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Mostrando postagens com o rótulo Estatais

Livro: R. P. Fernandes - Ortodoxos Vs Heterodoxos Sobre o Crescimento da China - PARTE "B"

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                                                                                             "Livro": Raphael Pinto Fernandes - Ortodoxos Vs Heterodoxos Sobre o Crescimento da China Pgs. 43-58 " CAPÍTULO 2 : "O CRESCIMENTO ECONÔMICO CHINÊS PELA ABORDAGEM ORTODOXA " 37 - Educação: ... o ensino primário e secundário seria mais propulsor do crescimento em países muito abaixo da fronteira tecnológica, pois este está relacionado com a habilidade de um país de implementar as tecnologias já existentes via a imitação. Por outro lado, investir no ensino superior impacta a capacidade de um país de inovar, tendo maiores efeitos então em economias mais próximas da fronteira tecnológica . 38 -   Quanto maiores as restrições de crédito, mais arriscado ser...

Livro: IPEA - Roberto Simonsen e Eugênio Gudin - Partes IV e V

                                                                         Livro:  IPEA - Roberto Simonsen e Eugênio Gudin - A Controvérsia do Planejamento na Economia Brasileira (2010) Pgs. 128-181 " Parte IV - O planejamento da economia brasileira (Roberto C. Simonsen) " 100 - Réplica ao sr. Eugênio Gudin, da Comissão de Planejamento Econômico, publicada em São Paulo, em junho de 1945.  101 - Simonsen:  Na Rússia desenvolveu-se, como em nenhuma outra região, a técnica do planejamento econômico, com caráter nacional. Foi a adoção anterior dessa técnica que facilitou a extraordinária resistência que a nação soviética pode oferecer às invasões de Hitler . (...)  A Rússia soviética fará, com maiores facilidades que outras nações, a transição da economia de guerra para a da paz, não ...

Livro: Ha-Joon Chang - Maus Samaritanos - Capítulo 5

                                                                Livro: Ha-Joon Chang - Maus Samaritanos, O Mito Do Livre-Comércio e a História Secreta do Capitalismo Pgs. 152-175 " CAPÍTULO 5 : "HOMENS EXPLORANDO HOMENS -  Negócios privados são bons, negócios públicos são ruins? " 78 - Chang se coloca contrariamente ao socialismo real aqui:  Os comunistas poderiam estar certos ao dizerem que a concorrência livre de restrições pode levar a perdas sociais, mas eliminar toda a concorrência por meio do planejamento central total e da propriedade universal do Estado resultou em custos enormes, por matar o dinamismo econômico. A falta de concorrência e a regulamentação no comunismo também desencadearam o conformismo, a burocracia e a corrupção . 79 - Afirma que nossa desconfiança em relação à propriedade pública vem...

Livro: Ha-Joon Chang - Economia: Modo de Usar - Capítulo 5

                                                       Livro: Ha-Joon Chang - Economia: Modo de Usar Pgs. 137-159 " CAPÍTULO 5 : " Os personagens do drama - QUEM SÃO OS ATORES ECONÔMICOS? " 118 - Na epígrafe, a frase de Thatcher sobre não existir "essa coisa de sociedade" e essa outra de Jim Hightower: " As empresas não precisam mais pressionar o governo. Elas são o governo. " 119 - Apresenta a fábula da liberdade individual como "a importante" (ou única...):  Não há nenhuma autoridade superior — seja rei, papa ou o ministro do Planejamento — que possa dizer o que as pessoas devem desejar e produzir. Nessa base, muitos economistas do livre mercado já argumentaram que existe um vínculo inseparável entre a liberdade de escolha do consumidor individual e sua liberdade política mais ampla. A crítica seminal de Friedrich von Hayek ao socialismo...

