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Mostrando postagens com o rótulo Método

Livro: Mankiw, Gregory - Introdução à Economia (2010) II

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         Livro: Mankiw, Gregory - Introdução à Economia (2010) II Pgs. 61-94: 21 - Traz um artigo de jornal de Summers em setembro de 2009 dizendo como as ideias keynesianas ajudaram a economia a se recuperar na "falha da mão invisível", temporária para ele, ao que entendi. 22 - Estrutura tributária: Os que defendem a mudança do atual imposto de renda para um imposto sobre o consumo acreditam que a mudança incentivará as famílias a poupar mais porque a renda poupada seria isenta de impostos. Poupanças maiores, por sua vez, liberariam os recursos para o acúmulo de capital e levariam a um rápido crescimento da produtividade e dos padrões de vida . (Contem isso ao Brasil...). ... Os que defendem a tributação sobre a renda corrente acreditam que a poupança das famílias não responderia muito a mudanças nas leis tributárias . (Pois é...). 23 - Interessante a famosa "tabela de proposições" sobre as quais grande maioria dos economistas manifestam concordância: 24 - Meio...

Livro: Mankiw, Gregory - Introdução à Economia (2010) I

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        Livro: Mankiw, Gregory - Introdução à Economia (2010) Pgs. 35-60: 1 - O problema da escassez: Assim como cada membro de uma família não pode ter tudo o que deseja, cada indivíduo de uma sociedade não pode ter um padrão de vida tão alto quanto ao qual aspire . Não estaria Mankiw universalizando o homem da sociedade atual? Tenho sérias dúvidas se essa afirmação é verdadeira em qualquer tempo/espaço. 2 - As pessoas enfrentam "trade-off": termo que define uma situação de escolha conflitante . Dá exemplos que são mais relativos do que ele apresenta. Eficiência/igualdade... Inflação/desemprego... 3 - Os economistas usam a expressão mudança marginal para descrever um pequeno ajuste incremental em um plano de ação existente. Lembre-se de que margem pressupõe a existência de" extremidades", portanto mudanças marginais são ajustes ao redor das extremidades daquilo que você está fazendo. A pessoa racional, em geral, toma decisões comparando esses benefícios marginais c...

Marcos Lisboa - A Miséria da Crítica Heterodoxa

  Marcos Lisboa - A Miséria da Crítica Heterodoxa 1 - Segundo Lisboa, a teoria do equilíbrio geral mostra não uma necessária superioridade do mercado, mas sim que um equilíbrio competitivo pode ser instável e indeterminado. Coloca que os teóricos do equilíbrio geral acaba, fazendo quase que uma crítica do funcionamento do mercado. 2 - Afirma que "axioma da ergoticidade" nunca foi importante para a teoria neoclássica. Apenas em alguns modelos aplicados à macroeconomia e finanças utiliza-se a hipótese de estacionaridade . 3 - A resposta de diversos autores neoc1ássicos a estas críticas é sistematizada na abordagem metodológica instrumentalista proposta por Friedman: toda teoria é necessariamente uma distorção e simplificação do real, não sendo possível uma construção teórica realista. Neste caso, deve-se avaliar os diversos modelos não segundo o seu realismo, posto que nenhum modelo o é, mas sim segundo a sua capacidade de previsão. Desta forma, se a hipótese de existência de u...

YT - Lives e Vídeos de Economia - André Lara Rezende ... - "Juros, Moeda e Ortodoxia" - Parte II

  (continuação...) 15 - Pessoa acha que Gudin foi "derrotado" porque a sociedade brasileira se recusava a sofrer no curto prazo para crescer com inflação baixa mais à frente. Ninguém sabe (não há uma teoria monetária muito boa na economia, defende) como debelar inflação de dois dígitos sem custos sociais, recessão etc. Afirma que o Brasil conviveu com alguma inflação, salvo curtas interrupções (cita Castelo Branco), do pós-guerra até 1994. Hiperinflação basta fazer a "solução URV", digamos, que permite a completa coincidência da remarcação de preço sem causar recessão e desemprego (que é a solução Volcker). 16 - Afirma que os dados do livro de Furtado vêm todos do ótimo livro de história econômica de Roberto Simonsen. Por sinal, André vai lembrar mais tarde que o Plano Trienal de Furtado era bastante ortodoxo (usando TQM). Não aprofunda.  17 - Passa rapidamente pela teoria das "gerações sobrepostas" que dá razão de existência às moedas. A dívida hoje em di...

