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Livro: Fabio Giambiagi... - Economia Brasileira Contemporânea (1945-2010) - Capítulo 2

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                                                                                                        Livro: Fabio Giambiagi... - Economia Brasileira Contemporânea (1945-2010) Pgs. 43-66 " CAPÍTULO 2 : "Dos “Anos Dourados” de JK à Crise Não Resolvida (1956-1963) " 37 - Parte escrita por André Villela. Essas frases de início de capítulo são legais. 38 - Era dourada/JK: A referida efervescência nos campos cultural, artístico e esportivo deveu muito à brilhante fase que a economia brasileira atravessou entre 1956-62. De fato, ainda que tenha havido um arrefecimento da trajetória de expansão econômica em 1962 (e estagnação em 1963), a taxa média de crescimento do PIB nesses seis anos foi de respeitáveis 7,9% a.a . 39 - O crescim...

Livro: Fabio Giambiagi e Ana Cláudia Além - Finanças Públicas - Capítulos 10 e 11

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                                                                                                     Livro: Fabio Giambiagi e Ana Cláudia Além - Finanças Públicas (2011) Pgs. 275-310 Parte III - Tópicos Especiais sobre Finanças Públicas " CAPÍTULO 10 : "O Sistema Tributário Brasileiro " 195 - A reforma tributária envolve a difícil conciliação de cinco aspectos.   a) funcional: quanto da renda do setor privado assumirá a forma de lucros e quanto de salários; b) pessoal: que percentual da renda ficará com cada percentil da população; c) regional: como se distribuem os recursos entre as diversas unidades do país; d) o corte governo versus setor privado: que define a parcela da renda apropriada pelo governo e e) o corte federativo: a...

Rodrigo Zeidan - O mito dos gestores militares

  Rodrigo Zeidan - O mito dos gestores militares https://outline.com/KMrSnK 1 -  Em 2018, o orçamento para a Defesa totalizou R$ 77 bilhões, dos quais R$ 67 bilhões foram executados. O governo de extrema direita não se fez de rogado, e, em 2019, com a economia crescendo 1% e a inflação baixíssima, o orçamento saltou para R$ 85 bilhões, dos quais R$ 75 bilhões foram executados, aumento de mais de 10%. (...)  Pior: gastamos em tecnologia, manutenção e pesquisa? Não, 92% dos gastos são com pessoal da ativa e da reserva. 2 - Creio que está falando do gasto com pessoal, não sei:  Em 1963, sem inimigos externos (a não ser imaginários), gastávamos 16% do orçamento dos ministérios com defesa nacional. Mas a ditadura avançou sobre os cofres públicos. Em 1965, os gastos com as Forças Armadas já tinham saltado para 22% do Orçamento total. Oito anos depois, no auge da megalonamia do “milagre econômico”, as Forças Armadas recebiam 44% do total despendido pelo governo federal...

YT - Fascismo Explicado (por quem entende) (Atila Iamarino)

  Fascismo Explicado (por quem entende) [LEGENDADO] 1 - Entrevista com Jason Stanley, que estudou o fenômeno. Professor de filosofia em Yale. 2 - Começa citando o poema de Martin Niemöller. Alerta para como o discurso fascista começa. "Eles, as minorias e comunistas, querem nos destruir e estão vindo". "Unidos somos mais fortes. Contra eles". Precisamos apoiar um homem forte que vai acabar com essa ameaça. Cita um discurso de Goebbels em 1935 exatamente assim, sobre a ameaça comunista.  3 - O líder quer dividir a população para chegar ao poder. Os movimentos fascistas se apropriam dos símbolos nacionais para uma suposta defesa do interesse geral. Ele diz que ele é a nação.  4 - Coloca o comunismo como internacionalista e o nazismo como nacionalista.  5 - Fascismo promete acabar com bagunça sindical e criar ambiente propício para a nação "fazer dinheiro". Logo, pedem apoio aos capitalistas. Não há, na real, combate. 6 - Só vê ligação com a versão autoritári...

Luis Felipe Miguel - Elementos Para Uma Teoria Ampliada da Representação Política I

  Luis Felipe Miguel - Elementos Para Uma Teoria Ampliada da Representação Política : 237 - Cada vez menos pessoas votam a cada década. 238 - As confianças nas instituições democráticas também são baixíssimas nos EUA e aqui e baixas na Europa em geral. O texto é de 2003, mas usa dados da década de 90. O paradoxo é que o apoio ao autoritarismo não cresce. A adesão à democracia é firme. 239 - Em 1956, o sociólogo C. Wright Mills publicou aquele que seria seu livro mais influente, A elite do poder (Mills, 1981 [1956]). Analisando a história política dos Estados Unidos, ele chegou à conclusão de que, por trás da fachada democrática e dos reclamos rituais de obediência à vontade popular, cristalizara-se o domínio de uma minoria, que monopolizava todas as decisões- chave. Os três pilares da “elite do poder” eram os grandes capitalistas, os principais líderes políticos e os chefes militares. 240 - Seus membros circulavam por esses três grupos muitas vezes. Ademais, os integrantes da ...

