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Livro: João Bernardo - Economia dos Conflitos Sociais - Capítulo 7 (PARTE "B")

                                                                                  Livro: João Bernardo - Economia dos Conflitos Sociais (...)  Pgs. 371-399 " CAPÍTULO 7 : "Economia dos processos revolucionários " 284 - Mais um exagero? Vamos ver o desenvolvimento da tese. Coloca que são tipo os ciclos de Kondratiev.  Considero que a assimilação das instituições degeneradas, surgidas nas formas autônomas de luta, ritma o que denomino ciclos longos da mais-valia relativa . 285 - ... A fase de ascensão de formas autônomas de luta marca o início de um ciclo longo de mais-valia relativa . (...)  Quanto mais solidamente a fase de assimilação parece estar implantada, mais começam, porém, a difundir-se novos tipos de luta autônoma, cuja recuperação é inviável no in...

Livro: João Bernardo - Economia dos Conflitos Sociais - Capítulo 7 (PARTE "A")

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                                                                                 Livro: João Bernardo - Economia dos Conflitos Sociais Pgs. 327-370 " CAPÍTULO 7 : "Economia dos processos revolucionários " 242 - Maquinaria, tecnologia em geral e disciplina de trabalho não são neutras.  Os sistemas econômicos que tiveram por base grandes concentrações de escravos desenvolveram tecnologias, tipos de organização de trabalho, tipos de instrumentos e utensílios, que ficaram sem efeito quando vastas lutas sociais acarretaram o fim de grandes impérios despóticos e implantaram regimes baseados em formas de trabalho de âmbito e estrutura familiares. 243 - ... cada técnica não é uma forma estagnada e definitivamente fixada, mas caracteriza-se precisamente pela evolução e pelas mud...

Livro: IPEA - Desafios da Nação (2018) - Capítulos 7 a 11

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                                                                   Livro: IPEA - Desafios da Nação (2018) Pgs. 77-86 " CAPÍTULO 7 : "Educação  Básica -  A Obrigação da Reforma Ampla " 53 -  Só na década de 1940 criou-se uma rede pública mínima, que se manteve insuficiente para atender a demanda até recentemente: o problema foi superado no final do século passado, ou seja, há apenas 20 anos . 54 - Temo um atraso histórico. ... Na conclusão do ensino médio, a situação piora: No Brasil, 45% dos estudantes têm pelo menos um ano de atraso. No Chile são 13% .  55 - Dados sobre escolaridade (mães e filhos): 56 - Renda e grau de escolaridade: 57 -  Em pouco mais de uma década, a escolaridade média brasileira passou de 6,2 para 8,7 anos. Praticamente todas as crianças de 7 a 14 anos têm acesso à...

Econ - Koshiba sobre Alec Nove - Mercado reinventado - O socialismo (é) possível (1990)

Koshiba sobre Alec Nove - Mercado reinventado - O socialismo (é) possível (1990) : 341 - Os livros de “Nove” sobre “o socialismo possível” são anteriores a perestroika parece. Traz a seguinte crítica à esquerda: O stalinismo e regimes equivalentes continuam sendo considerados "degenerações" burocráticas do socialismo e não uma das possibilidades inerentes ao modelo idealizado pelo próprio Marx. Porém é cada vez mais visível que o conceito de socialismo não é unívoco. 342 - Afirma que Nove, em seu livro, crê que a planificação central é a base da ditadura. O despotismo econômico gera o stalinista. Daí que critique que a mera equação “ abolição da propriedade privada dos meios de produção e a substituição do mercado pela planificação integral e centralizada da economia + democracia política = socialismo democrático ”. 343 - Uma sociedade com seus "planificadores proletários", acertando "tudo numa discussão amigavelmente democrática", é puro devaneio. Par...