YT - Lives e Vídeos de Economia - Live do Lisboa: Academia, opinião e políticas públicas

  #038 ​   Live do Lisboa: Academia, opinião e políticas públicas 1 - Live dele no canal do Bem-Estar Capital. Agosto de 2020. 2 - Cita o exemplo clássico de o Estado não conseguir acertar os setores que devem ser protegidos. Brasil dos 80 queria proteger e desenvolver a indústria de hardware com a Lei de Informática quando o futuro, por exemplo, era o software.  3 - Lisboa critica o consenso como critério para a ciência econômica. Cita o exemplo do médico húngaro que descobriu experimentalmente o porquê de um "hospital de parteiras" no século XIX (esqueci a cidade) ter mais sucesso na questão de diminuição da mortalidade infantil do que um hospital com estudantes de medicina fazendo parto. Esse médico teria o palpite de que teria a ver com lavar as mãos (devido a um colega que morreu com a mesma infecção das crianças que morriam). Como a comunidade científica não sabia explicar qual era a causalidade da coisa, criticaram e meio que expulsaram, ao que entendi, o médico do...

Felipe Taufer (Blog de Eleutério Prado) - Quatro mitos sobre Marx

  Quatro mitos sobre Marx 1 - É um texto de Felipe Taufer. Coloca que o mito das três fontes do marxismo (Lênin e Kautsky, principalmente o último) leva muitos a pensar o mesmo como uma colcha de retalhos. (Sociologia francesa, economia política inglesa e filosofia alemã). Critica isso. Debate ficou todo abstrato e desimportante para mim, do jeito que foi colocado. 2 - Já mesmo no jovem Marx, a propriedade privada já aparece como algo próprio a um determinado tipo de sociabilidade, a capitalista. Não que não existisse nas demais, mas nelas tinha outro papel, muito menos central. 3 - Taufer parece discordar de quem quer colocar em Marx o "economicismo" de que o trabalho é sempre o mais importante aspecto humano.  O problema todo é que quando o trabalho vira elemento antropológico central da vida humana, outras possibilidades de relação entre “ser humano” e “natureza” são bloqueadas. Seria algo da sociabilidade também. 4 - Marx, Proudhon e as contradições da vida:  Por essa...

Econ - Ricardo Luis Chaves Feijó - Repensando a Revolução (Aspas) Marginalista IV

 (continuação...) 156 - Menger chamava seu método de genética-causal (tem até uma coincidência com Marx, embora no geral o método seja diferente e até antagônico): “ Na exposição que segue procuramos reduzir os complexos fenômenos da economia humana aos elementos mais simples, ainda acessíveis à observação segura, dar a cada um desses elementos simples o peso que por natureza lhes cabe e, com base nisso, investigar novamente como os fenômenos mais complexos evoluem novamente a partir de seus elementos mais simples ”. Cf. Menger (1988, p. 30). 157 - Ainda Menger: …  à teoria pura, cabe investigar o valor; os preços são fenômenos aleatórios que devem ser estudados pela estatística. (...) Mas a discussão do valor é apenas o capítulo III do Grundsätze. O livro de Menger expõe outros elementos antes e depois desse capítulo, que são vistos como verbalização excessiva ou fatos óbvios pelos leitores não acostumados a percorrer em profundidade o saber econômico e filosófico, preocupado...

Econ - Ricardo Luis Chaves Feijó - Repensando a Revolução (Aspas) Marginalista I

Ricardo Luis Chaves Feijó - Repensando a Revolução (Aspas) Marginalista : 131 - Revista de 1998 da UFRGS. Contesta que exista uma “revolução teórica”. O autor tem livros sobre temas diversos, inclusive HPE. Tem livro também sobre Escola Austríaca. 132 - Walras, Jevons e Menger: não há homogeneidade entre suas obras , o que têm em comum é repudiar a teoria clássica. Repúdio que já não era novo. 133 - A ideia de “revolução” marginalista surgiu em livro de 1911. Mais: Muito antes de Kuhn (Thomas), os historiadores do pensamento econômico utilizaram o conceito de revolução para descrever certos períodos na evolução das idéias econômicas . 134 - Ainda sobre o que há de comum: a) centro da atenção é a eficiência alocativa, mais que o crescimento econômico; b) A noção de utilidade passa a fazer parte ativa na teoria do valor ; c) somem classes e ficam apenas agentes individuais. 135 - Só Jevons tenta calcular prazer e dor. 136 - O uso da matemática na solução de problemas alocativos s...

