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Mostrando postagens com o rótulo Mais-valia absoluta

Livro: João Bernardo - Economia dos Conflitos Sociais - Capítulo 3 (PARTE "A")

                                                                             Livro: João Bernardo - Economia dos Conflitos Sociais Pgs. 170-197 " CAPÍTULO 3 : "Integração econômica " 131 - Cria os conceitos "condições gerais de produção" e "unidades particularizadas de produção":  Enquanto as CGP iniciam a generalidade das remodelações tecnológicas e dão aos seus efeitos o âmbito mais vasto possível, cada UPP limita-se a veicular tais efeitos ao longo da linha de produção em que diretamente se insere, e dessa apenas . Instituições repressivas, as de saúde, ensino, urbanismo e afins entram nas CGP. Há, ainda, energia, transportes, comunicações... Infraestruturas em geral. 132 - Repressão e mais-valia relativa:  Sob este ponto de vista, a distinção entre a mais-valia absoluta e a...

Livro: João Bernardo - Economia dos Conflitos Sociais - Capítulo 2 (PARTE "D")

                                                                              Livro: João Bernardo - Economia dos Conflitos Sociais (...) Pgs. 144-169 " CAPÍTULO 2 : "Mais-valia relativa e mais-valia absoluta " 113 - Coloca que a confusão entre exploração e situação material faz com que alguns teóricos achem que os trabalhadores de polos mais avançados de mais-valia relativa - vem termos como "aristocracia operária" e afins - são menos explorados ou mesmo que compartilham lucros com a burguesia do país. 114 -  A forma como nas últimas décadas se operou o processo de descolonização, pelo triunfo da conciliação nacionalista de interesses sociais radicalmente antagônicos, constituiu uma das mais profundas derrotas orgânicas dos trabalhadores, interrompendo a sua constituição como ...

Livro: João Bernardo - Economia dos Conflitos Sociais - Capítulo 2 (PARTE "C")

                                                                            Livro: João Bernardo - Economia dos Conflitos Sociais (...)  Pgs. 121-143 " CAPÍTULO 2 : "Mais-valia relativa e mais-valia absoluta " 95 - Longa explicação-resumo do modelo de JB sobre as economias de subsistências presas no ciclo vicioso da mais-valia absoluta:  Deste modelo demográfico e social resulta que, em primeiro lugar, o caráter prematuro do trabalho juvenil e a sua freqüência limitam o período destinado à formação da força de trabalho. Em segundo lugar, quanto mais importante é a fração ocupada pelas formas arcaicas na obtenção dos bens de subsistência, tanto mais se reduz o trabalho em âmbito doméstico dedicado à educação dos jovens; e, dadas as dificuldades de acumulação verificadas no sist...

Livro: João Bernardo - Economia dos Conflitos Sociais - Capítulo 2 (PARTE "B")

                                                                            Livro: João Bernardo - Economia dos Conflitos Sociais (...) Pgs. 106-120 " CAPÍTULO 2 : "Mais-valia relativa e mais-valia absoluta " 81 - Surge a "cultura juvenil" e o "conflito geracional":  Quando reinava a produção artesanal, os pais eram o repositório do saber e apareciam como o modelo a imitar; e a aprendizagem, ou se fazia no quadro familiar ou, se era outro o mestre, o aprendiz reproduzia para com ele as relações de obediência filial. O capitalismo desde o início rompeu este quadro mas, enquanto não era muito sensível a diferença entre o tempo de trabalho incorporado em cada indivíduo da nova geração e o incorporado nos da precedente, a autoridade doméstica não se encontrava seriamente comprometida. Nos ...

YT - Orientação Marxista - MAIS-VALIA ABSOLUTA | O CAPITAL DE MARX: Livro I: Caps. 5-9 VID #9

  MAIS-VALIA ABSOLUTA | O CAPITAL DE MARX: Livro I: Caps. 5-9 VID #9 1 - Lucro e mais-valia são quantitativamente a mesma coisa - a matemática da coisa, diz Gustavo. Qualitativamente seriam totalmente diferentes. (Desconheço totalmente o porquê disso. Parece-me totalmente errado, já que ele mesmo contradiz isso aos 2:05:00 em diante. Se estiver falando das somas totais, aí sim iríamos para a discussão do problema da transformação). 2 - Teoria dos custos de produção como valor. Gustavo critica por ser circular e tautológica. Apenas decompõe quantitativamente o valor. O lucro, por exemplo, surgiria do nada, sem qualquer explicação ou origem. E o valor da força do trabalho e do meio de produção viriam de onde? A teoria não teria resposta para isso. É mera decomposição. Ademais, misturam o que não deveriam: capital constante e o variável. Subordinam tudo ao aspecto numérico-quantitativo, ainda que só o segundo produza valor novo (capital constante só transfere o já produzido, graças ao...

