO 7 : "Tempo de rotação e número de rotações " 76 - Nada digno de nota. Lança uma premissa:  Ao ano, como unidade medida do tempo de rotação, chamaremos de R; ao tempo de rotação de um determinado capital, r; e ao número de suas rotações, n; de modo que n = R/r. Se, por exemplo, o tempo de rotação, r, for de 3 meses, teremos n = 12/3 = 4, o que significa que o capital realiza 4 rotações no ano. Se r = 18 meses, então n = 12/18 = ⅔, ou seja, o capital realiza em 1 ano apenas ⅔ de seu tempo de rotação . (...) Para o capitalista, o tempo de rotação de seu capital é o tempo durante o qual ele tem de desembolsar seu capital a fim de valorizá-lo e recuperá-lo em sua forma original. Pgs. 235-260: CAPÍTULO 8 : "Capital fixo e capital circulante "...