Postagens

Mostrando postagens com o rótulo Ótimo de Pareto

Livro: Ha-Joon Chang - Economia: Modo de Usar - Capítulo 4 (PARTE "A")

                                                    Livro: Ha-Joon Chang - Economia: Modo de Usar Pgs. 85-107 " CAPÍTULO 4 : "Que desabrochem cem flores - COMO “FAZER” ECONOMIA " 67 - Um capítulo de História das Ideias em Economia, digamos assim. Autores de escola X ou Y não necessariamente "fecham com elas" em tudo.  Um exemplo ainda mais complicado é Frank Knight, um economista do início do século XX, que lecionou na Universidade de Chicago. Ele é em geral visto como um economista austríaco (não, não por causa de sua nacionalidade — ele era norte-americano), mas tinha muita influência dos institucionalistas, e algumas de suas ideias têm contato com as teses dos keynesianos e dos behavioristas. 68 - Gostei da ideia de botar uma frase-resumo pra cada escola:  A escola clássica: Resumo: O mercado mantém todos os produtores em alerta por mei...

Livro: Fabio Giambiagi e Ana Cláudia Além - Finanças Públicas - Apresentação e Capítulo 1

Imagem
                                                                                                 Livro:  Fabio Giambiagi e Ana Cláudia Além - Finanças Públicas - Teoria e Prática no Brasil (2011) Pgs. 9-34 " Apresentações às edições, prefácios... " 1 - Traz algumas questões sobre atualizações de dados. Transparece grande cuidado metodológico com os mesmos. A apresentação à quarta edição é de novembro de 2010. Sem muito a anotar quanto às demais apresentações e aos elogiosos prefácios. Por fim, há ainda sumário e lista de tabelas. PARTE I - Conceitos Básicos Pgs. 35-74 " CAPÍTULO 1 : "Teoria das Finanças Públicas " 2 - Citam obstáculos ao livre-mercado gerando "ótimo de Pareto", o qual exige informação perfeita e concorrência perfeita e não t...

Livro: Hunt, E. K. - História do Pensamento Econômico - Capítulo 14

Imagem
                      Livro: Hunt, E. K. - História do Pensamento Econômico Pgs. 519-554 " CAPÍTULO 14 : "Consumação, Consagração e Destruição da “Mão Invisível "   408 - Coloca o subtítulo "a Economia Neoclássica do Bem-estar".   409 - Economia política é troca!  Cada vez mais, a teoria neoclássica lembrava o escolasticismo medieval, com muitos estudiosos trabalhando incessantemente para aperfeiçoar, desenvolver, elaborar e embelezar a interpretação utilitarista de uma sociedade formada por maximizadores da utilidade numerosos, pequenos, relativamente fracos e racionais, que repetiam, incessantemente, o mesmo processo social harmonioso. 410 -  A principal realização de Pareto foi reformular as ideias de Walras em termos das “curvas de indiferença”, que tinham sido formuladas pela primeira vez pelo inglês Francis Y. Edgeworth (1845-1926) . Maximização da Utilidade e Maximização do Lucro   411 - Vantagem...

Livro: Fábio Barbieri - História do Debate do Cálculo Econômico Socialista - Capítulo 7 ("PARTE A")

      Livro: Fábio Barbieri - História do Debate do Cálculo Econômico Socialista  Pgs. 221-236: " CAPÍTULO 7 : "Socialismo de Mercado Moderno:  Informação e Incentivos " 193 -  Numa leitura popperiana (ou evolucionária) do problema de  Hayek, para que haja adaptação das ações aos fins dos agentes, são necessárias tanto a diversidade de planos (variação) quanto um mecanismo de correção de hipóteses refutadas (seleção). 194 - O socialismo de Hurwicz parte do modelo de conhecimento limitado, digamos assim: O problema seria então encontrar mecanismos de alocação ótima que apresentem ‘descentralização informacional’ da mesma maneira que o modelo competitivo; ou seja, que minimizem a necessidade de transmissão de informações (Hurwicz, 1973:5). (...)  Hurwicz analisa então mecanismos diferentes  nos quais o ‘diálogo’ informacional entre centro e periferia seja administrável:  poderíamos, por exemplo, imaginar a transmissão pelo...