Econ - Marx Tem Conceito Desatualizado de Valor, Afirma Paulo Ricardo Gontijo Loyola

  Marx Tem Conceito Desatualizado de Valor, Afirma Paulo Ricardo Gontijo Loyola : 486 -Mestrando em Filosofia na UFG. É do Direito. Virou promotor. Método de Marx: a subjetividade não produz objetos, mas representações de objetos, aos quais, portanto, deve fidelidade . (...) Sempre atento a isso, Marx propõe partir do objeto representado e, por meio de um processo de análise, chegar a conceitos cada vez mais simples, para em seguida caminhar em sentido contrário, num processo de síntese, transformando a totalidade caótica outrora existente numa “rica totalidade de determinações e de relações numerosas ” (Marx, 2003, p. 247). 487 - Marx chega a afirmar que como critério determinante do valor de uma mercadoria “impõe-se o tempo de trabalho socialmente necessário à sua produção, que é a sua lei natural reguladora” (Marx, 2006a, p. 97 - meu grifo), comparável, em suas próprias palavras, à lei da gravidade. Parece claro que Marx pretende dar ao valor uma substância, vinculá-lo a uma r...

Marx - Para Uma Crítica da Economia Política I

  Marx - Para Uma Crítica da Economia Política : 462 - Texto de 1857. Na verdade, este texto é a introdução ao livro “CONTRIBUIÇÃO À CRÍTICA DA ECONOMIA POLÍTICA”. Começa criticando os liberais da época. A ironia das “robisonadas” e da ideologia individualista: a época que gera este ponto de vista, esta idéia do indivíduo isolado, é exatamente a época em que as relações sociais (universais, segundo esse ponto de vista) alcançaram o seu mais alto grau de desenvolvimento . 463 - O homem é um animal político, lembra. Mais que um animal social, afirma. 464 - Marx diferencia instrumento e trabalho acumulado/objetivado (que seria o capital). A mão pode ser instrumento de produção, mas não é certo que seja confundida com “capital”, que é uma relação social. 465 - Em termos gerais, a resposta é a seguinte: um povo industrial atinge o seu apogeu produtivo no momento em que atinge o seu apogeu histórico geral. ln fact , um povo encontra-se no seu apogeu industrial quando, para ele, o es...

Gustavo Machado - Uma nota sobre os domínios estruturais e superestruturais no pensamento de Marx

  Gustavo Machado - Uma nota sobre os domínios estruturais e superestruturais no pensamento de Marx: 152 - Acredita que as acusações de “economicismo” que sofre a obra de Marx vem de um aparente paradoxo:  Como conciliar a análise econômico universal de O Capital com suas investigações dos casos particulares e conjunturais – marcados por tantos detalhes e pormenores?  Afinal, o próprio Marx passou a vida se debruçando também sobre outros elementos. 153 - A intenção de Marx, no “O Capital”, não era reduzir as relações sociais à economia,  pelo contrário, explicita, como temos dito, que as categorias econômicas são relações sociais . 154 - Dizer que é a base não quer dizer que é tudo:  Diversamente, por exemplo, da política, do Estado, da cultura, da técnica que, em uma mesma forma de sociedade, podem se exprimir em formas diversas, as relações de produção expressam aqueles nexos fundamentais que fazem de uma dada forma de sociedade aquilo que é, aquilo que ela te...

Filosofia - Textos Diversos LXVI

  Pragmatismo : 464 - Uma tese   como pragmatismo de William James defende que quaisquer que sejam as teses o seu método consiste em perguntar que efeitos práticos decorrem de quaisquer delas . (Nisso ele está certo). 465 - Associa muito a utilidade que a questão pode ter na prática cotidiana. Aí vale alguma especulação. 466 - Explica muito pouco.   Raul Landin Filho - Descartes e o Destino da Revolução Racionalista : 467 - Filosofia como árvore cujo tronco é a física; as raízes a metafísica; e os ramos e galhos são as ciências. O projeto cartesiano a coloca, portanto, como fundamento unificador dos saberes. Deve-se saber que algo é verdadeiro, deve-se ter um ponto seguro. Filosofia entra/entraria aí. 468 - Descartes, no seu ato radical de duvidar de tudo, inclusive se a própria razão não poderia nos enganar (acho que aqui que entra aquela história de poder ter sido implantada por um gênio maligno), só consegue chegar a uma certeza inicial: Eu penso. Só o at...