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Mostrando postagens com o rótulo Jevons

Livro: Ostroy - Perfect Competition and Creativity of the Market (PARTE "A")

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                                                                                                                                               Livro: Ostroy - Perfect Competition and Creativity of the Market Pgs. 1-4 " CAPÍTULO 1 : "Introdução " 1 - Ao que entendi, trata-se de um texto ou artigo no " Journal of Economic Literature - Vol. XXXIX (June 2001) pp. 479–535 ". Autores: Louis Makowski e Joseph M. Ostroy. 2 -  Retratar o indivíduo como um tomador de preços foi extremamente útil para exibir o novo princípio equi-marginal subjacente à escolha individual. Mas tinha a infeliz consequênci...

Livro: Alfred Marshall - Princípios de Economia Vol. II - Demais Apêndices

                                                      Livro:  Alfred Marshall - Princípios de Economia Vol. II (Os Economistas) (1890) Pgs. 340-365 " APÊNDICE B : " O Desenvolvimento da Ciência Econômica " " APÊNDICE C : " O Âmbito e o Método da Economia " " APÊNDICE D : " Usos do Raciocínio Abstrato em Economia " Pgs. 366-371 " APÊNDICE E : " Definições de Capital " 209 - Pulei as vinte e seis páginas anteriores porque nem tudo me interessa nesses apêndices. Respeitei todos os capítulos, mas aqui vou julgar que são menos importantes. Muitos parecem bem datados embora certamente se pudessem obter trechos úteis. Vou ler alguns que talvez me interessem. Mesmo eles são "tiro no escuro". 210 -  Aderimos à tradição usando a expressão "capital" quando consideramos a riqueza como um agente de produção. 211 - Fisiocratas: usaram o termo Capital m...

Livro: Hunt, E. K. - História do Pensamento Econômico - Capítulo 10

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                 Livro: Hunt, E. K. - História do Pensamento Econômico Pgs. 355-402 " CAPÍTULO 10 : "O Triunfo do Utilitarismo " A Economia de Jevons, Menger e Walras 283 - Período entre 1840 e 1870:  Desenvolveu-se, na Europa e na América do Norte, um mercado financeiro grande e bem-organizado, que conseguia canalizar muito bem os pequenos recursos de capital de milhares de indivíduos e de pequenas firmas para as mãos das grandes sociedades anônimas . 284 - Hunt diminui um pouco a "revolução marginalista": ... o grande significado das ideias de J evons, Menger e Walras estava em como eles mudaram a forma da economia utilitarista e não em qualquer grande mudança em seu conteúdo. O marginalismo permitiu que a visão utilitarista da natureza humana, que era considerada somente uma maximização racional e calculista da utilidade, fosse formulada em termos de cálculo diferencial . A Teoria da Utilidade Marginal e da Troca, de Jevons 285 -...

Econ - Ricardo Luis Chaves Feijó - Repensando a Revolução (Aspas) Marginalista III

 (continuação...) 150 -  Eles estavam inseridos em contextos culturais muito distintos, ligados a raízes filosóficas inteiramente díspares: o utilitarismo na Inglaterra, a filosofia aristotélica na Áustria e a filosofia cartesiana na Suíça.  O neokantismo não influenciou muito Menger, afirma. 151 -  Leon Walras seguiu o pai em sendo também um reformador social. Suas idéias sociais tinham afinidades com as de Mill, Henry George e os fabianos. Ele clamava pela nacionalização das terras - o Estado deveria comprá-las de seus proprietários . Queria que a renda da terra substituísse os impostos. (...)  Screpanti (1995, p.170) diz que Walras era a favor de um moderado reformismo socioeconómico, misturando liberalismo com intervenção do Estado. Ele considerou a si mesmo um "socialista científico". Entre as medidas intervencionistas que defendia consta também a nacionalização dos monopólios naturais, a intervenção das autoridades monetárias para estabilizar os preços e o...

Econ - Ricardo Luis Chaves Feijó - Repensando a Revolução (Aspas) Marginalista II

(continuação...) 142 -  O núcleo abstrato da teoria trata de um objeto tido como "natural" e regido por leis naturais. Jevons e Walras vêem essas leis como se elas tivessem um substrato psicológico, embora só Jevons tenha aplicado as idéias de Bentham na investigação dos elementos psicológicos, Walras mais os assume do que os investiga e Menger trata não da psicologia do consumidor, mas das relações naturais "exatas" que se estabelecem entre a estrutura das necessidades e os bens. 143 -  Levaria mais de uma década para receber uma acolhida maior por parte de importantes economistas.  (Ou seja, lá pelos anos 80 do Século XIX). (...)  Blaug (1972, p.274) narra-nos, citando Howey (1960, caps. 26 e 27), que a revolução marginalista permaneceu desconhecida a seus contemporâneos e que só na passagem do século o termo se tornou mais freqüente entre historiadores do pensamento econômico. Para Blaug (Idem, p. 277), não se trata de revolução mas de mudança gradual. Para Hutch...

Econ - Ricardo Luis Chaves Feijó - Repensando a Revolução (Aspas) Marginalista I

Ricardo Luis Chaves Feijó - Repensando a Revolução (Aspas) Marginalista : 131 - Revista de 1998 da UFRGS. Contesta que exista uma “revolução teórica”. O autor tem livros sobre temas diversos, inclusive HPE. Tem livro também sobre Escola Austríaca. 132 - Walras, Jevons e Menger: não há homogeneidade entre suas obras , o que têm em comum é repudiar a teoria clássica. Repúdio que já não era novo. 133 - A ideia de “revolução” marginalista surgiu em livro de 1911. Mais: Muito antes de Kuhn (Thomas), os historiadores do pensamento econômico utilizaram o conceito de revolução para descrever certos períodos na evolução das idéias econômicas . 134 - Ainda sobre o que há de comum: a) centro da atenção é a eficiência alocativa, mais que o crescimento econômico; b) A noção de utilidade passa a fazer parte ativa na teoria do valor ; c) somem classes e ficam apenas agentes individuais. 135 - Só Jevons tenta calcular prazer e dor. 136 - O uso da matemática na solução de problemas alocativos s...

Econ - Tiago e Niemeyer - Condições históricas do planejamento

  Tiago e Niemeyer - Condições históricas do planejamento : 576 - Analogamente, Carr (1947) afirma que tanto o Mundo Ocidental quanto a União Soviética chegaram ao conceito de planning como forma de condução da economia nacional na mesma época, embora por circunstâncias diferentes. 577 - Cada lado, porém, usou fontes diferentes para balizar seus tipo de planejamentos. 578 - Intervenção restringe-se à manipulação de variáveis macroeconômicas, com o objetivo de atingir estabilidade, ou seja, de reduzir a amplitude dos ciclos econômicos. A intervenção é, por isso, uma atividade estatal que não pretende subverter a lógica de alocação dos recursos pelo sistema de preços livres, mas visa apenas criar as condições para que esse mesmo sistema funcione dentro de condições predeterminadas. Por outro lado, essa ação deliberada sobre o mercado não corresponde ao modelo econômico liberal perfeito, com o que se pode argumentar que tanto a intervenção econômica, em sua forma de aparição espec...