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Mostrando postagens com o rótulo Hitler

YT - A Evolução da Maldade - Adolf Hitler (History Channel)

  A Evolução da Maldade - Adolf Hitler 1 - Não sou muito fã das patacoadas do History, mas fiquei curioso para ver esse documentário. 2 - Hitler discursou dez minutos na rádio quando os soviéticos estavam chegando. Era obrigação alemã resistir até a total ruína. Comenta-se que, para ele, morrer significava que a Alemanha também tinha que morrer. Não havia rendição. 3 - Coloca que Hitler era surrado pelo pai bêbado quando guri. A mãe às vezes se jogava na frente às vezes e o adorava. Quando jovem, teve um professor de História entusiasta do nacionalismo alemão. 4 - A morte da mãe (Cãncer) e a dupla rejeição na Academia de Arte em Viena o desolaram. Tudo na mesma época. Depressão. Ficou um tempo num abrigo para sem tetos. Disse que isso o tornou forte. 5 - Anticomunista desde sempre, gostava porém da ação direta violenta de parte dos comunistas. 6 - Aos 21 anos de idade já tinha ódio aos judeus.  7 - Hitler ficou empolgadíssimo com a I Guerra e se alistou imediatamente. Foi mens...

YT - Fascismo Explicado (por quem entende) (Atila Iamarino)

  Fascismo Explicado (por quem entende) [LEGENDADO] 1 - Entrevista com Jason Stanley, que estudou o fenômeno. Professor de filosofia em Yale. 2 - Começa citando o poema de Martin Niemöller. Alerta para como o discurso fascista começa. "Eles, as minorias e comunistas, querem nos destruir e estão vindo". "Unidos somos mais fortes. Contra eles". Precisamos apoiar um homem forte que vai acabar com essa ameaça. Cita um discurso de Goebbels em 1935 exatamente assim, sobre a ameaça comunista.  3 - O líder quer dividir a população para chegar ao poder. Os movimentos fascistas se apropriam dos símbolos nacionais para uma suposta defesa do interesse geral. Ele diz que ele é a nação.  4 - Coloca o comunismo como internacionalista e o nazismo como nacionalista.  5 - Fascismo promete acabar com bagunça sindical e criar ambiente propício para a nação "fazer dinheiro". Logo, pedem apoio aos capitalistas. Não há, na real, combate. 6 - Só vê ligação com a versão autoritári...

Site Voyager - Contra o Neostalinismo e Seus Mitos (Resposta a Jones) III

 (continuação...) 208 -  Em 1928/9, anos em que Stalin iniciou a chamada revolução pelo alto, não havia guerra em lugar nenhum. A guerra civil russa tinha acabado há seis anos. A burguesia estava derrotada, assim como a contra-revolução. O nazismo vivia seu pior momento, amargando resultados eleitorais pífios. E, desde o Tratado de Rappalo, a Alemanha era a principal parceira diplomática da URSS. Sem falar que a Europa, incluindo a Alemanha, estava em processo de recuperação econômica, após o caos social provocado pela Primeira Guerra Mundial. 209 -  Posteriormente, durante o Terror, o perigo do nazismo era real, porém, se olharmos para as pessoas que foram perseguidas, é fácil perceber que esse não foi o principal motivo. Se Stalin queria se preparar para guerra, por qual motivo ele mandou prender ou executar 13 dos 15 generais de quatro estrelas do Exército Vermelho, incluindo figuras experientes, como o general Mikhail Tukhachevsky, herói da guerra civil? Fica claro qu...

Gustavo Machado - FASCISMO, de direita ou de esquerda I

Gustavo Machado - FASCISMO, de direita ou de esquerda : 36 - Uma das dificuldades do debate: Sobretudo no caso do fascismo que, como mostra Modris Eksteins, baseava seus discursos mais em motivos estéticos e subjetivos do que racionais e objetivos. Na expressão desse autor, tratava-se de “mentir com beleza”. “A política se tomaria ‘verdadeiro’ teatro, em oposição à pose solene da era democrática” (EKSTEINS, 1992, p.395) ou, na expressão de Walter Benjamin, o fascismo foi a “estetização da política” (BENJAMIN, 1985) . 37 - Hitler, Mussolini e Goebbels criticavam também o capitalismo em discursos. Louvavam o passado glorioso, mas também o futuro. De glórias e de um novo homem. Pierre Drieu La Rochelle, dizia em um dos seus ensaios (1934) que o verdadeiro socialismo é o fascismo. Entre suas influências, menciona Georges Sorel, Saint-Simon, Charles Fourier e Proudhon. Sorel, aliás, considerados por muitos um socialista romântico ou um marxista heterodoxo foi referência de grande parte d...