Livro: Ha-Joon Chang - Economia: Modo de Usar - Capítulo 3 (PARTE "B")

                                                  Livro: Ha-Joon Chang - Economia: Modo de Usar (...)  Pgs. 51-68 " CAPÍTULO 3 : "Como foi que chegamos aqui? -  UMA BREVE HISTÓRIA DO CAPITALISMO " 34 - EUA:  Relata-se que, ao ficar sabendo das primeiras tentativas dos colonos americanos de praticar a manufatura, o primeiro-ministro britânico William Pitt, o Velho (1766-8), disse que eles não deveriam “ter permissão para fabricar nem sequer um prego de ferradura” . 35 - ... Depois da Guerra Anglo-Americana (1812-6) — a primeira e, até agora, a única vez em que a parte continental dos Estados Unidos foi invadida —, muitos americanos passaram a adotar a visão de Hamilton, de que um país forte precisava de um setor industrial forte, o que não aconteceria sem as tarifas e outras intervenções do governo. A pena é que Hamilton não estava mais viv...

Livro: Wilson Cano - Introdução à Economia - Uma Abordagem Crítica - Capítulo 5

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                                                            Livro: Wilson Cano - Introdução à Economia - Uma Abordagem Crítica Pgs. 129-174 " CAPÍTULO 5 : "O SETOR PÚBLICO " 33 - Cita como grande motivo para formação dos Estados Nacionais no Século XV as rivalidades comerciais entre cidades de várias nações e represálias entre elas. Um ordem superior organizada na lei e força começava a se tornar mais necessária na defesa dos interesses nacionais. 34 - A despesa pública nunca mais foi a mesma depois da crise de 29 (vai crescendo o Welfare State): 35 - ...A receita teve que acompanhar... 36 - Fontes de renda estatal: 37 - ...Isso tudo aí sem contar emissão de papel-moeda pura e simples e empréstimos ou emissão de títulos de dívida. 38 - Tributação indireta é a que pode servir para proteger indústrias (tributando mais os importados) ou ...

Livro: Marcelo de Paiva Abreu - A Ordem do Progresso (2014) - Capítulo 11 - "PARTE B"

                             Livro: Marcelo de Paiva Abreu - A Ordem do Progresso (2014) (...) Pgs. 241-254 " CAPÍTULO 11 : "A RETOMADA DO CRESCIMENTO E AS DISTORÇÕES DO “MILAGRE”, 1967-1974 " 276 -  No Nordeste os incentivos fiscais contribuíram para um maior grau de industrialização no período, mas a criação de empregos não parece ter sido muito significativa, e não se elevou a participação da renda da região na renda total do país . 277 -  Em contraste com a supervisão exercida sobre estados e municípios, o governo central permitiu a proliferação de empresas estatais federais e estaduais no período 1967-1973. Na realidade, aquele período caracterizou-se como o de maior intensidade de criação de novas empresas públicas no Brasil. Examinando-se o conjunto de empresas federais e estaduais, constata-se que foram criadas, entre 1968 e 1974, 231 novas empresas públicas sendo 175 na área de serviços, 4...

Livro: Marcelo de Paiva Abreu - A Ordem do Progresso (2014) - Capítulo 11 - "PARTE A"

                            Livro: Marcelo de Paiva Abreu - A Ordem do Progresso (2014) Pgs. 228-240 " CAPÍTULO 11 : "A RETOMADA DO CRESCIMENTO E AS DISTORÇÕES DO “MILAGRE”, 1967-1974 " 260 - Texto de Luiz Aranha Correa do Lago.  De 15 de março de 1967 a 15 de março de 1974, Delfim Netto permaneceu à frente do Ministério da Fazenda, mantendo durante aqueles anos uma orientação para a condução da economia sem grandes alterações em suas linhas gerais. 261 - A existência de capacidade ociosa na indústria indicava que estímulos poderiam ter efeitos interessantes. Ademais, o custo do crédito era apontado como possível motivo de pressão inflacionária. Um maior estímulo à demanda foi dado, já a partir de 1967, através de políticas monetária, creditícia e fiscal mais “flexíveis”, que se tornariam nos anos seguintes gradualmente expansionistas. Foi particularmente notável a expansão do crédito, e especialm...