Marxistas - Textos Diversos XXXI - As Desventuras da Dialética da Dependência (FHC e Serra)

  FHC e Serra - As Desventuras da Dialética da Dependência (Crítica a Marini) : 472 - Janeiro de 78. Estavam no CEBRAP. Ainda eram “socialistas”. 473 - Coloca que inicialmente boa parte da esquerda esperou a etapa “burguesa” da revolução brasileira. Quando viu que a burguesia nacional optou pela ordem a arriscar governar com as massas, a esquerda - ou boa parte - colocou que agora era socialismo ou estagnação das forças produtivas. (E, pra falar a verdade, nem eu, nem Serra, nem FHC, sabemos porque falavam em “estagnação”, já que o PIB continuava a crescer). 474 - A CEPAL (Prebisch e Singer) considerava que a troca desigual entre os países centrais e periféricos só tinha a piorar, afinal, é mais fácil ter ganho de produtividade na produção secundária do que na primária (agricultura), que evolui de forma mais lenta (ou pelo menos evoluia, naquela época). 475 - … Isso se dava (não entendi se “também” ou “exclusivamente”), segundo Prebisch, porque a indústria dos países centrais ...

Fatos e Dados Brasil - Textos de Manolo

Manifesto Internacional Situacionista : 702 - Texto de 1960. Espero a tradução pro português…   Manolo - A 'Geração Seattle' e a 'Geração de Acampantes' - Atalho : 703 - Já li e fichei em “dados…”   Manolo - Da Repressão às Favelas ao Conselho de Segurança da ONU - Atalho : 704 - Especulava a possibilidade de o Brasil negociar uma vaga no Conselho de Segurança da ONU oferecendo a experiência no combate policial/militar em favelas. São (os BOPE da vida…) tipo os paraquedistas franceses da Guerra da Argélia, argumenta. 706 - Segundo um amigo de Manolo, membros do FBI e da Mossad já “estagiaram” no BOPE. 707 - A ONU encontrou em 2000 um número de 2,9 bilhões de habitantes nas cidades (47% da população mundial total), e projeta que este número crescerá para 5 bilhões em 2030 (60% da população mundial total projetada) . 708 - Coloca que a urbanização tem sido observada em diversos países e cresce consideravelmente mesmo em quadro de estagnação ou retração industr...

Dados e Fatos (Mundo) - PP - "Que Fazer das Fronteiras" e "Sinal Vermelho ou Farol (Portugal e Capitalismo de Estado)"

  PP - Que Fazer das Fronteiras : 616 - Dezembro de 2012. Defende que a saída do euro não ajudaria Portugal em nada. Seria, inclusive, piorar as condições da classe trabalhadora. 617 - Sem crédito externo e sem investimento estrangeiro não teria como Portugal resolver seu tradicional problema de baixa produtividade. Isolado e estagnado, tenderia a virar um capitalismo de Estado, com distribuição de gêneros e serviços para compensar a contenção salarial. 618 - Aqui o texto resume porque ser contra o abandono do Euro - interessante a preocupação defensiva que foge do “quanto pior, melhor”: “- em primeiro lugar, isso implicaria um rebaixamento das condições de vida dos trabalhadores muito mais grave do que o actual; - em segundo lugar, isso provocaria uma agudização dos confrontos entre classes numa correlação de forças muito mais favorável aos capitalistas de Estado do que aos trabalhadores. 619 - Acho que já citei, mas vale sempre trazer de volta a célebre frase de Mário Pedrosa...

Dados e Fatos (Mundo) - PP - O Embrião de Um Exército Anarquista (Parte II)

  573 - Os comitês superiores da FAI-CNT não estavam muito satisfeitas com essa pulverização. Por isso mesmo, julho teve outros eventos: “ A Plenária do dia 26 confirmou, por unanimidade, que a CNT seguiria sustentando a mesma posição, aprovada em 21 de julho, de participar deste novo organismo de colaboração de classes denominado CCMA ”. 574 - Financiados da Generalidad: “ Em 11 de agosto de 1936 se formaram as patrulhas de controle, como polícia revolucionária dependente do Comitê Central de Milícias Antifascistas (CCMA). (...) Só aproximadamente a metade dos patrulheiros tinha a caderneta da CNT ou era da FAI; a outra metade estava filiada às demais organizações componentes do CCMA: POUM, Esquerda Republicana Catalã (ERC) e o PSUC, fundamentalmente. Só quatro delegados de seção, dentre os onze existentes, eram da CNT: os de Pueblo Nuevo, Sants, San Andrés (Armonía) e Clot; outros quatros eram da ERC, três do PSUC e nenhum do POUM .” PSUC era o stalinismo. 575 - Com o governo da ...

Dados e Fatos (Mundo) - Parte XXVI

  Raoul Victor - Acerca das Lutas na Tunísia e no Egipto (PP) : 492 - Na China proibiram pesquisas com a palavra “Egito”. 493 - Egito: proletários, desempregados, jovens das camadas médias... “ e mesmo fracções da classe dominante, inclusive nas forças armadas ”. Revolta contra o governo e uma polícia que extorquia a população há anos. 494 - Foram muitos comitês de bairro, mas se limitaram principalmente — se bem que não exclusivamente — a tarefas de autodefesa contra as exacções das «milícias» de Ben-Ali ou de Mubarak e contra as suas polícias . 495 - Os soldados se aliaram, mas não se rebelaram contra a hierarquia, como em 1905 ou 1917. 496 - Formalmente, os regimes na Tunísia e no Egipto são democráticos, com constituição, partidos, parlamento, eleições de sufrágio universal, etc . 497 - A classe dominante lá seria muito egoísta. Isso porque não admite alternância. “ A democratização da vida política nesses países será difícil e com frequência caótica até que os novos pre...