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Livro: Dalto et al. - Teoria Monetária Moderna - MMT - Capítulo 6 (PARTE II)

                                                                                     Livro: Teoria Monetária Moderna – MMT: a chave para uma economia a serviço das pessoas (2020) Pgs. 165-182 " CAPÍTULO 6 : "(continuação...) " (...) 102 - Fornecem a seguinte explicação para a estagflação ocorrida durante os choques do petróleo:  Por se tratar de um período em que a classe trabalhadora tinha grande poder de barganha e havia aprendido, nas décadas anteriores, a sustentar o valor nominal de seus salários, a alta dos preços foi repassada aos salários, evitando a defasagem em relação aos demais preços. A estagflação é resultado tão somente de uma espiral de preços-salários combinada com políticas de contenção da demanda agregada pelo Estado. Quando o Governo americano percebe...

Livro: Dalto et al. - Teoria Monetária Moderna - MMT - Capítulo 6 (PARTE I)

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                                                                                    Livro: Teoria Monetária Moderna – MMT: a chave para uma economia a serviço das pessoas (2020) Pgs. 143-164 " CAPÍTULO 6 : "A INFLAÇÃO E OS ASPECTOS POLÍTICOS DO PLENO EMPREGO " 79 - Inflação e os choques de oferta: ... refere-se a todo e qualquer fator que gere choques nos preços que não estão relacionados ao poder de compra na economia. Tais fatores podem produzir choques em taxa de câmbio, meteorologia (efeitos sobre as safras agrícolas, por exemplo), modificações na estrutura concorrencial em diferentes mercados (alterações no mark-up das firmas) entre outros . 80 - Se a inflação é de demanda ou oferta: ... na prática, é difícil de separar as causas . 81 - Basicamente separam as teorias sob...

Livro: Kupfer e Hasenclever - Economia Industrial (2013) - Introdução e Capítulos 1 e 2

                                                       Livro: David Kupfer e   Lia Hasenclever  - Economia Industrial (2013) Economia industrial: fundamentos teóricos e práticas no Brasil / organizadores, David Kupfer e Lia Hasenclever. - 2.ed. - Rio de Janeiro: Elsevier, 2013 . - Há uma breve apresentação dos vários autores do livro. Gente de todo o país. David Kupfer é engenheiro químico formado pela EQ/UFRJ, com mestrado e doutorado em Economia pelo IE/UFRJ onde atua como professor de graduação e pós-graduação e pesquisador.  ... Lia Hasenclever é economista formada pela Faculdade de Economia e Administração, mestre em Economia Industrial pelo Instituto de Economia Industrial e doutora em Engenharia de Produção pela Coppe, todos da UFRJ. Desde 1978 é professora do Instituto de Economia (UFRJ) e, atualmente, é membro do grupo de ...

Livro: Varian, Hal - Microeconomia (2015) - Parte XX

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                       Livro:  Varian, Hal - Microeconomia (2015) - Parte XX Pgs. 707-740: CAPÍTULO 26 : "O comportamento monopolista" 609 - Nunca é 100% monopólio ou 100% concorrência pura.  Se alguma empresa detiver algum grau de poder de monopólio, disporá de maiores opções do que uma empresa que atue em uma indústria com concorrência perfeita. Ela pode, por exemplo, praticar estratégias de fixação de preços e de comercialização mais complicadas do que uma empresa que esteja em uma indústria competitiva. 610 - Há vários tipos de discriminação de preço. A individualizada é a "perfeita", sendo que não há geração de excedente do consumidor nesse mercado . O segundo tipo é o "desconto por quantidade", que vai pegando várias faixas de renda, já que, no fim das contas, há opções de preços diferentes. É uma "discriminação de preço de segundo grau". 611 - Na perfeita, passa a existir inclusive eficiência de Pareto....

Livro: Varian, Hal - Microeconomia (2015) - Parte XIX

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                       Livro:  Varian, Hal - Microeconomia (2015) - Parte XIX Pgs. 678-706: CAPÍTULO 25 : "Monopólio" 581 - Um monte de álgebra só para ilustrar que o monopolista opera sempre onde a elasticidade é maior que um. Do contrário, poderia maximizar os lucros simplesmente reduzindo a produção. Enfim, a monopolista toma o cuidado de não entupir o mercado com seu produto. Não vai com força total. Maximizar o lucro continua sendo a mesma coisa aqui: igualar receita marginal e custo marginal: 582 - ...Como ele bota o preço artificialmente "pra cima", por não estar em um mercado competitivo, fica uma boa "área de lucro". O acréscimo é o mark-up. 583 - ... O preço de mercado é um markup sobre o custo marginal, no qual a quantidade de markup depende da elasticidade da demanda. O markup é dado por 584 - Ninguém é besta:... Como o monopolista sempre opera onde a curva de demanda é elástica, temos a garantia de que |є...

Livro: Blanchard, Olivier - Macroeconomia (2011) - Parte V

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       Livro:  Blanchard, Olivier - Macroeconomia (2011) - Parte V Pgs. 99-120: 101 - A parte III é sobre médio Prazo. Modelo OA-DA, Curva de Phillips e afins. Capítulo 6 se chama Mercado de trabalho. 102 - A PIA dos EUA? 228 milhões em 2006. PEA?  A força de trabalho — a soma dos que estão ou trabalhando ou procurando trabalho —, também conhecida como população economicamente ativa, era de apenas 151,4 milhões . ...  A taxa de atividade, definida como a razão entre a população economicamente ativa e a população em idade ativa, era, portanto, igual a 151,4/228, ou 66% .  A taxa de atividade aumentou consistentemente ao longo do tempo, refletindo, em especial, o crescimento da taxa de atividade das mulheres. Em 1950, uma mulher em cada três participava da força de trabalho; o número agora está próximo de duas em cada três. Desemprego de 4,6%. Ou seja, sete milhões dos 151,4 milhões da PEA. ...  O trabalho doméstico, como cozinhar ou criar os f...