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Mostrando postagens com o rótulo Previsões certeiras

Masser e De-Losso - Vieses comportamentais em projeções macroeconômicas

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       Masser e De-Losso - Vieses comportamentais em projeções macroeconômicas 1 -  Este trabalho documenta o otimismo na projeção de PIB e IPCA. (...)  Os resultados confirmam a existência de viés otimista na projeção de PIB e IPCA, e  esse viés permanece nas revisões subsequentes para PIB.  2 - Na Europa e Ásia também há esse erro, colocam.  Batchelor (2007) relata, por exemplo, um viés sistemático de otimismo nas projeções de crescimento de PIB e inflação dos profissionais de mercado, chamados de private forecasters, nas economias do G7 entre os anos de 1990-2005, especialmente para Japão, Itália, Alemanha e França. 3 - Uma hipótese: Em seguida, testam-se se os erros das projeções anuais de PIB e IPCA podem estar relacionados a incentivos desses profissionais de ganhar publicidade (a chamada publicity hypothesis) ao publicarem suas projeções de modo mais diferenciado e extremo ao consenso, ou seja, se existe algum viés antimanada (anti-h...

YT - Alexis de Tocqueville | Democracia, Ditadura da Maioria e Antigo Regime

  Alexis de Tocqueville | Democracia, Ditadura da Maioria e Antigo Regime 1 - Daniel afirma que Tocqueville influenciou Aron e José Guilherme Merquior, por exemplo. 2 - Foi (péssimo, diz Daniel) ministro de Napoleão III, o do bonapartismo.  3 - Tocqueville continua vendo a política no centro da História. As ações individuais são desvalorizadas em nome do determinismo e do fatalismo. Ele mesmo, segundo Daniel, diz que quer colocar as classes no centro, mas sem desvalorizar a ação dos indivíduos. Deixaria de haver liberdade para mudar as coisas no determinismo. Democracia seria o grande fato da época (meados do Século XIX), com virtudes e defeitos. Para ele, mais que um sistema de governo, é um tipo de sociedade.  4 - Na democracia, seria acreditar que todos são iguais. Não no sentido material, mas no sentido de que não há seres predestinados a mandar. Cada vez mais democracia seria cada vez mais igualdade. Cargos acessíveis a todos. É uma construção. Fora da sociedade demo...

Econ - Por que o comunismo caiu II (e outros)

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(continuação...) 211 - Termina com vários dados interessantes que salvei de um site em espanhol na época: 212 - Os gastos - em bilhões de dólares - de EUA e URSS com defesa foram os seguintes. (Como o PIB da URSS era cerca de quase quatro vezes menor, o esforço na corrida armamentista consumia uns 25% da economia e apenas uns 7% dos EUA): Propostas Para o Brasil : 213 - Texto meu aos dezesseis anos. Achei engraçado. Algumas coisas até hoje concordo. Já outras… Rs   PSOL - Gestão Capitalista Versus Gestão Socialista da Crise : 214 - Tudo muito abstrato, apesar de algumas convergências de análise.   PSTU - Crise Econômica, Já Chegamos ao Fundo : 215 - Texto de Alejandro Iturbe, da Liga Internacional dos Trabalhadores – Quarta Internacional. Pareceu apostar que a crise se desenrolaria de modo similar a 1929, com ziguezagues e falsas recuperações. (Acabou sendo bem diferente disso e talvez um pouco melhor). 216 -  Acredito que está profundamente errado o prognóstico do FMI e ...

Econ - Economia Superávit Primário I

Economia Superávit Primário 1 : 230 - Discussão de agosto de 2002 sobre superávit primário no Brasil. Textinho de Otaviano Canuto no jornal Estado de São Paulo. 231 - Acertou quase tudo: Na Nota Técnica de Goldfajn, um cenário básico é projetado com os seguintes parâmetros: no início, dívida pública líquida como 58,9% do PIB, em dezembro de 2002; nos anos seguintes, crescimento anual de 3,5% do PIB, taxa real de juros de 9% a.a. e um superávit primário de 3,75% do PIB. A taxa de câmbio, depois de desvalorizar-se nominalmente em 22,87% em 2002, manter-se-ia constante em termos reais. Além desses componentes, o cenário incorpora o reconhecimento de "esqueletos" até 2006 (0,65% do PIB em 2003 e 0,75% anuais em 2004-06), inclusive todas as contas de Fundo de Compensação de Variação Salarial. (...) Ao final de 2011, o percentual da dívida cairia até 48% do PIB, numa trajetória relativamente virtuosa, mesmo com a adoção do parâmetro conservador de 9% para a taxa real de juros. ...

