Postagens

Mostrando postagens com o rótulo Império Romano

Livro: Alfred Marshall - Princípios de Economia Vol. II - Apêndice A - PARTE 1

                                                     Livro:  Alfred Marshall - Princípios de Economia Vol. II (Os Economistas) (1890) Pgs. 314-327 " APÊNDICE A : "O Crescimento da Liberdade de Indústria e da Livre Empresa " 173 - Selvagem pré-histórico é completamente indolente, clima quente destrói as energias, "raça" mais forte" vinda de um clima frio domina... etc... A velha ladainha. 174 - Coloca que qualquer inovação era vista como ofensa aos costumes, rotinas e tal. Critica, portanto, a propriedade coletiva, que engessaria tudo. 175 -  Os gregos eram mais modernos sob muitos aspectos do que os povos da Europa medieval, e sob certos aspectos eram ainda mais avançados do que o nosso tempo. Mas não atingiram a concepção da dignidade do homem como homem: consideravam a escravidão como uma lei da Natureza, toleravam a agricultura, mas desden...

Livro: Acemoglu & Robinson – Por que As Nações Fracassam - Capítulo 6

                                Livro:  Acemoglu & Robinson – Por que As Nações Fracassam Pgs. 154-181 " CAPÍTULO 6 : "Diferenciação " 153 - Veneza: Conquistou sua independência em 810 d.C., através do que se revelaria ter sido um golpe de sorte .  A economia europeia estava se recuperando do declínio sofrido com o colapso do Império Romano, e reis como Carlos Magno encontravam-se em vias de reconstituir um poder político central forte, promovendo maior estabilidade e segurança e a expansão do comércio, do qual Veneza estava em condições únicas para se aproveitar. (...)   Em 1330, havia crescido outros 50%, totalizando 110 mil; a cidade tinha, então, o mesmo tamanho de Paris e provavelmente três vezes o de Londres . 154 - Os autores citam "inovações contratuais" como parte da mágica, além da localização e população experiente com comércio pelas águas. 155 - Exemplo de inovação:  Desta...

Livro: Karl Marx - O Capital, Livro III - Capítulo 36

    Livro: Karl Marx - O Capital, Livro III - Capítulo 36 Pgs. 713-736: CAPÍTULO 36 : "Condições pré­-capitalistas " 443 -  Em todas as formas em que a economia escravista (não a patriarcal, mas como a dos últimos tempos na Grécia e em Roma) existe como meio de enriquecimento, em que o dinheiro é, portanto, o meio para apropriar­-se do trabalho alheio mediante a compra de escravos, terra etc., o dinheiro torna­-se portador de juros, e isso justamente porque pode ser investido desse modo, valorizando­-se como capital. 444 - Hoje em dia lembro pouco das aulas de história Antiga, mas isso acho que lembro:  Uma vez que a usura dos patrícios romanos arruinou por completo os plebeus romanos, os pequenos agricultores, essa forma de exploração chegou ao fim, e a economia escravista pura tomou o lugar da produção pequeno­-burguesa. 445 - Marx coloca claramente o capital usurário como um freio ao desenvolvimento: ... esse capital usurário empobrece o modo de produção, paralisa...

Econ - Site Voyager - Império Romano e Socialismo

  Site Voyager - Império Romano e Socialismo : 438 - Maluquices da Gazeta do Povo:  Com uma chamada que afirmava a existência de um “socialismo imperial” na Roma Antiga, reproduzia um trecho da obra de Will Durant, História da Civilização, escrita há mais de 70 anos, em um momento em que muitos achados arqueológicos que iluminaram o entendimento sobre as sociedades clássicas — Grécia e Roma — ainda não tinham vindo a público e quando nos EUA — país de produção dos livros — imperava uma escrita da História de viés positivista. 439 - Elogia bastante Durant e sua posição liberal, como na defesa da independência da Índia, mas, devido à sua época, estava enganado quanto ao Império em Roma. 440 - Simplificações:  a história de sociedades como Grécia e Roma era tida como um primeiro passo no processo civilizatório ocidental, o que é ainda advogado por grupos conservadores, que tendem a negar a pluralidade dessas sociedades e a inspiração que outros povos próximos deram à sua cul...