Livro: Fábio Barbieri - História do Debate do Cálculo Econômico Socialista - Capítulo 5

    Livro: Fábio Barbieri - História do Debate do Cálculo Econômico Socialista  Pgs. 137-180: " CAPÍTULO 5 : "A Crítica Austríaca " 122 - O argumento da impossibilidade do cálculo, por sua vez, foi contestado através da sugestão de um sistema de preços artificial (Dickinson e Lange) ou mesmo real, fruto da competição entre monopólios estatais (Durbin). 123 - A crítica de Mises é praticamente contra todo tipo de neoclássico: ... Nas ciências humanas, por outro lado, não existiriam relações constantes entre variáveis. O uso da estatística seria relevante para a história econômica apenas. A substituição da ‘economia qualitativa’ pela ‘economia quantitativa’ teria gerado a ilusão de que se é capaz de, a partir de informações sobre o passado, gerar relações quantitativas válidas para o futuro que sirvam como guia para a ação. Não há como conhecer a demanda futura, por exemplo. Mal dá pra saber a curva de demanda presente. 124 - As formas assumidas...

Livro: Vilfredo Pareto - Manual de Economia Política - Apresentação e Capítulo 1

  Livro: Vilfredo Pareto - Manual de Economia Política  Pgs. 1-30: " Apresentação (e afins) " 1 - Tradução de João Guilherme Vargas Netto. Editora Abril. Edição de 1996. É da coleção "Os Economistas". Parece que o livro original é de 1906. 2 - Apresentação de Fernando Garcia da FEA/USP. Principais ideias e uma breve biografia e bibliografia. Pareto transitou também pela Sociologia e Matemática.  3 - Engenheiro civil e chegou a ser ativista político, ao que entendi. Descendente de uma família nobre italiana. Sua vida profissional foi entre 1870 e 1892. Foi diretor-geral de empresa até. Não obteve sucesso eleitoral em suas candidaturas a deputado. Era um liberal democrático, defensor do sufrágio universal, educação primária gratuita e liberdade de imprensa. Livre-cambista e contra o armamentismo. 4 - Apenas em 1893, aos 45 anos, assumiu a cadeira de Economia Política da Universidade de Lausanne, até então ocupada por León Walras. Ao final, seu interesse ia migrando da...

Livro: Varian, Hal - Microeconomia (2015) - Parte XXXI

Imagem
                                 Livro:  Varian, Hal - Microeconomia (2015) - Parte XXXI Pgs. 1034-1069: CAPÍTULO 37 : "Bens públicos" 894 - Fumaça no quarto:  A externalidade de fumaça com três pessoas é um exemplo de bem público – um bem que tem de ser fornecido na mesma quantidade para todos os consumidores envolvidos. Quanto é o mínimo tolerável? Quanto é o valor da compensação? Fulano mais sensível que ciclano á poluição... Etc.  Bens públicos são aqueles dos quais toda pessoa tem de “consumir” a mesma quantidade, como defesa nacional, a poluição de ar e assim por diante. 895 - Não entendi o porquê das duas páginas e álgebra e blablablá para chegar nessa obviedade no exemplo de dois colegas de quartos decidindo se irão ou não comprar uma TV (bem público deles, no caso):  Haverá uma melhoria de Pareto para prover a alocação (x1 , x2, 1) se ambas as pessoas estiverem melhor p...

Livro: Varian, Hal - Microeconomia (2015) - Parte XXIX

Imagem
                               Livro:  Varian, Hal - Microeconomia (2015) - Parte XXIX Pgs. 965-995: CAPÍTULO 35 : "Externalidades" 841 - Externalidades na produção:  Exemplo clássico é o de um pomar de maçãs localizado próximo a um apiário, onde há uma externalidade na produção positiva mútua – a produção de cada empresa afeta positivamente a possibilidade de produção da outra. 842 - Varian coloca que " é a falta desses mercados para externalidades que causa problemas ". Não há o mercado da música alta às 3h da manhã nem de vizinho que mantém bonito jardim de flores. 843 - Dá um exemplo meio mal explicado de um quarto com duas pessoas. Para uma, fumar/fumaça é um mal, já para "A" é um prazer. A primeira premissa analisada é o "direito ao ar puro". Então todo mundo começa com "0" no que diz respeito ao bem 2 (a fumaça não apararece nem como negativo, nem como positivo para o outro, simple...