Econ - Benedito Rodrigues de Moraes Neto - Século XX e a Teoria Marxista do Processo de Trabalho

  Benedito Rodrigues de Moraes Neto - Século XX e a Teoria Marxista do Processo de Trabalho : 411 - A humanidade e as primeiras manufaturas. O texto diferencia “skills” de “conhecimento”. Skills são adquiridos individualmente e envolvem a combinação de aprendizagem abstrata, aptidão e experiência. 412 - Maquinaria e seu processo de transformação do homem em apêndice da máquina é saudado por Ure na época de Marx: “Regozijo-me ao ver que a ciência promete agora resgatar este ramo da indústria (indústria da lã) dos caprichos do trabalho manual e colocá-lo, como aos demais, sob o domínio do mecanismo automático.” 413 - Trata-se de colocar o processo de trabalho sob o domínio do capital . 414 - “ Tudo o que Marx anuncia em relação às características especificamente capitalistas do processo de trabalho (parcelamento de tarefas, incorporação do saber técnico no maquinismo, caráter despótico da direção), o realiza Taylor, ou mais exatamente, lhe dá uma extensão que até então não havia...

Econ - Textos Variados XXXVI

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  Anotações Sobre “ Economia Pura ” (Antigos II).   Pura entre aspas .     Obs.: Estes textos da pasta NÃO estão organizados por ordem de data. Ordem alfabética.   A Crise do Mercado Imobiliário : 1 – A atual crise global, difundida a partir do mercado imobiliário americano, tem a sua origem mais remota localizada no início dos anos 2000, quando a queda da taxa de juros (que chegou a 1% ao ano para os títulos do governo americano) e o crescimento da economia americana estimularam a expansão do mercado imobiliário (construção e reformas de casas). 2 - O crescimento do consumo e da produção nos Estados Unidos rebateu sobre a dinâmica das economias do “resto do mundo”, através do crescimento vertiginoso das importações americanas de bens e serviços, que vêm implicando crescentes déficits em sua conta de transações correntes do balanço de pagamentos – financiados, sobretudo, pelos países com grandes superávits nas suas relações econômicas internacionais: C...

Econ - Ricardo - Curva de Phillips Aceleracionista, Conflito Distributivo e Inflação (CCE) II

 (continuação...) 210 - Difícil de entender sem ler sobre, mas dá pra ter uma ideia:  Nesse sentido, artigo de Barnes e Olivei (2004) vai além do artigo de Filardo (1998). Introduz, além da curva de Phillips horizontal, uma NAIRU variável, e obtém melhor relação entre demanda e aceleração inflacionária. Com TV-NAIRU, o intervalo horizontal da curva de Phillips varia entre -1,40 e 1,30 em relação a NAIRU variável, com o intervalo de confiança chegando a (-1,60 a 1,60). (...) Nesse último texto, os autores concluem que somando a lei de Okun (ciclo) com a lei de Verdoon (que diz que o crescimento da produtividade do trabalho segue o crescimento do produto como tendência) explicam 87% do crescimento da produtividade do trabalho. (...) Dessa forma, o aumento da demanda pode sim gerar inflação em um primeiro momento, mas a presença da histerese  (traduzindo: 1. INFORMÁTICA: retardo na resposta de uma unidade do sistema quando existe um acréscimo ou decréscimo no valor do sinal....