Econ - Fordismo, Toyotismo e Volvismo

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  Fordismo, Toyotismo e Volvismo : 345 - Texto meio antigo. 1992. Saiu numa revista de administração de empresas. Começa citando A nous la liberté. Filme de 1931 de René Clair. Parece bom. Embora o cara tenha spoilado. 346 - Metas. Organização e instruções claras e eficientes. Controlar e detalhar. Taylor. 347 - O problema é que isso gera um baixo grau de envolvimento e capacidade crítica. 348 - Coloca que Ford, mais do que a linha contínua de montagem, inovou com a simplicidade de montagem e intercambialidade das partes. Serve até para as máquinas, que passaram a estar em sequência lógica e fazer uma tarefa por vez. O trabalhador mal sabia que tarefa era a que o vizinho do lado executava. O operário nem tinha como ter perspectiva de carreira. 349 - Afirma que a falha de Ford - a centralização de todas as decisões -, nos anos 30, foi corrigida pela GM, que criou uma forma melhor de controlar companhias gigantescas, criando departamentos - marketing, finanças - e variedade de p...

Econ - Textos Variados L

Enéas Arrais Neto - Desqualificação Global do Trabalho : 283 - Meio “blablablá”. Há uma nota de Marx à terceira edição inglesa do Capital muito interessante. Achei na página 223 da versão da Abril Cultural. Eneás cita no texto. Prevendo que se a China se industrializasse haveria dificuldade para os europeus lutarem para manter os salários. 284 - Marx explicando a lógica do desemprego estrutural (o qual me parece expulsar pessoas para empregos no setor improdutivo - serviços de todo o tipo para a elite e etc.): Com o crescimento do capital global na verdade também cresce seu componente variável, ou a força de trabalho nele incorporada, mas em proporção continuamente decrescente. Acho também que esse caso tem mais a ver com os ganhos de produtividade advindos de revoluções tecnológicas e especialmente na maquinaria. A mera melhor organização do trabalho - ao estilo taylorismo - mexe bem menos com a composição orgânica e, talvez (me parece), com o desemprego estrutural. Tudo bem que se...

Econ - Debate de Economistas Brasileiros Sobre Fim do Socialismo (1990) II

 (continuação...) 131 - Coloca que a análise não deve almejar a autonomia do indivíduo no processo de trabalho e enfatiza a cooperação social e subordinação dela decorrente segundo ela:  A subordinação técnica e hierárquica continua. Aqui como em qualquer sociedade complexa imaginável. A idéia de quem quiser caçar caça é um completo absurdo. Isso de dizer que não vamos abrir mão da autonomia dos indivíduos não leva a nada. (...) vocês não vão imaginar que a gente vá regressar a uma sociedade primitiva em que quem quiser caçar caça, quem quiser pescar pesca. A complexidade da divisão social do trabalho é crescente e será crescente.  Daí vai defender inclusive um “mínimo de hierarquia”. Mais à frente: “ Eu considero que não há nenhuma sociedade, a partir do desenvolvimento tecnológico, em que a autonomia no processo de trabalho seja viável. Vou dar um exemplo. No Japão, as multinacionais e as grandes corporações organizam o processo de trabalho justamente sem autoritarismo ...

Maurício Tragtenberg - Textos Diversos III

  Anotações Para Um Socialismo Libertário : 334 - Texto de um tal Pedro Ferreira. Apresenta a associação dos trabalhadores como o início de qualquer ruptura. Não um ponto político distante no tempo. Revolução política e ação direta se confundem no pensamento de MT. O texto dá uma panorâmica nas ideias de Tragtenberg. 335 - Embora a reivindicação de aumentos salariais seja considerada inerente à classe operária em sua totalidade, ela não elimina a hierarquização dos salários, dividindo os trabalhadores. A abolição do sistema de opressão e de exploração do salariato pressupõe a unificação dos operários, a qual elimina a concorrência mantida entre eles. Para Marx, isso se daria por meio da criação de um fundo comum de subsistência pela recomposição coletiva da vida, compartilhando-se a alegria inerente à luta associada dos trabalhadores. 336 - Leninismo: O trabalhador é deseducado pelo oportunismo do partido, pelo seu desprezo às idéias, e submetido a um processo que o torna incap...