Site Voyager - Nazismo Não é de Esquerda

  Site Voyager - Nazismo Não é de Esquerda : 488 - Diz que vai abordar apenas pela ótica da filosofia. Se a interpretação pragmática da ‘XI tese’ [‘Os filósofos até hoje interpretaram o mundo; trata-se de transformá-lo’] fosse legítima, Marx seria o teórico do fascismo e não do comunismo. Para as concepções fascistas os problemas se põem na ação e se resolvem pela ação. Trata-se de um pressuposto irracionalista que está plenamente de acordo com as propostas políticas do fascismo, que se baseiam na manipulação das massas pelos ‘grandes chefes’”. - Adelmo Genro Filho, jornalista 489 - O fascismo não é algo fixo, com um esquema e modelo político-econômico-social. O programa fascista italiano, por exemplo, defendia propostas reformistas do capitalismo e o programa nacional-socialista chegou a propor “participação dos trabalhadores nos lucros das grandes empresas”. 490 - Anticapitalismo de direita: O nome “socialismo”, que nunca foi de pertencimento exclusivo do marxismo, entrou na m...

Econ - Site Voyager - Liberalismo e Nazifascismo

  Site Voyager - Liberalismo e Nazifascismo : 455 - Pareto era liberal inimigo mortal de socialismo e qualquer intervenção. É possível que sua convicção na superioridade de uma classe de elite tenha contribuído para a elevação do Fascismo na Itália. Para ele, democracia era uma ilusão e classe dominante sempre irá existir. Nos primeiros anos de seu governo, Mussolini literalmente executou a política prescrita por Pareto, destruindo a liberdade política. Mas, ao mesmo tempo, substituindo a gestão estatal pela gestão privada, diminuindo os impostos sobre a propriedade, favorecendo o desenvolvimento industrial e impondo uma educação religiosa nos dogmas. (BORKENAU, Franz. Pareto. Nova Iorque: John Wiley & Sons, 1936. p. 18.) 456 - Exagero aqui? Só pesquisando: É verdade que Pareto considerou o triunfo de Mussolini como uma confirmação de algumas das suas ideias, especialmente pelo fato do líder da Itália Fascista demonstrar a importância da força e compartilhar seu desprezo por ...

Site Voyager - Capitalismo Não Deu Certo

  Site Voyager - Capitalismo Não Deu Certo : 329 - A primeira utopia foi pensada em 1516 por Thomas More, sem propriedade privada e com liberdade de crença e igualdade. Virou santo para a Igreja após ser decapitado por perseguição religiosa.  330 - A palavra socialismo aparece apenas em 1820. 331 - Revolução Industrial:  O Estado pouco intervia, e quando o fazia era em favor dos empresários. Um exemplo é a Lei dos Pobres que entregava às fábricas os filhos dos indigentes que passavam a trabalhar por contrato, muitas vezes sem nenhuma remuneração. O livro Oliver Twist, de Charles Dickens, retrata esse drama de forma magistral. 332 -  Em 1791, a Lei Chapelier, escrita ainda no início da Revolução Francesa, proibia as associações operárias. Argumentava-se que os sindicatos prejudicavam a livre concorrência e o funcionamento natural da economia. Sem amparo legal, as manifestações contra a precarização da vida urbana logo tomariam a forma de motins e rebeliões. (...) Na F...

Econ - Hjalmar Schacht e a Economia Alemã (1920-1950) - Discussão Monetária IV

 (continuação...) 612 - A mágica da recuperação keynesiana foi criar uma sociedade anônima baseada no prestígio de quatro grandes empresas alemãs (Siemens, Krupp) para captar empréstimos externos (governo bagunçado estava sem moral) e usar em obras públicas para eliminar o desemprego (e depois em armamento).  Essa empresa privada emitiria títulos (Saques Mefo), garantidos pelo governo, e que poderiam ser descontados na rede bancária alemã, depois de determinado prazo. Os bancos, por sua vez, poderiam trocar os Saques Mefo por marcos diretamente no caixa do Reichsbank, respeitando também certos prazos. Os títulos pagariam juros de 4% ao ano. O governo alemão, de posse desses títulos, passou a pagar suas despesas com as empresas fornecedoras por meio dos Saques Mefo, sem emitir papel-moeda. As empresas, entretanto, preferiram não descontar os títulos, pois rendiam juros anuais significativos para uma economia estabilizada. (...) Como os saques davam 4% de juros e podiam ser troc...