Econ - Textos Variados XXXV (CCE)

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Manifesto do Coletivo Economia Crítica : 181 - Critica inclusive Stigltz. Em linhas gerais, os novos-keynesianos defendem uma política econômica ativa num período de tempo denominado de curto prazo devido a uma incapacidade de ajustes dos preços. Ainda que o equilíbrio eficiente exista, dadas certas características institucionais da economia, é necessário que a política econômica “auxilie” o funcionamento do mercado, já que tais características impedem seu pleno funcionamento. 182 - Algumas discussões do manifesto eu ainda desconheço e não estão “traduzidas” nele para o público comum. 183 - O Chile, durante quase toda a década de 90, praticou uma política de metas cambiais e controle de capitais (através da necessidade de manter depósitos não remunerados por determinado prazo no país), o que está totalmente em desacordo com o receituário. 184 - Coloca que a queda nas taxas de juros é muito mais lenta do que deveria e se aproveita da queda mundial. Mesmo assim…   Nick Trebat ...

Anatoly Karlin - A educação como o elixir do crescimento I

  Anatoly Karlin - A educação como o elixir do crescimento - Partes I, II e III 256 - Quais são as razões por trás da riqueza e da pobreza das nações? Uma vez que esta pergunta tem exercitado as mentes de pensadores de Adam Smith a David Landes, Jared Diamond e Richard Lynn, decidi dar uma olhada nisso eu mesmo. 257 - Muitos estudos entre países encontraram correlações positivas e estatisticamente significativas entre escolaridade e taxas de crescimento do PIB per capita - na ordem de 0,3% de crescimento anual mais rápido em um período de 30 anos a partir de um ano adicional de escolaridade. 258 - O problema de usar anos de escolaridade como parâmetro é que em muitos países de renda média, como Argentina, Turquia ou Brasil, a quantidade de escolaridade está convergindo para a do mundo desenvolvido , mas a qualidade não. Isso é atestado por seu desempenho em avaliações de estudantes internacionais como o PISA. Por exemplo, na avaliação de ciências do PISA de 2006, apenas 15,2% do...

Econ - Textos Variados XI (Blog Conhecimento Econômico)

Blog Conhecimento Econômico - Para onde vai o dólar : 342 - Critica os bolsonaristas que supostamente entendem de política monetário dizendo que o dólar ia a 3 reais. Disse no mesmo texto que R$ 4,40 (cotação nominal recorde e atual na época) estava era barato. Acertou de novo. Hoje em agosto de 2020 está em R$ 5,40. O mesmo Bredda esses dias agora no twitter mostrou enorme desconhecimento e ignorância em relação à economia monetária e contabilidade e balanços dos bancos centrais. Levou aula até de Fernando Ulrich 343 - Lembra que Guedes fez fortuna com especulação cambial na época do Real. 344 - Afirma que o medo de que o dólar suba mais faz com que ele… suba: Empresas correndo para desdolarizar suas dívidas ou hedgear seus caixas… isso traz aumento de fluxo no interbancário e pressiona o BC por mais e mais venda de reservas em leilão. (...) Alguns podem falar dos derivativos de proteção (swap, mercado futuro e mercado a termo). Mas os derivativos são caros em diversas ocasiões e ...

Econ - Estagnacao Longa da Produtividade na America Latina (José Gabriel Palma) I

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  Artigo em Ingles Sobre a Estagnacao Longa da Produtividade na America Latina Mesmo Após Reformas: 142 - Artigo excelente de José Gabriel Palma, de Cambridge. A taxa média anual de crescimento da economia mundial caiu de 4,5% (1950-1980) para 3,5% (1980-2008); e a taxa mediana caiu ainda mais - de 4,7% para 3,1% (GGDC, 2009). No entanto, o colapso da taxa de crescimento de LA foi extremo, mesmo nesse contexto (5,4% a 2,7%). 143 - Por exemplo, se alguém classifica todos os países do banco de dados (excluindo países do Oriente Médio exportadores de petróleo) pela taxa de crescimento do PIB (97 países), o ranking de crescimento do Brasil cai de 10 (1950-1980) para 70 (1980-2008); por sua vez, o México cai de 13 para 62. Que contraste com a China (43 para 1), a Índia (72 para 7) e o Vietnã (84 para 2)!  144 - O gráfico de múltiplo entre PIB AL-Ásia mostra claramente essa inversão brutal a partir de 1980. 145 - No Chile, no entanto, as reformas econômicas começaram em 1973, então ...