Econ - Textos Variados XII

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Coletivo Cem Flores - Como o Governo Lula (2011) : 434 - Texto de maio de 2011. 435 - Acho que os dados da RMS de SP não batem com os nacionais, mas no mínimo servem para indicar que nem sempre o aumento da produtividade se reverte em favor dos trabalhadores: Como ilustrado pelo gráfico anterior, no período de 1989 a 2008, para a indústria na Região Metropolitana de São Paulo (região de maior concentração industrial do país e, relativamente às demais regiões, de maior grau de organização sindical dos trabalhadores), a produtividade do trabalho aumentou 84%, e simultaneamente, houve queda acentuada de 37% do rendimento médio (real) dos trabalhadores . 436 - Brasil volta e meia depende da mais-valia absoluta: Mesmo após a redução da jornada de trabalho assegurada na Constituição de 1988, na Região Metropolitana de São Paulo aproximadamente 40% dos trabalhadores assalariados trabalham além da jornada semanal de 44 horas (DIEESE, 2009). Em alguns ramos como na indústria metalúrgica e quím...

Mészáros - Mais textos variados III

  Meszaros - Entrevista Para o Jornal Zero Hora : 73 – Entrevista profundamente superficial.   Meszaros - Globalização Capitalista é Nefasta (Brasil de Fato 09.08.04) : 74 – Outra entrevista para o Brasil de Fato. 2004. Achei surpreendente este trecho. Parece que ele é menos apocalíptico do que eu tentei interpretá-lo: “ É um engano dizer que o capitalismo está acabando. Não está. Há ainda muito suporte para ele .” Deve estar falando da produção destrutiva. Se for “só” isso, eu discordo.   Meszaros - Marx, Nosso Contemporâneo, e o Seu Conceito de Globalização : 75 – Texto de 2004 também. Sobre as dimensões fundamentais do sistema capitalista: “ Portanto, no início, os limites imediatos de cada uma são superados com êxito, graças precisamente à interacção recíproca com as outras dimensões. (Por exemplo: o obstáculo imediato à produção é superado com êxito durante algum tempo através da expansão do consumo e vice-versa.) "           ...

Mészáros - Mais textos variados II

  Meszaros - A Única Economia Viável : 51 -   Não gostei. Metade do texto é obviedade e outra metade é tese sem fundamento (não que ele não exista, ele só não fundamentou) e redundantemente martelada. 52 - O importante é a crítica que faz acerca do “crescimento descontrolado”, ou melhor, não determinado realmente pelas necessidades dos indivíduos sociais, o que traria uma racionalidade superior. Prova disso seria a dificuldade em fornecer um transporte público adequado quando todo mundo sabe que o melhor para a sociedade não é “fazer mais carro”. 53 - Por fim, traz a atenção para o fato de que nem todo país pode ser “moderno”. Imaginem a taxa carro/população dos EUA (0,7) na China e India? Adeus petróleo e Bem vinda poluição insustentável.   Meszaros - Bolívar e Chávez : 54 - Bolívar era chamado de “louco” pela irmã, pela sua defesa da igualdade. Queria libertar não só sua terra, mas também os escravos, por exemplo. A libertação foi décadas antes de ocorrer na...

Karl Marx - O Capital, Livro I - Capítulos XVIII a XX

  XVIII - O salário por tempo       398 – Não entendi o que Marx quer com esses cálculos da segunda página do capítulo. O que é que está fixo... O que não está... Se o preço subiu como causa ou conseqüência. Achei mal explicado. Tradução? Mas acho que ele quer dizer o que já sei. Uma dessas coisas é: “Há, portanto, métodos para abaixar o preço do trabalho, independentes da diminuição do salário nominal diário ou semanal” .   399 – Nos casos de subocuparão, ou seja, jornada pequena e com salário reduzido, “ o capitalista pode (...) extrair determinado quantum de mais-trabalho do trabalhador, sem conceder-lhe o tempo de trabalho necessário para seu próprio sustento ” . A coisa pode piorar na verdade.   400 – Segundo Redgrave (inspetor, acho): “ de 1839 e 1859, (...) o salário subiu nas fábricas submetidas à lei das 10 horas, e caiu nas fábricas em que se trabalha de 14 a 15 horas por dia ."   401 – Parece-me um capítulo, assim como o anterior,...