Econ - Hjalmar Schacht e a Economia Alemã (1920-1950) - Discussão Monetária III

 (continuação...) 602 - Sinuca de bico: Entendia também que os empréstimos externos estavam servindo para a compra de bens industriais no exterior, o que prejudicava a criação interna de empregos: “Moeda estrangeira só pode ser gasta no exterior. Provoca o aumento das importações, especialmente produtos manufaturados. A manufatura alemã seria penalizada, o que geraria desemprego” (Ibid., p. 274). O desemprego permaneceu elevado na segunda metade dos anos 1920 (acima de 1 milhão de desempregados), mesmo com a economia alemã crescendo consideravelmente. Segundo Fano (1981), o aumento da produtividade na indústria alemã era o principal responsável pelo desemprego elevado naquela época.  603 - Trata em detalhes do processo de negociação de Schacht para continuar enrolando o pagamento das indenizações. Ademais, pedia os territórios de volta, para escândalo geral. Porém, continuavam com a faca no pescoço apesar das conquistas e folgas: ... o grande fator negativo era o valor estipul...

Econ - Hjalmar Schacht e a Economia Alemã (1920-1950) - Discussão Monetária II

 (continuação...) 593 - No sul, Hitler fazia agitações. O governo comunista/social-democrata de Zeigner, na Saxônia, deu rédea solta ao terror vermelho. Em Hamburgo aconteceram lutas furiosas nas ruas durante dias, tendo sido mortos quinze policiais e 65 civis. ‘O país arrebentava em todas as suas fendas’, escreveu um observador. A inflação levava todos ao desespero. O perigo de uma revolução comunista era ameaçador. 594 - É aí que Schacht assume, com medo do comunismo. Chegou-se à conclusão de que o plano teria a introdução de uma nova moeda chamada de rentenmark, idéia formulada originalmente pelo professor e deputado Karl Helfferich (com o nome de roggenmark, ou seja, marco-centeio). 595 - A impressão das notas de rentenmark levou cerca de um mês para ficar pronta. Assim, no início, o rentenmark funcionou apenas como um indexador. Para Schacht, a aceitação da nova moeda pelo povo foi extraordinária. A demanda foi muito alta, sendo que filas se formavam para a aquisição do renten...

Maurício Tragtenberg - Textos Diversos VI - 'Identidade e Alteridade' e 'Menachem Begin Visto por Einstein, Arendt e Goldman'

  Maurício Tragtenberg - Identidade e Alteridade : 373 - Mais um registro biográfico, agora por Antonio Ozaí da Silva. 374 - Estigmatização: O termo estigma indica um atributo depreciativo, que pode ser visível ou imputado ao outro pelos que se consideram ‘normais’. Em casos como raça, religião, postura política-ideológica, classe social etc, o estigma expressa uma postura não apenas de animosidade, mas também percepção ideológica valorativa de quem se considera superior ou normal. O outro é categorizado como não natural, fora do comum. 375 - CHIAVENATO (1985: p. 230), analisa como os judeus, cristãos-novos e judaizantes, por seu fazer e o saber, conseguem ter uma certa proeminência no Brasil colônia: “Os cristãos, herdeiros da tradição medieval, consideravam indigno o trabalho manual. Por isso, no Brasil-Colônia, os judeus tiveram grande importância: eram os carpinteiros, alfaiates, mecânicos, etc. Além de ser a minoria que sabia ler e escrever foram médicos, escrivães, financi...

PP - Textos Diversos XXXIII

  PP (Portugal) - André Barata, O Que Falta Ainda Responder : 1045 - Estamos de acordo com André Barata quando escreve que a «primeira evidência da plasticidade do Estado é a sua história», mas foi precisamente por isso que no nosso artigo anterior colocámos questões acerca do Estado Social. (...) convém lembrar que toda a república de Weimar assentou numa aliança entre a social-democracia e o estado-maior do exército. Ano após ano, à medida que se iam edificando as peças do Estado Social, a social-democracia ia prescindindo de liberdades políticas com a justificativa de que era preferível perder alguma coisa para salvar o resto. E foi assim que no penúltimo dia de Janeiro de 1933, depois de se ter perdido tudo perdeu-se o resto também. 1046 - O texto coloca que o Estado Social não é um obstáculo à lógica mercantil. A depender do que se entende por “obstáculo”, discordo. (...) é um dos factores de pressão para o desenvolvimento capitalista. Em vez de entrar em contradição com o...