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Mostrando postagens com o rótulo Teoria do consumidor

Livro: Varian, Hal - Microeconomia (2015) - Parte XXV

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                           Livro:  Varian, Hal - Microeconomia (2015) - Parte XXV Pgs. 872-888: CAPÍTULO 32 : "Trocas" 768 - Introdução:  Quando discutimos as condições de equilíbrio num mercado particular, observamos apenas parte do problema: como a demanda e a oferta foram afetadas pelo preço de determinado bem que examinávamos. Isso é chamado análise de equilíbrio parcial . (...) Neste capítulo iniciaremos nosso estudo da análise de equilíbrio geral : como as condições de oferta e demanda interagem em vários mercados para determinar os preços de muitos bens. 769 - ... limitaremos nossa análise ao comportamento dos mercados competitivos, de modo que tanto consumidores como produtores considerarão os preços como dados e otimizarão com base nisso. O estudo do equilíbrio geral com competição imperfeita é muito interessante, mas difícil demais para examinarmos agora. 770 - Caixa de Edgeworth: Pessoas...

Livro: Varian, Hal - Microeconomia (2015) - Parte XII

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                   Livro:  Varian, Hal - Microeconomia (2015) - Parte XII Pgs. 415-442: CAPÍTULO 15 : "Demanda de mercado" 345 - Demanda agregada do bem 1:  será a soma das demandas individuais de todos os consumidores . 346 - Deixando a questão da distribuição de renda de lado... " Se adotarmos a hipótese do consumidor representativo, a função de demanda agregada terá a forma X1(p1 , p2 , M), em que M é a soma das rendas dos consumidores individuais ":  347 - Ele gosta da função de demanda inversa também (prefiro explicar assim, já que Varian tem essa preferência pela abstração como método explicativo. Aqui pelo menos é uma simples):  o preço como função da quantidade . Chama de  P(X) . Essa função indica qual deveria ser o preço de mercado do bem 1 para que se demandem X unidades dele . Enfim, eixos invertidos. 348 - Nas minhas palavras, como o que vale é o "valor objetivo"... " a função de demanda invers...

Livro: Varian, Hal - Microeconomia (2015) - Parte XI

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                    Livro:  Varian, Hal - Microeconomia (2015) - Parte XI Pgs. 387-412: CAPÍTULO 14 : "O excedente do consumidor" 321 - Torna a falar da demanda de um bem discreto. Nota-se a diferenciação entre excedente bruto e excedente líquido: 322 - Joga uma fórmula de "utilidade total" na compra desse bem discreto:  v(n) + m – pn . (...)  O termo v(n) – pn é chamado de excedente do consumidor ou excedente líquido do consumidor. Esse termo mede os benefícios de consumir n unidades do bem discreto: a utilidade v(n) menos a redução no gasto de consumo no outro bem . 323 - Outra forma de ver:  Como a soma dos preços de reserva nos dá precisamente a utilidade do consumo do bem 1, podemos também escrevê-la como EC = v(n) – pn . 324 - ... Ou: Quanto dinheiro seria necessário para induzi-lo a reduzir a zero seu consumo do bem? Seja R a quantidade de dinheiro requerida : R = v(n) – pn. 325 - A curva de dema...

Livro: Varian, Hal - Microeconomia (2015) - Parte VIII

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                 Livro:  Varian, Hal - Microeconomia (2015) - Parte VIII Pgs. 287-316: CAPÍTULO 10 : "Escolha intertemporal" 231 - Inicia imaginando uma economia em que não há empréstimo nem rendimento sobre o capital juntado. Outras premissas: Representaremos a quantidade de consumo em cada período por (c1 , c2 ) e suporemos que os preços de consumo em cada período permanecem constantes e iguais a 1 . O gráfico da restrição ficaria assim (m1 e m2 são o dinheiro da pessoa em cada período 1 e 2): 232 - ...Enfim, uma obviedade em linguagem pouco mais complicada. 233 - Entram os juros na história - incógnita "r" - para poder entrar alguma matemática: " Suponhamos primeiro que o consumidor decida ser poupador, de modo que seu consumo no primeiro período, c1 , seja menor do que sua renda nesse período, m1 . Nesse caso, ele receberá juros pela quantidade poupada, m1 – c1 , à taxa de juros r. A quantidade que ele pode consumir no período s...